Segundo e último dia da reunião

Os trabalhos desse último dia da 8ª Reunião das Caixas Sudeste, no Rio de Janeiro, foram compostos pela apresentação da Diretoria de Benefícios e das propostas da Caixa SP. O diretor de benefícios, eng. civ. Jorge Roberto da Silveira, agradeceu a presença e o apoio dos diretores e esclareceu que por compromissos assumidos anteriormente, não pôde estar no primeiro dia da reunião. Ele ainda enfatizou a importância das contribuições oferecidas pelos diretores regionais. “Estamos em fase de planejamento das ações da gestão e queremos ouvir o que as Regionais têm a dizer. Já estou, em conjunto com a equipe da Gerência de Benefícios, analisando alguns projetos e em breve definiremos as metas do triênio”, indicou o diretor de benefícios, que passou a palavra aos assessores da GBE, Gustavo da Silva Freitas e Rodrigo Castilho, para as apresentações relativas aos benefícios e ao PrevMútua.

Mútua Premia


Gustavo Freitas

Um projeto para premiar as melhores iniciativas dos associados que buscam apoio da Mútua mediante os novos benefícios Inovação, Propriedade Intelectual e Energia Renovável foi apresentado pelo assessor Gustavo Freitas. “Seja um novo produto ou uma melhoria na empresa do mutualista. Ainda é um projeto, mas a ideia é envolver todas as Caixas e a premiação seria realizada durante a Soea”, relatou. Concorreriam os projetos apresentados como comprovação para concessão dos benefícios.

A explanação da área de benefícios ainda contemplou tabelas indicativas do desempenho das Regionais Sudeste, com informações da concessão de benefícios reembolsáveis e sociais pelas Caixas de janeiro a 25 de setembro, número de associados, entre outros. Gustavo ainda ressaltou a importância de uma gestão responsável na concessão dos benefícios. “A inadimplência acontece, mas temos meios de reduzir esses índices na hora da concessão dos benefícios. O rating, por exemplo, veio para nos auxiliar nisso. A ferramenta já nos oferece a análise do crédito dos associados”, ponderou. Os novos benefícios e alterações nos regulamentos dos benefícios foram outros assuntos tratados neste último dia da reunião.

PrevMútua

Rodrigo Castilho ao iniciar sua exposição sobre o PrevMútua, indicou que repassaria dados complementares à apresentação realizada durante a 72ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) aos diretores regionais de todo o Brasil, e o diretor-presidente da Mútua, eng. civ. Paulo Guimarães, completou: “Teremos um seminário com os melhores especialistas da área da Previdência Complementar em que todos os diretores regionais da Mútua poderão sanar todas as dúvidas referentes ao assunto e, também, oferecer suas contribuições”.

O assessor da Mútua mostrou dados relativos ao cronograma de criação e implantação do Fundo de pensão próprio do Sistema Confea/Crea e Mútua, sua estrutura, governança e política de investimentos. “O PrevMútua vai conferir uma maior aproximação dos associados com a Mútua, oferecendo uma gama de auxílios previdenciários. Os auxílios funeral e pecúlio devem ser concedidos como a Mútua já vinha oferecendo, mas a Instituição terá estrutura para prestar muitos outros serviços aos profissionais”, destacou.

Cerca de vinte itens compõem pauta da Mútua-SP na 8ª Reunião das Caixas Sudeste


Pedro Katayama, Aldo Rosseto e Egydio Angerami

Com foco na melhoria dos serviços prestados aos profissionais da área tecnológica de São Paulo e das rotinas internas da Caixa, os diretores regionais da Mútua-SP, eng. agr. Pedro Shygueru Katayama (diretor-geral), eng. civ. Egydio Angerami Filho (diretor financeiro) e eng. agr. Aldo Leopoldo Rossetto Filho (diretor administrativo), realizaram a apresentação das propostas da Regional na reunião das Caixas Sudeste.

Sendo discutidos em conjunto com os demais diretores regionais do ES, RJ e MG, os itens pautados pela Mútua-SP, cerca de 20 questões, discorreram sobre descentralização, escritórios de advocacia, material de divulgação institucional, anuidades, balanços e balancetes da Mútua, convênios com entidades de classe e Creas, planos de saúde, entre outros.

“As Caixas requerem a descentralização das ações, para que certas decisões não precisem do crivo da Diretoria Executiva. Por conhecer o perfil do novo diretor-presidente da Mútua, Paulo Guimarães, as expectativas são enormes para uma Mútua mais atuante e efetiva”, destacou o diretor-geral da Caixa SP, Pedro Katayama.

O tema planos de saúde, para o diretor financeiro da Mútua-SP, Egydio Angerami Filho, foi um dos principais pontos abordados no encontro do Rio de Janeiro. “Precisamos dar uma resposta a nossos associados que eram cobertos pela Unimed Paulistana”, indicou ele, referindo-se ao fechamento da operadora de saúde.

A união e o trabalho em conjunto foram os elementos elencados pelo diretor administrativo da Regional da Mútua, Aldo Rosseto Filho, ao fazer sua avaliação da reunião. “Com a chegada da nova Diretoria Executiva da Mútua, reforçamos que os diretores compreendam a estrita necessidade do relacionamento com as Caixas”. O diretor ainda destacou o andamento dos trabalhos do grupo: “As Caixas Sudeste em sua composição têm diretores bastante empenhados e modernos que sempre contribuem com propostas de alto nível”.

Fechando a reunião, um representante da Qualicorp, administradora dos planos de saúde disponibilizados aos mutualistas, expôs como a empresa está tratando o caso da Unimed Paulistana, as iniciativas tomadas para contornar a situação e sanou outras dúvidas referentes aos planos de saúde. Com relação ainda aos associados assistidos pela Unimed Paulistana, ficou acordado que a Qualicorp irá disponibilizar um de seus colaboradores para atendimento na Caixa SP.

 

Fonte: Acme/Mútua

Fotos: Alline Abreu (Acme/Mútua)

 

 

 

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Em comparação aos meses de janeiro, fevereiro e março, a rentabilidade do mês de abril do plano de previdência da Mútua – TecnoPrev - foi o maior índice mensal do ano, fechando em 2,64%. No acumulado de 2015, o TecnoPrev está com 5,85% de rentabilidade.

Mesmo com o mercado financeiro instável, o TecnoPrev continua a registrar uma boa rentabilidade devido à sua política de investimentos, com maior parte dos seus recursos alocados em títulos de renda fixa. 

Os gráficos de rentabilidade e as carteiras de investimentos do plano podem ser acompanhados diariamente através de extratos, disponíveis no site da BB Previdência (administradora do plano). É possível, ainda, acompanhar todas as informações da conta individual, que é segregada dos outros participantes, do patrimônio da Mútua e do patrimônio da BB Previdência.

A realização de aportes distintos da contribuição mensal básica e a flexibilidade no aumento e na redução do valor da contribuição mensal - respeitado o valor mínimo estipulado -, são outros diferenciais da previdência complementar oferecida pela Mútua.

Contrate agora mesmo o TecnoPrev e comece a planejar o seu futuro e o de sua família. Central de Relacionamento Mútua 0800 61 0003.

 


Fonte: Acme/Mútua

Foto: Banco de Imagens (Fotolia)

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A Previdência Complementar

01) O que é Previdência Social?
Previdência Social é a instituição pública responsável pela administração e pagamento do seguro social que garante renda ao trabalhador contribuinte em caso de perda da capacidade de trabalho temporariamente ou permanentemente.

Quem tem carteira assinada e contribui regularmente para o INSS está automaticamente assegurado pela Previdência Social, mas qualquer cidadão, a partir dos 16 anos, pode se inscrever na Previdência Social e contribuir individualmente ou facultativamente.

02) O que é Previdência Complementar?
A previdência complementar tem por finalidade proporcionar, após a aposentadoria, uma renda que substituíra o salário, complementando os recursos da aposentadoria do INSS que atualmente chega a R$ 3.038,99. A maior intenção do plano é que o patrimônio adquirido ao longo dos anos possa garantir a manutenção do padrão de vida da família a partir do momento que se deixa de ter a renda do trabalho.

03) Qual a importância de ter uma previdência complementar?
No Brasil, a Previdência Social funciona como um "regime de caixa". As contribuições realizadas para o INSS por todos os trabalhadores na ativa vão para um fundo comum que realiza o pagamento dos benefícios aos aposentados.

Contudo, em função do aumento da expectativa de vida, da queda da natalidade e do aumento da economia informal e desemprego o número de aposentados vem crescendo a cada ano enquanto o número de contribuintes é cada vez menor.

Com isso, os recursos previdenciários não são suficientes para arcar com os pagamentos dos benefícios e a dívida previdenciária só cresce.

Assim, ter um plano de previdência completar trás mais segurança para o participante, além de servir como um complemento ao benefício pago pelo INSS.

04) Ao fazer um plano de Previdência Complementar, deixa-se de receber a aposentadoria paga pela Previdência Social?
Não. A previdência complementar tem por finalidade proporcionar uma renda extra ao benefício que o participante receberá do INSS.

05) Qual é a idade ideal para se fazer um plano de Previdência Complementar?
Não existe idade certa para começar um plano de previdência complementar, porém quanto mais cedo se adquirir o plano, menor será o investimento mensal para obter a renda futura desejada.

06) Quanto se deve investir em um plano de previdência complementar?
É possível investir quanto desejar, devendo apenas respeitar o limite mínimo de cada plano.

O valor ideal de contribuição pode ser calculado utilizando os simuladores disponibilizados por cada plano.

Quanto maior for o valor da contribuição, maior será a renda de aposentadoria.

07) Quais são os principais planos de Previdência Complementar existentes no mercado?
Os principais planos comercializados atualmente são o PGBL e o VGBL. A diferença entre os planos diz respeito basicamente à forma de tributação conferida a cada um deles.

08) O que é o PGBL?
Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). As contribuições feitas nesse tipo de plano podem ser deduzidas no Imposto de Renda em até 12% da renda bruta anual. Por exemplo: Para uma renda bruta de R$20.000,00, até R$: 2.400,00 (12% de R$20.000,00) podem ser deduzidos anualmente no imposto de renda.

No PGBL, quando ocorre a desistência do plano e o resgate é solicitado, o imposto é calculado com base no valor total do saldo de conta acumulado pelo participante e varia de acordo com a tabela de tributação escolhida (progressiva ou regressiva).

09) O que é o VGBL?
Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). As contribuições realizadas nesse tipo de plano não podem ser deduzidas no Imposto de Renda.

Em contrapartida, quando ocorre a desistência do plano e o resgate é solicitado, o imposto cobrado é referente à rentabilidade do plano, ou seja, ao que cada contribuição rendeu ao ser investida.

10) Qual é a diferença entre Previdência Complementar e Caderneta de Poupança?
Apesar de ambos serem considerados uma forma de investimento, é importante destacar que os planos de previdência devem ser encarados como investimento de longo prazo, com o objetivo da transformação do saldo de conta em renda complementar. Para aplicações que visem um período de tempo menor, a poupança é mais aconselhável por não haver incidência de imposto de renda.

11) Qual a diferença entre planos de previdência abertos ou fechados?
Os planos de previdência complementar podem ser abertos ou fechados. As entidades que administram os planos fechados são de adesão restrita aos funcionários da empresa, entidades, sindicatos ou grupo de empresas patrocinadoras. As Entidades Fechadas, são necessariamente sem fins lucrativos, funcionam sob a tutela e fiscalização da Secretaria de Previdência Complementar, do Ministério da Previdência.

Já as Entidades Abertas possuem fins lucrativos e são acessíveis tanto a pessoas físicas quanto jurídicas. Atuam sob a supervisão e fiscalização da Superintendência de Seguros Privados – Susep.

12) Como funciona a dedução das contribuições no Imposto de Renda?
No caso dos planos PGBL, as contribuições realizadas podem ser deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda, até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. É possível fazer a dedução de cada contribuição mensalmente ou, ao fim de cada ano, deduzir na Declaração de Ajuste Anual a totalidade das contribuições efetuadas naquele exercício.

Contudo, no caso de resgate, o imposto cobrado é referente ao saldo total do plano.

No caso dos planos VGBL não é possível essa dedução. Todavia, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o contribuinte é tributado apenas em relação ao rendimento do plano.
 

13) Como é feita a tributação do Imposto de Renda?
A tributação ocorre no momento do resgate dos recursos ou no recebimento do benefício, e depende da opção de tributação escolhida – progressiva ou regressiva, e do tipo de plano – PGLB ou VGBL.

14) Quais são as taxas cobradas para a manutenção do plano de Previdência Complementar?
Existem basicamente 3 tipos de taxas sendo praticadas no mercado: a taxa de administração, a taxa de gestão financeira e a taxa de performance. São essas taxas que determinam o diferencial entre os planos de previdência.

15) O que é Taxa de Carregamento?
A taxa de administração sobre a contribuição, também chamada taxa de carregamento, é cobrada diretamente sobre a contribuição mensal do participante e tem a finalidade de custear despesas administrativas, tais como emissão de boletos, impressão e envio de informativos para os participantes, corretagem e outras despesas relativas à comercialização do plano e sua estrutura. Há uma conta específica determinada por lei para gerenciar a administração dessa estrutura e não há objetivos lucrativos senão a utilização da receita na manutenção do plano. No mercado, a taxa de administração incidente sobre as contribuições varia entre 0% a 12%. A taxa de administração atualmente adotada pelo TecnoPrev é de 3,0% ao mês.

16) O que é taxa de gestão financeira?
A taxa de administração do ativo, ou taxa de gestão financeira, é a taxa que incide sobre o capital acumulado. Calculada anualmente, é utilizada para cobrir os custos da aplicação dos recursos do plano no mercado financeiro. Normalmente, varia entre 1,5% e 4% ao ano. Nesta taxa pode estar embutido um lucro indireto destinado a compensar eventuais perdas decorrentes da dispensa da taxa cobrada sobre as contribuições. Nas administradoras com fins lucrativos, esta taxa além de cobrir os custos da aplicação dos recursos, representa a principal fonte de lucros. No TecnoPrev esta taxa é de 0,5 a.a.

17) O que é taxa de performance?
Uma terceira taxa cobrada pelas administradoras responde como uma espécie de compensação pelos lucros obtidos acima do parâmetro financeiro estipulado pelos planos. Embora a maioria dos planos não ofereça garantia de rentabilidade, as administradoras adotam um índice econômico como parâmetro financeiro e referência de rentabilidade a ser alcançada no mercado. Apurada a rentabilidade real e tendo esta superado o índice econômico de referência, significa que houve excedente financeiro, sobre o qual calcula-se um percentual de compensação à administradora por ter auferido lucros acima do parâmetro financeiro estabelecido. No mercado, o percentual dessa taxa de performance varia, em média, entre 20% e 50% para compensar à administradora e a diferença do percentual retorna ao participante. A cobrança dessa taxa tem como fundamento o incentivo à administradora para que esta sempre busque auferir maior rentabilidade nos recursos aplicados. O TecnoPrev não possui taxa de excedente financeiro.

18) Como definir um plano de Previdência Privada?
O quadro abaixo pode servir de auxílio para avaliar aspectos importantes para definição de uma previdência privada:

O Tecnoprev

01) Caso o participante perca o vínculo associativo com a Mútua, ele perde também o direito ao TecnoPrev?
Não. Existe um termo de opção na qual o participante, ao perder o vínculo, escolhe se permanece no plano de previdência complementar, com as mesmas vantagens de um associado da Mútua, ou se deseja resgatar ou portar o saldo total do plano.

02) O TecnoPrev é um plano do tipo PGBL ou VGBL?
O TecnoPrev possui todas as características de um PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), porém, é considerado um plano na modalidade Instituidor, ou seja, criado por entidade sem fins lucrativos e com vínculo associativo. Assim como no PGBL, no TecnoPrev também é possível deduzir, no Imposto de Renda, as contribuições realizadas no plano em até 12% da renda bruta anual.

03) Como é feita a tributação do Imposto de Renda no TecnoPrev?
A tributação ocorre no momento do resgate dos recursos ou no recebimento do benefício.

No TecnoPrev, o imposto incide sobre o saldo total do plano e é calculado de acordo com a tabela de tributação escolhida no ato da inscrição no plano - Tabela Progressiva ou Tabela Regressiva.

04) Quais as principais diferenças entre a tabela progressiva e a tabela regressiva?
Na opção de tributação pela tabela progressiva, no caso de qualquer resgate, será retida na fonte uma taxa única de 15% do saldo de conta, a título de antecipação de imposto de renda. Cabe ao participante realizar o ajuste na declaração anual do IR, podendo, se for o caso, restituir parte do valor retido antecipadamente.

No caso da transformação do saldo de conta em renda mensal, a tributação será de acordo com a tabela progressiva do IR vigente na época.

Valor do Benefício/Renda

Alíquota (%)

Parcela a Deduzir do IR (R$)

Até 1.787,77

-

-

De 1.787,78 até 2.679,29

7,5%

134,08

De 2.679,30 até 3.572,43

15%

335,03

De 3.572,44 até 4.463,81

22,5%

602,96

Acima de 4.463,81

27,5

826,15

* Tabela de IR ano calendário 2014.

Já na opção de tributação pela tabela regressiva definitiva, o tempo em que cada contribuição permanece no plano determina a porcentagem do imposto retido na fonte no momento do resgate ou do recebimento de benefícios, conforme a tabela abaixo:

Tempo da contribuição
no plano

Porcentagem de imposto
retido na fonte

Até 2 anos

35%

De 2 a 4 anos

30%

De 4 a 6 anos

25%

De 6 a 8 anos

20%

De 8 a 10 anos

15%

Acima de 10 anos

10%

05) Quais são as taxas cobradas pelos planos de previdência?
As principais taxas cobradas pelos planos de previdência são:

Taxa de carregamento: cobrada mensalmente sobre o valor de cada contribuição realizada, objetivando o pagamento de despesas administrativas. Hoje, a taxa do TecnoPrev é de 3,0% sobre o valor aportado no plano.

Taxa de administração: calculada anualmente sobre o valor total do patrimônio acumulado na conta individual. No TecnoPrev, a taxa de administração é uma das menores do mercado, de apenas 0,5% ao ano, enquanto bancos e seguradoras cobram, em média, 3,0% ao ano.
 

06) Como posso alterar meus dados e/ou minha contribuição?
Para alteração dos dados cadastrais ou contribuição basta entrar em contato com qualquer Caixa de Assistência da Mútua ou na Gerência de Benefícios, pelo telefone 0800 61 00 03.

07) O que são aportes ou contribuições esporádicas?
Contribuições esporádicas ou aportes são valores adicionais que o participante do plano pode depositar eventualmente, além das contribuições mensais regulares. Podem ser realizadas sempre que o participante desejar e tem como finalidade aumentar o saldo do plano e, consequentemente, o valor futuro a receber.

Para fazer um aporte, basta enviar um e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  e informar o valor da contribuição.

08) Como posso acompanhar a evolução do plano (saldo, rentabilidade, etc.)?
É possível acompanhar a evolução do plano das seguintes formas:
 

  • Extratos periódicos enviados semestralmente;
  • Extratos on-line obtidos pelo site www.bbprevidencia.com.br/internet;
  • Central de Atendimento BBPrevidência, pelo 0800 729 1112.

09) Quais as condições para o participante requerer o benefício de aposentadoria?
Para requerer o benefício de aposentadoria o participante necessita ter pelo menos 55 anos de idade e cumprir a carência de sessenta contribuições mensais no plano.

O participante deverá preencher a ficha de Requerimento de Benefício, disponível na Gerência de Benefícios da Mútua, indicando a forma de recebimento da aposentadoria.

10) Quais as formas de benefício oferecidas?
O participante pode escolher a forma de recebimento do benefício de aposentadoria, no momento em que requerer o benefício podendo ser:
 

  • I. Renda mensal por tempo determinado, com mínimo de 10 anos. (Quando a escolha recair nesta opção e o participante falecer antes do prazo por ele determinado, o valor do benefício será pago ao beneficiário de pensão reconhecido pela previdência social oficial até o termino do prazo).
  • II. Pagamento de até 25% da reserva de poupança e transformar o saldo restante em renda mensal, por tempo determinado de recebimento, desde que não inferior a 10 (dez) anos;
  • III. Renda mensal equivalente a um percentual de, no máximo, 3% (três por cento) do saldo de conta;
  • IV. Renda mensal por tempo indeterminado, calculado com base no saldo de conta do participante e na sua idade, frente à expectativa de vida do participante.

Obs: A renda mensal por tempo indeterminado será recalculada em julho de cada ano, considerando-se o valor remanescente do saldo de conta do participante e a expectativa média de vida.

1. No caso de falecimento de participante ativo (participante que estava contribuindo para o plano): o beneficio será calculado com base no saldo do participante, e será pago na forma escolhida pelo beneficiário, em uma das formas acima.

2. Em caso de falecimento de participante assistido (aposentado pelo plano): desde que haja recursos no saldo do participante, será concedido beneficio sob a mesma forma e prazo de pagamento que o participante vinha percebendo, exceto se o participante assistido tenha optado pelo recebimento por tempo indeterminado caso em que os beneficiários deverão optar por uma das formas do inciso I e II descritas acima.

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O que é portabilidade?

A transferência de recurso entre planos de previdência complementar, conhecida no mercado como portabilidade é prerrogativa garantida a todos os participantes de planos que queiram se utilizar do artifício para buscar maiores rentabilidades.

Esse mecanismo faz parte de um conjunto de medidas inseridas na legislação vigente que protege e oferece mais segurança ao patrimônio dos participantes. Sem dúvida, a portabilidade responde como o principal meio de decisão do qual o participante pode utilizar o seu livre arbítrio pela preferência naquela administradora que representa a melhor alternativa para administrar o seu recurso. A portabilidade pode ser requerida junto à administradora pelo participante sem qualquer custo ou ônus. Com isto, surge pelo menos uma preocupação que gostaríamos de alertá-lo: As artimanhas que algumas administradoras podem utilizar para omitir determinadas informações de interesse financeiro.

A omissão diz respeito a falta de transparência nos encargos e no custo para administrar o recurso/patrimônio (aqui entendidos como contribuições acumuladas mais rentabilidade obtida durante sua permanência no plano), ou seja no quanto lhe custará a opção por outra administradora. Neste caso, fundamentalmente, deve ser estudado as taxas cobradas pela empresa que propõe a portabilidade, por isso somente faça a transferência após saber efetivamente o quanto isto lhe custará. A dica é: A previdência é investimento à longo prazo e, portanto, não há porque tomar decisão precipitada. Seja sábio. Após ter sondado e obtido a certeza das taxas cobradas, faça a proposta do plano oferecido no menor valor da contribuição e acompanhe efetivamente a evolução durante 6 ou 12 meses. Continue mantendo o seu plano atual, ainda que o novo plano oferecido realmente atinja suas expectivas, pois ele servirá como parâmetro de rentabilidade e acompanhamento permanente. Abra uma nova previdência e passe a destinar parte de sua contribuição para esse novo plano e acompanhe periodicamente a evolução das duas alternativas. No final do período decida qual plano merece receber um percentual maior de investimento.

Para quem deseja fazer a portabilidade do seu plano atual para o Tecnoprev, a Mútua Caixa de Assistência disponibiliza um serviço personalizado, através de um setor específico que auxilia o participante a oficializar o requerimento junto ao seu plano original.

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Arquivos para Download:

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O Plano de Previdência instituído pela Mútua é um plano fechado de previdência complementar que visa promover o bem estar social de seus associados, por meio da concessão de benefícios de natureza previdenciária. O Plano é administrado pela BB Previdência - Fundo de Pensão Banco do Brasil, entidade que conta com a experiência do Banco do Brasil para proporcionar maior segurança e garantia para os participantes do Plano.

Quem pode participar?
Por ser um plano fechado de previdência complementar, o TecnoPrev é exclusivo para os associados da Mútua e seus dependentes.

Vantagens do TecnoPrev
Por ser constituído em uma Caixa de Assistência sem fins lucrativos o TecnoPrev pode oferecer diversas vantagens exclusivas para os associados da Mútua e seus familiares.

O Tecnoprev é um plano exclusivo
A Mútua, além de oferecer facilidades financeiras aos seus associados ao longo da vida profissional, objetiva proporcionar qualidade de vida, também, na aposentadoria. O plano foi formatado e criado exclusivamente para atender aos associados e sócios dependentes da Mútua.

Plano Individual
Não existe solidariedade no custeio do TecnoPrev. Assim, cada participante possui uma conta individual segregada do patrimônio dos outros participantes, do patrimônio da Mútua e da BBPrevidência, o que pode ser comprovado através do balanço Patrimonial e demonstrações contábeis destas Instituições. O saldo individual pode ser acompanhado pelo site www.bbprevidencia.com.br.

Contribuição Básica e Eventual (Aportes)
O participante pode contribuir eventualmente ou periodicamente, com valores além da contribuição mensal básica. Os aportes, além de elevarem o saldo de conta do participante, podem ser utilizados, por exemplo, ao final do ano para perceber um maior incentivo fiscal na declaração do Imposto de Renda.

Flexibilidade
O TecnoPrev é flexível, objetivando atender também aos profissionais autônomos com renda mensal variável, dessa forma, permite alteração de valor de contribuição tanto para mais, quanto para menos respeitando o limite mínimo do plano.

Saldo de Previdência acumulado é revertido aos beneficiários
No TecnoPrev, o saldo da conta individual, caso o participante não usufrua da totalidade, é destinado aos beneficiários escolhidos, diferente dos Planos abertos (bancos e seguradoras) em que o saldo fica para a instituição após a falta do participante títular. No plano da Mútua, o saldo da conta individual sempre será garantido ao participante ou aos beneficiários escolhidos, com 100% da rentabilidade líquida auferida no período.

Menores taxas, maior retorno
No mercado de previdência existem, basicamente, dois tipos de taxas:
Taxa de gestão do ativo: cobrada anualmente sobre o valor total do patrimônio acumulado na conta individual (poupança), por isso, impacta mais sobre o patrimônio do que a taxa de carregamento. No TecnoPrev a taxa de Gestão é de, no máximo, 0,5% ao ano, enquanto bancos e seguradoras cobram, em média, 3,5% ao ano.

Taxa de administração (carregamento): cobrada mensalmente sobre o valor de cada contribuição realizada, objetivando o pagamento de despesas administrativas da BBPrevidência. Hoje, a taxa do TecnoPrev é de 3,0% ao mês. Inicialmente, o plano foi criado com uma taxa de 5,5% ao mês, porém, a medida que o plano cresce, conseguimos negociar com a administradora e realizar a redução nessa taxa. Você já viu o seu banco fazer a redução de algum tipo de taxa sem nada em troca? Nos bancos, essa taxa varia entre 2% e 9%, sendo que normalmente quanto menor a taxa de carregamento, maior será a taxa de gestão do ativo.

Transparência na Gestão
Além do acompanhamento diário dos profissionais da Mútua, o TecnoPrev possui fiscalização e auditoria da Secretaria de Previdência Complementar do Ministério da Previdência. Além de todo acompanhamento legal, o participante tem acesso a extratos, gráficos de rentabilidade, carteira de investimentos e outras informações disponibilizadas 24h por dia no site da BBPrevidência - www.bbprevidencia.com.br.

Segurança nos Investimentos - Plano Conservador
O TecnoPrev é administrado pela BBPrevidência, entidade civil sem fins lucrativos vinculada ao Banco do Brasil, e os recursos do plano possuem a gestão da BB DTVM, maior administradora de recursos de terceiros da América Latina. Além desses pilares de segurança, o TecnoPrev é considerado um plano conservador por possuir a maior parte dos seus investimentos alocados em títulos de renda fixa que proporcionam uma maior segurança ao patrimônio dos participantes.

Benefícios Fiscais
A Legislação Tributária permite a dedução de até 12% da renda bruta anual com contribuições à previdência complementar. Ou seja, além da poupança de longo prazo que garantirá um futuro financeiramente mais tranqüilo, o participante poderá ainda fazer economias anuais com o Imposto de Renda.

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Como aderir

Os profissionais interessados em obter mais informações e simular valores de contratação, podem se utilizar dos seguintes canais:

 

    • Televendas: 0800 778 4800, em horário comercial.

A Mútua lembra que os profissionais que aderirem ao “Saúde Mútua” junto às operadoras de saúde conveniadas, através da Qualicorp, devem estar atentos a todas as cláusulas contratuais, verificando se o tipo de plano pelo qual optarem atende às suas necessidades e às de seus dependentes.
Vale destacar que a Mútua viabilizou o plano de saúde para seus associados, mas os direitos e deveres entre a administradora/operadora e o profissional que aderir ao plano, que devem constar no contrato, são de responsabilidade das partes.

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Endereço

Mútua SEDE
SCLN 409, Bloco E, Asa Norte, CEP:70857-550, Brasília - DF

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0800 61 0003, Tel.: (61) 3348-0200

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