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“O Sistema Confea/Crea e Mútua em defesa da Engenharia e Agronomia Brasileiras” é o tema central do 9º CNP (Congresso Nacional de Profissionais) que neste ano acontece em paralelo à 73ª Soea (Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia), em Foz do Iguaçu (PR), de 29 de agosto a 03 de setembro próximos.

Esse foi um dos  cinco itens analisados, pelo plenário do Confea na primeira sessão plenária extra do ano, realizada na manhã desta  quinta-feira 25, em Brasília, e que foi coordenada pelo presidente José Tadeu da Slva e seu vice, Antonio Albério.
 

Pela análise dos conselheiros, também passaram e foram aprovadas as seguintes deliberações apresentadas pela CAIS (Comissão de Articulação Institucional do Sistema):

- a aprovação do convênio Confea/Crea-PR para a realização dos dois eventos, no valor  de R$ 5.487.915,20. Mútua e o regional paranense, além dos recursos que virão das inscrições, complementarão o orçamento total;

- quem participará do lançamento da Semana e do Congresso em 11 de abril, em Curitiba (PR): conselheiros federais titulares e suplentes; 27 membros do Colégio de Presidentes de Creas; coordenadores nacionais das Câmaras Especializadas e Comissão de Ética; os membros do Comissão Temática Contecc; representantes do Cden (Colégio de Entidades Nacionais),    de entidades precursoras, e dos Creas Juniores, sendo um de cada região; 27 convidados do presidente do Confea; e Direx Mútua Nacional e Caixa Mútua Paraná. Por sugestão do presidente José Tadeu, o plenário aprovou que o presidente do Crea do Paraná possa convidar até seis nomes para o lançamento;

Composição das comissões organizadoras da 73ª Soea e 9º CNP:
1) Comissão Organizadora Nacional da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia – SOEA: Presidente do Confea, José Tadeu da Silva (Coordenador); Presidente do Crea-PR, Joel Krüger (Coordenador Adjunto); Presidente do Crea-CE, Victor Cesar Frota Pinto; Coordenador da Comissão de Articulação Institucional do Sistema – CAIS, Raul Otávio da Silva Pereira; Chanceler da Comissão do Mérito, Mário Varela Amorim; 1 (um) representante indicado pelo Colégio de Entidades Nacionais – CDEN, Fernando Cézar Juliatti; 1 (um) Coordenador Nacional representante das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas, Glauber Marcio Sumar Pinheiro; e

2) Comissão Organizadora Nacional do 9º Congresso Nacional de Profissionais – CNP: Presidente do Confea, José Tadeu da Silva (Coordenador); Presidente do Crea-PR, Joel Krüger(Coordenador Adjunto); Presidente do Crea-CE, Victor Cesar Frota Pinto; Coordenador da Comissão de Articulação Institucional do Sistema, Raul Otávio da Silva Pereira; Chanceler da Comissão do Mérito, Mário Varela Amorim; 1 (um) representante indicado pelo Colégio de Entidades Nacionais – CDEN, Fernando Cézar Juliatti; 1 (um) Coordenador Nacional representante das coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas, Glauber Marcio Sumar Pinheiro; 1 (um) representante da Mútu,a Paulo Roberto de Queiroz Guimarães; 1 (um) conselheiro federal representante do plenário do Confea, William Alves Barbosa.
- a composição de uma missão brasileira para participar da reunião do comitê executivo da FMOI (Federação Mundial das Organizações de Engenheiros), marcada de 21 a 25 de março próximo, em Paris (França): presidente do Confea; um representante membro do Colégio de Presidentes; um conselheiro federal indicado pelo plenário e um empregado do Confea para assessoramento técnico e logístico aos membros da delegação. Como seu representante, o plenário já indicou e aprovou o nome  de Afonso Bernardes.

 

Fonte: Confea

 
Até o final de fevereiro, será conhecido todo o impacto que a chamada 'Tragédia de Mariana' causou nas áreas rurais, nas proximidades dos rios Gualaxo do Norte, do Carmo e Doce, nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A tragédia, provocada pelo rompimento de barragem da mineradora Samarco, em 5 de novembro de 2015, na cidade de Mariana (MG), destruiu povoações e lavouras com os rejeitos resultantes da mineração despejados na calha de rios da região.
 
Uma força-tarefa, composta por servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Incra, está em campo vistoriando e mapeando o impacto que os rejeitos das barragens causaram para a população rural, principalmente assentados, agricultores familiares, pescadores, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas e comunidades tradicionais. As ações começaram em dezembro de 2015 e, atualmente, cerca de 70% das áreas com possibilidade de terem sido atingidas já foram vistoriadas e mapeadas.
 
Acompanhamento
 
Nesta semana, houve, em Brasília (DF), uma reunião para discutir e organizar as ações do Ministério e do Instituto em Minas Gerais e Espírito Santo. Durante o encontro, que contou com a participação do ministro do MDA, Patrus Ananias; do chefe de Gabinete do MDA, Antônio Claret; dos assessores do MDA, Lucas Ramalho e Claudio di Pietra; da delegada do MDA/MG, Adriana Aranha; do delegado do MDA/ES, Josean de Castro; do superintendente do Incra/MG, Gilson de Souza; e do coordenador de Infraestrutura do Incra Sede, Douglas Souza, foram repassadas diversas informações sobre reuniões e atividades realizadas nas últimas semanas.
 
Entre as reuniões sobre o tema estão as ocorridas na Casa Civil da Presidência da República, onde estão sendo tratadas propostas para reduzir os danos ambientais, sociais e econômicos ao território e às pessoas envolvidas. Nessas discussões está sendo detalhado um acordo, entre os governos federal e estaduais envolvidos e a mineradora Samarco, capitaneado pela Advocacia Geral da União (AGU), no qual o MDA tem participação importante para assegurar o atendimento dos agricultores familiares.
 
As ações da força-tarefa nas vistorias e mapeamento do impacto dos rejeitos das barragens vão subsidiar o acordo entre o Poder Público e a mineradora, no que se refere ao ressarcimento dos prejuízos causados no meio rural da região atingida.
 
Minas Gerais
A superintendência regional do Incra em Minas Gerais informou à presidência do instituto e ao gabinete do MDA que, até agora, foram identificados quatro assentamentos atingidos pelos rejeitos, todos no município de Tumiritinga, onde ocorreram danos a pelo menos 174 famílias. Também estão sendo monitorados possíveis impactos em outros 18 assentamentos. Os trabalhos de campo no município ainda estão sendo feitos e as informações verificadas.
 
O Incra/MG informou que a mineradora está prestando atendimento a essas famílias, com o pagamento de um salário-mínimo e mais 20 % do salário por dependente, e repassando uma cesta básica no valor de R$ 338 por mês a cada uma das 174 famílias. Essa ajuda está acertada pelos próximos seis meses, pois até lá o acordo de indenização deverá ser fechado.
 
Técnicos da autarquia, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater/MG) e prefeituras dos municípios atingidos estão avaliando os assentamentos impactados pela tragédia para definir medidas compensatórias. O Incra/MG participa também da mesa de diálogo e negociação permanente, que reúne representantes do poder público, sociedade civil e mineradora para discutir ações compensatórias.
 
Espírito Santo
No estado, a superintendência regional do Incra informou que uma equipe técnica composta por servidores das áreas de engenharia Agronômica e Florestal vistoriou e mapeou danos nos assentamentos Sezínio Fernandes de Jesus e Chapadão do Rio Quartel, ambos localizados no município de Linhares, e que abrigam ao todo 115 famílias de agricultores familiares.
 
Nas vistorias, que ocorreram no período de 9 a 11 de dezembro de 2015, os técnicos priorizaram os pontos mais baixos do terreno e mais próximos da calha do Rio Doce para visitação. Estes pontos foram escolhidos a partir de imagens aéreas. Além das vistorias in loco, foram realizadas ainda entrevistas com famílias de ambos os assentamentos. A equipe concluiu que, até a data da vistoria, apenas uma família, assentada em Sezínio Fernandes de Jesus foi diretamente afetada pelos rejeitos de mineração lançados no Rio Doce, que preventivamente suspendeu a irrigação a um bananal.
 
Com apoio da prefeitura de Linhares, o Incra/ES está acompanhando o acesso à água das famílias no assentamento, que usam outras fontes hídricas não afetadas pelos resíduos para consumo e abastecimento.
 
Força-tarefa
Portaria conjunta assinada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, e pela presidente do Incra, Maria Lúcia Falcón, determinou a criação de força-tarefa para identificar os agricultores familiares e outras populações rurais afetados pelo rompimento de barragens em Mariana. O documento foi publicado em 26 de novembro de 2015, no Diário Oficial da União.
 
A força-tarefa é formada por servidores do MDA e do Incra, que devem trabalhar de forma articulada com outros órgãos federais, estaduais, municipais e sociedade civil. A portaria prevê ações como a identificação de áreas para reassentamentos das famílias afetadas. Ainda de acordo com o documento, aqueles que comunicarem e tiverem comprovados os danos sofridos, poderão alongar as operações de crédito de custeio e investimento no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agrícultura Familiar (Pronaf).
 
A portaria autorizou também o uso de máquinas e equipamentos doados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) por parte da Defesa Civil. Também serão realizados mutirões de documentação, por meio do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR/MDA). A ideia é fornecer documentos para aqueles que não têm e ou que perderam tudo na tragédia.
 
Fonte: http://www.mda.gov.br/
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No primeiro dia da 1426ª sessão plenária, os conselheiros federais aprovaram  o tema central da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea): "A Engenharia a favor do Brasil – Mudanças e Oportunidades". Além do tema principal, foram definidos os seguintes eixos temáticos: Desafios e estratégias para inserção dos profissionais; Manutenção e conservação de obras e equipamentos de engenharia; Mobilidade internacional; Transformações e avanços necessários ao Sistema Profissional;  Planejamento de infraestrutura. A 73ª edição da Soea será em Foz do Iguaçu, no Paraná,  de 30 de agosto a 02 de setembro de 2016.

De acordo com a Decisão Plenária, os temas têm origem nas sugestões apresentadas pelo Colégio de Presidentes (CP) do Sistema Confea/Crea e pelo Colégio de Entidades Nacionais (Cden).

Encontro de Representantes

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) vai realizar, de 24 a 26 de fevereiro, em Brasília, o 5º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua.  Considerado um dos compromissos mais importantes da pauta anual do Sistema, o Encontro de Representantes prevê a realização de reuniões dos fóruns consultivos - Colégio de Presidentes (CP), Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas, com a eleição dos seus coordenadores nacionais. Em 2015, o evento reuniu cerca de 500 pessoas em Brasília.

Pelo texto aprovado, participarão do Seminário o presidente do Confea; conselheiros Federais titulares e suplentes (36); presidentes dos Conselhos Regionais, membros do Colégio de Presidentes (27); representantes das Entidades Nacionais, membros do Colégio de Entidades Nacionais (CDEN) (26); coordenadores nacionais das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas e das Comissões de Ética (10); coordenadores regionais de Câmaras Especializadas dos Creas e das Comissões de Ética (270); coordenadores dos Creas Juniores dos Creas (18); representantes das Entidades Precursoras, já homologadas pelo Confea (30); coordenadores dos Colégios de Entidades Regionais dos Creas (CDERs) (12); assistentes técnicos dos Creas que assistem os coordenadores nacionais das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas e das Comissões de Ética (10); Coordenadores Regionais das Comissões de Educação e Atribuição Profissional; (54) convidados do Presidente do Confea (no mínimo um por Estado).

A Decisão Plenária estabelece ainda que serão contratados até quatro palestrantes; além de outros seis profissionais ou empregados do Sistema Confea/Crea, como palestrantes ou moderadores.

 
Fonte: Confea

Crea-DF promove fiscalização agronômica visando a segurança alimentar na produção agropecuária

 

O Departamento de Fiscalização do Conselho de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF) em conjunto com a Câmara Especializada de Agronomia (CEAgro) promoverão, do dia 07 ao dia 10 de dezembro, uma ação fiscalizatória (força tarefa) nas propriedades rurais do Distrito Federal.

 

O objetivo dessa ação é identificar a regularidade das propriedades do DF. “Queremos garantir a existência de profissionais legalmente habilitados, responsáveis pelas atividades desenvolvidas nas propriedades produtoras do DF. A região do Programa de Assentamento Dirigido do DF (PAD-DF) será a prioridade da fiscalização”, disse o chefe do Departamento de Fiscalização do Crea-DF, engenheiro civil Luiz Ávila.

"A produção agropecuária no Distrito Federal assume relevância pelos impactos nas cadeias produtivas alimentares e segurança alimentar e nutricional. Daí a importância da presença do profissional devidamente habilitado nas propriedades rurais do Distrito Federal, enquanto sujeito responsável tecnicamente pela produção de alimentos com sustentablidade e qualidade", disse o coordenador da CEAgro, engenheiro agrônomo Kleber Santos.

 

Fonte: Crea-DF

O Congresso Nacional avança na discussão para elaboração do marco regulatório para a educação a distância. Na última quinta-feira (15), ocorreu no Senado Federal audiência pública para discutir o tema, na próxima terça (24), será a vez da Câmara dos Deputados promover sua audiência pública.

No Senado, a audiência presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS) reuniu importantes representantes de classes envolvidos com a educação para palestrarem. Foi consensual entre os presentes sobre a importância da EaD para cumprimento da meta 12 do PNE, que visa garantir até a matrícula de 33% da população entre 18 e 24 anos no ensino superior até 2024.

Para o coordenador nacional das câmaras especializadas de agronomia e também coordenador da câmara especializada de agronomia do CREA-DF,o eng. agrônomo, Kleber Santos que também esteve presente na audiência pública. Kleber falou sobre a importância de se discutir o marco regulatório do ensino á distância, porém, observou a falta de representação dos outros conselhos profissionais na audiência. "Observa-se que há preocupação com os requisitos de qualidade sobre a ensino à distância e para a Agronomia é inapropriada a formação com base em ensino à distância. Entretanto, os benefícios de acessibilidade em determinadas regiões do país, o que poderia favorecer o aprendizado em algumas disciplinas da graduação e também na pós graduação de áreas da Agronomia", disse o coordenador.

Uma das palestrantes na audiência pública, a professora Nara Pimentel, representando a Universidade em Rede (UniRede) e o Fórum Nacional de Coordenadores UAB (ForUAB), frisou que é preciso ver a EaD como algo integral, não temporário, e reconhecê-la como modalidade de ensino.

E sobre o marco regulatório, destacou que é preciso que haja regulação, acompanhamento, monitoramento e avaliação, porque não bastaria apenas criar uma legislação, é preciso institucionalizá-la. A professora lembrou que a EaD está marcada no Brasil por várias descontinuidades de ofertas e que a própria Universidade Aberta do Brasil (UAB) corre o risco de ser interrompida sem ainda concluir sua missão à formação dos professores que já atuam na educação básica em seus municípios. 

Para a realização deste marco regulatório, disse Nara Pimentel, são necessárias políticas educacionais articuladas que englobem ensino, pesquisa e extensão, pois trazer inovações implicaria mudanças de uma cultura interna. Sendo necessário um projeto educacional com a EaD integrada ao presencial, com a inclusão de tecnologias em todas as fases da formação (inicial, superior e continuada).

 

Fonte: Crea-DF

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Dia 12 de outubro, Dia do Engenheiro Agrônomo, um profissional de formação eclética e muito antiga

 

A agricultura é essencial para a manutenção da vida. O homem, ao longo do tempo, deixou de ser perseguidor de sua comida para se tornar um produtor de alimentos e remodelar a civilização humana. Semear e criar tornaram-se a chave para deixar de ser nômade e criar raízes em determinadas áreas, formando assim os povoados e as cidades. Pelo método da tentativa e erro, a produção de alimentos teve uma lenta evolução, sendo que o cultivo da terra e a criação de animais envolvia quase 80% da população mundial, sendo que a agricultura passou a ser também um trabalho de observação que consumia tempo e gerava conhecimento.

Saindo das ferramentas agrícolas rústicas outrora usadas pelos romanos para os arados puxados por animais nos séculos 18 e 19, as inovaçõesagrícolas não pararam de surgir. A população mundial aumentou de 2 bilhões para 7 bilhões de habitantes e a necessidade de produzir alimentos acompanhou esse crescimento. O mundo precisava produzir mais e mais alimentos, ao mesmo tempo que precisava fazer o uso racional da água e do solo, conservando o meio ambiente e adaptando-se ao modelo global e às mudanças climáticas.

Assim, os observadores deixaram de testar e errar e passaram a estudar mais sobre “onde, como, quando e quanto” produzir. Surgiram, assim, as Ciências Agrárias, que no Brasil teve sua primeira Escola de Agronomiano município de São Bento das Lages, no Estado da Bahia, em 1875.

Sem mão de obra escrava, fez-se necessário explorar melhor a terra e seus recursos naturais. Produzir conhecimento e modernizar a forma de produzir alimentos foi e continua sendo o alvo das Ciências Agrárias, com o engenheiro agrônomo exercendo papel fundamental na segurança alimentar do Brasil e do mundo. É certo que o engenheiro agrônomo de hoje tem muitas atribuições diferentes em relação ao profissional do início do século XX. As porteiras se abriram, os conhecimentos se multiplicaram e a ciência exige cada dia mais que o agrônomo deixe de ser “da porteira pra dentro” para ser um gerador e distribuidor de conhecimentos.

Dia 12 de outubro, Dia do Engenheiro Agrônomo, um profissional de formação eclética e muito antiga, levando-nos à primeira profissão que já se ouviu falar, desde o Jardim do Éden, quando foi posto o homem para criar e cultivar vida na forma de alimentos, para dar manutenção e suprir as necessidades da vida humana no decorrer da história do homem na face Terra e quem sabe até em outros planetas.

*Mauro Regis Vieira, Engenheiro agrônomo e doutor em Biotecnologia. Artigo publicado no Jornal O Povo

 

Fonte: Canal do Produtor

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O País acumula sucessivas conquistas em relação à produtividade e grande parte destes índices estão relacionados aos trabalhos dos engenheiros agrônomos. Também habilitados a desenvolver atividades relacionadas ao paisagismo, entre muitas outras já destacadas pela série de reportagens desenvolvida pela Equipe de Comunicação do Confea, a Agronomia do País esteve em festa na última quarta-feira (29/4), durante a 43ª edição da Deusa Ceres, tradicional premiação da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP), que contou com a presença do presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, do secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, entre outras autoridades.
No auditório do Centro de Cana do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAC), a AEASP promoveu mais uma concorrida cerimônia em homenagem aos principais engenheiros agrônomos em atividade no Estado, um dos maiores responsáveis pelas repetidas safras recordes acumuladas pelo País.  Engenheiros agrônomos como o consultor técnico da Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF), Luiz Carlos Sayão Ferreira Lima, e o decano da Agronomia, Fernando Penteado Cardoso, fundador da Agrisus, estiveram entre os homenageados. Em seu discurso o presidente da AEASP e ainda da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), além de coordenador adjunto do Colégio de Entidades Nacionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, eng. agr. Angelo Petto Neto, destacou o papel da atividade para o desempenho do agronegócio nacional e a importância do associativismo para a categoria.
“É a maior solenidade da engenharia agronômica do Estado de São Paulo. Importante a ponto de contarmos mais uma vez com a presença do presidente do Confea em uma cerimônia estadual. Ele não faltou a nenhuma em seus dois mandatos”, destacou Petto. Ele informou ainda que, normalmente, a Deusa Ceres promove apenas a entrega do Troféu ao homenageado do ano e das medalhas Fernando Costa. “Mas, este ano, como já aconteceu outras vezes, também saudamos o engenheiro agrônomo emérito, conquistado pelo reitor da Unesp, Júlio  Cézar Duligan. E reeditamos a medalha Joaquim Eugênio de Lima para demonstrar essa participação dos engenheiros agrônomos nessa área que não é apenas dos arquitetos, o paisagismo. Como é o caso do próprio Eugênio, responsável pelo projeto de loteamento e o projeto paisagístico da Avenida Paulista, incluindo o Parque Trianon”, comenta Petto, convidando a Agronomia para se fazer presente, entre 4 e 7 de agosto, no Congresso Brasileiro de Agronomia, em Foz do Iguaçu (PR).
Confira a premiação da 43ª Edição da Deusa Ceres

Troféu Deusa Ceres, engenheiro agrônomo do ano: Luiz Carlos Sayão Ferreira Lima
Medalha Joaquim Eugênio de Lima para premiar os engenheiros agrônomos envolvidos com paisagismo: eng. agr. Harri Lorenzi 
Prêmio AEASP 70 anos: eng. agr. Fernando Penteado Cardoso
Destaque na área de comunicação rural: Benedito Rui Barbosa
Engenheiro Agrônomo Emérito: Júlio Cézar Duligan, reitor da Unesp.
Medalha Fernando Costa
Ação Ambiental: eng. agr. Zuleica Maria de Lisboa Perez
Assistência Técnica e Extensão Rural: eng. agr. Sylmar Denucci 
Cooperativismo: eng. agr. Manoel Ortolan
Defesa Agropecuária: eng. agr. Geysa Paula Ruiz 
Ensino: eng. agr. Sinval Silveira Neto
Iniciativa privada: eng. agr. Luiz Rossi Neto
Pesquisa: eng. agr. José Osmar Lorenzi

Fonte: Confea, com informações do site Agrishow


A Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia (CCEAGRO) encaminhou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) uma carta com oito sugestões para a implementação do Código Florestal Brasileiro. “Estamos preocupados, pois o prazo está se esgotando e verifica-se uma grande insuficiência de imóveis cadastrados no CAR [Cadastramento Ambiental Rural] . A ideia é que o MMA recepcione nossas propostas, visando colaborar para o incremento dos imóveis cadastrados”, afirmou o coordenador da CCEAGRO, eng. agr. Kleber Santos.
A “Carta de posicionamento e contribuições para a implementação do novo Código Florestal Brasileiro” foi tema de Sessão Plenária do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia na manhã desta sexta-feira (17), quando da aprovação do relatório do Workshop das Câmaras Especializadas de Agronomia. A carta é resultado do Workshop, realizado em julho de 2014 e que teve como objetivo compreender e discutir sobre a interface do Novo Código Florestal com a legislação profissional. Na ocasião, os coordenadores de Câmaras Especializadas de todo o país estabeleceram oito propostas, que foram encaminhadas, em novembro de 2014, à Secretaria de Desenvolvimento Rural Sustentável e Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente.
Entre as proposições dos engenheiros agrônomos, está a que indica a necessidade de profissional habilitado para a implementação do “Código Florestal Brasileiro” nos assuntos que demandam acompanhamento técnico, como por exemplo o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Regularização Ambiental (PRA). Entre as sugestões encaminhadas ao MMA, está o envolvimento das entidades de classe (nacionais e estaduais) em campanhas visando ao engajamento dos profissionais de agronomia na implementação do novo Código Florestal; o desenvolvimento de um programa de produção e disponibilização de mudas florestais; e o fortalecimento do sistema de assistência e extensão rural.

As oito propostas são:
Exigir a participação de responsável técnico devidamente habilitado para a “descrição da proposta simplificada do proprietário ou possuidor que vise à recomposição, recuperação, regeneração ou compensação da Área de Preservação Permanente ou da Reserva Legal”;
Que os Governos Estaduais e do Distrito Federal regulamentem a Lei 12651/2012 para cobrar a participação do Responsável Técnico;
Chamar atenção para o Ministério do Meio Ambiente e para os órgãos estaduais ambientais, sobre a necessidade de Responsável Técnico devidamente habilitado na convalidação da inscrição do Cadastramento Ambiental Rural;
A emergencial necessidade de concurso público para fortalecer o corpo técnico dos órgãos federais e estaduais, direcionado para profissionais devidamente habilitados para acompanhamento da implementação do novo Código Florestal;
Que o Governo Federal e os Governos Estaduais estimulem a assistência técnica e a extensão rural efetivada por profissionais devidamente habilitados, visando orientar de forma qualificada o produtor rural na implementação do Novo Código Florestal;
Que os Governos Federal e Estaduais intensifiquem as campanhas de divulgação para a implementação do “novo Código Florestal Brasileiro”, com a participação de responsável técnico devidamente habilitado, no acompanhamento dos produtores rurais, visando inclusive evitar erros técnicos e promover a qualificação dos projetos e trabalhos decorrentes;
Desenvolvimento de projetos pelos Governos Federal e Estaduais de fomento para a multiplicação de viveiros de mudas, para o atendimento dos pressupostos da Lei 12.651/2012.
O envolvimento das entidades de classe (nacionais e estaduais) em campanhas visando ao engajamento dos profissionais de agronomia na implementação do novo Código Florestal.

Fonte: Confea


O Curso de Agronomia do Uniaraxá foi muito bem conceituado no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), no resultado divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no final de 2014. O curso foi avaliado com Conceito Preliminar de Curso nota 4, de um total de 5.
A nota é excelente para o Curso de Agronomia do Uniaraxá e também para seus alunos que, ao concluírem a sua graduação, devem contar em seu currículo com um curso muito bem avaliado pelo MEC em um mercado que só tem crescido no Brasil nos últimos anos, o do Agronegócio.
Para o coordenador do Curso de Agronomia, professor José Carlos da Silva, além da excelente pontuação, o Curso mostra que é referência no Ensino e reforça a qualidade dos profissionais que atuam dentro e fora da sala de aula. “A visão futurista e tecnológica do curso nos deixa atentos à demanda de mercado e faz com que os professores desenvolvam projetos inovadores contribuindo para a formação do aluno”, afirma.
Ele atribui o sucesso do Curso aos profissionais que nele atuam e, destaca ainda, o trabalho em projetos inovadores e atualizados, sempre atentos à demanda do mercado.
José Carlos destaca ainda as linhas de pesquisa desenvolvidas no Campo Experimental através do grupo AGRO e as atividades que são desenvolvidas no decorrer do semestre: Semanas Agronômicas; Encontro de Campo; Visitas Técnicas.
“As boas notas refletem a dedicação de toda a equipe envolvida no processo de ensino-aprendizagem, desde a preparação das aulas ministradas, até o acompanhamento e incentivo, antes e durante a aplicação dos exames”, ressalta José Carlos.

Fonte: http://www.diariodearaxa.com.br/ 

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O agronegócio é a atividade que mais movimenta a economia mato-grossense, garantindo ao Estado o statos de maior produtor de grãos do país, além de ter o maior rebanho bovino comercial com cerca de 28 milhões de cabeças. Por outro lado, por trás dessa boa reputação de expoente no agronegócio nacional, estão profissionais como técnicos agrícolas, médicos veterinários e engenheiros agrônomos, sendo que estes precisam buscar a cada dia maneiras de se manter atualizados e bem capacitados para acompanhar o crescimento do mercado. 
De acordo com o presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (AEA -MT), João Dias Filho, a relação entre engenheiros agrônomos e proprietários rurais hoje tem que ser constante, isso porque todas as propriedade rurais têm que ter um engenheiro agrônomo responsável pela sua atividade econômica e produtiva. “Se em uma fazenda tem, por exemplo, uma lavoura de soja ou milho tem que haver um responsável técnico para dar a segurança a esta produção. Ou seja, fazendo uma comparação, o engenheiro agrônomo exerce o mesmo papel que vemos na área urbana, onde na construção civil temos o engenheiro civil e o engenheiro eletricista como responsáveis técnicos; em uma farmácia tem o farmacêutico; em um restaurante o nutricionista, e por aí vai. Na verdade trata-se da Lei 5194/66, que confere ao engenheiro agrônomo suas atribuições profissionais no imóvel rural”. 
O presidente diz ainda que já teve diversas reuniões com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) para um maior apoio no cumprimento desta Lei, mas as respostas não têm sido satisfatórias. A reportagem entrou em contato com a Famato por meio de sua assessoria, que nos informou ter passado o caso para a área técnica responsável. Contudo, até o fechamento dessa edição não havia emitido nenhuma a nota a respeito do que disse o presidente da AEA-MT. Ele conta que em 2014 o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) fez três operações de fiscalização no Estado visitando 924 propriedades, resultando em 211 autuações. Segundo ele, o produtor tem que ficar atento na hora de projetar sua próxima safra, já incluindo o trabalho do responsável técnico para que não sofra punições. “É importante a presença do responsável técnico na propriedade, isso porque este profissional vai ter que estar presente, atento no controle de pragas, na parte de aplicação de defensivos agrícolas, enfim vai estar na lida com o produtor e os demais que trabalham naquela fazenda todos os dias, acompanhando desde o plantio até a colheita de qualquer cultura que seja”. 
A Responsabilidade Técnica (RT) tem que ser para cada campo, uma RT não pode valer para outro empreendimento, ou seja, para cada lavoura tem que ter apenas uma anotação de Responsabilidade Técnica. Hoje, existem 17 escolas de agronomia em Mato Grosso o que significa que estão se formando cerca de 1000 profissionais por ano e ainda não há falta de mão de obra. “O que nos falta é a qualidade e capacitação dessa mão de obra para atender este mercado que é muito exigente. Hoje temos 5 associações no Estado de Mato Grosso e por meio delas algus cursos necessários são oferecidos”. De acordo com Dias, atualmente Mato Grosso possui cerca de 14 milhões de hectares de área plantada e estima-se que até 2020 esse o número chegue a 22 milhões. Por outro lado, a expansão não tem acompanhado a quantidade de profissionais aptos em supervisionar a produção, faltam engenheiros agrônomos especializados no mercado. 
Na avaliação do presidente, o Estado vai dobrar a produção até 2020 e haverá uma demanda muito grande por profissionais de agronomia. Dessa forma, se esse engenheiro não se qualificar para atender esse crescimento pode, inclusive, haver um apagão de mão-de-obra. O presidente do AEA conta que um dos problemas é a falta de profissionais mais qualificados especificamente nas áreas voltadas para as necessidades do Estado. Sendo que existem registrados hoje na Associação aproximadamente nove mil engenheiros agrônomos e nos próximos cinco anos acredita-se que será necessário o dobro de profissionais atuando. O engenheiro agrônomo Alexandre Secco Contreras diz que os profissionais da área pensam neste cumprimento da Lei não como uma reserva de mercado, mas sim como uma forma de garantir que as lavouras não tenham problemas em termos ambientais, de produtividade, controle de pragas, entre outras. “Infelizmente muitos produtores ainda entendem a contratação do responsável técnico como uma despesa a mais, mas não calculam os benefícios que isso pode trazer no final de todo o processo produtivo de uma lavoura”No dia 15 de abril a AEA/MT referendará a tabela mínima de honorários, com o propósito de valorizar o profissional. 
Os valores serão calculados conforme os grupos de atuações e a partir de variáveis técnicas. O evento contará com a participação das cinco associações existentes no Estado, além das mistas. Aprovada, a tabela entrará em vigor no dia 30 de abril.  

Fonte: A Gazeta 

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