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Também foi divulgada a relação de municípios e regiões metropolitanas enquadrados na tabela de descontos do Fundo

A Caixa publicou em seu site o Manual de Fomento Pessoa Jurídica, que estabelece procedimentos operacionais e fornece subsídios e informações necessárias para a contratação de crédito pelo Programa de Apoio à Produção de Habitações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O vice-presidente de Habitação do SindusCon-SP, Ronaldo Cury, recomenda a leitura do manual. A publicação consolida a legislação existente, trazendo as disposições das últimas Instruções Normativas do Ministério das Cidades e das Resoluções do Conselho do FGTS, anteriormente já divulgadas. E desde 17 de março, o sistema da Caixa já está rodando de acordo com essas disposições.

Dentre as principais alterações, constam: novos limites de renda em operações vinculadas à área de habitação popular, mudanças dos limites de renda familiar, modificações dos recortes territoriais para efeito de enquadramento dos municípios na área de habitação popular e habitação de interesse social, taxas de juros, novas condições operacionais para contratar financiamentos, mudança no limite de prazo para desligamento de unidades.

Foram incluídos itens como novos limites de renda em operações fora da área de habitação popular, classificação dos recortes territoriais para efeito de enquadramento dos municípios nas demais operações habitacionais, orientação para operações enquadráveis nas demais operações de crédito e para as contratações nas demais operações habitacionais.

Lista dos municípios

A Caixa também publicou em seu site a relação de municípios e regiões metropolitanas para efeitos de enquadramento na tabela de descontos (subsídios) do FGTS.

A lista traz os limites máximos de valor do imóvel e renda a serem observados nas concessões dos financiamentos, bem como as regiões metropolitanas a serem observadas pelos agentes financeiros na utilização dos recursos da conta vinculada no Moradia Própria, para os recortes territoriais no âmbito do Programa Carta de Crédito Associativa, Carta de Crédito Individual e Apoio à Produção de Habitações.

 

Fonte: http://www.sindusconsp.com.br/

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A maior parte dos problemas está relacionada a trincas, fissuras, infiltrações e vazamentos

 

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Transparência, antiga Controladoria Geral da União (CGU), mostra que 48,9% das unidades do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) não são compatíveis com o previsto nos projetos. A maior parte dos problemas está ligada ao surgimento de trincas e fissuras, além de infiltrações e vazamentos. Os dados consideram 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

Outro problema detectado é de que em apenas 38,3% dos casos estudados houve a aderência da infraestrutura pré-estabelecida, com a maior parte dos casos de incompatibilidade voltados a itens de pavimentação, rede de drenagem e esgoto sanitário.

Desse documento, o Ministério da Transparência concluiu problemas quanto à evidenciação da análise dos projetos e das planilhas orçamentárias, frequência de problemas construtivos nas unidades habitacionais e nos empreendimentos e fragilidades na aplicação de critérios de hierarquização e de transparência na seleção de beneficiários.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

 

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Setor está menos pessimista quanto ao nível de emprego, compras de insumos e novos empreendimentos

De acordo com a Sondagem Indústria da Construção divulgada na última quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), os empresários da construção esperam a manutenção do nível de atividade nos próximos seis meses. Isso porque o indicador de expectativa de atividade cresceu 2,9 pontos em relação a janeiro, chegando a um total e 50,3. O resultado não acontece desde julho de 2014.

O índice vai de 0 a 100, sendo resultados baixo dos 50 pontos indicadores de pessimismo, e acima desse limite, de otimismo. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o acréscimo foi de 6,1 pontos. "As mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida e a queda da taxa básica de juros devem contribuir para a melhora do setor", afirma Flávia Ferraz, economista da CNI.

Enquanto isso, os indicadores de número de empregados (47,1), compras de insumos (48,4) e de novos empreendimentos (48,0) permanecem abaixo da linha dos 50 pontos, apesar de demonstrarem crescimento entre janeiro e fevereiro, o que indica um menor pessimismo dos empresários.

Os aumentos foram de 1,4 ponto para a expectativa de novos empreendimentos e serviços; de 3,0 pontos para as perspectivas de compras de insumos e de matérias-primas; e de 1,4 para o número de empregados, todos em comparação ao mês anterior.

A intenção em investimento apresentou queda: de 27,7 pontos em janeiro, encolheu para 26,8 pontos em fevereiro. O CNI analisa esse resultado como consequência da elevada ociosidade da indústria da construção.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

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Secretária Nacional de Habitação esclarece dúvidas e sinaliza retomada de contratações também para a população de mais baixa renda
 
A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, responsável pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), informa que o governo federal trabalha em novas regras para a Faixa 1 do programa. O Ministério das Cidades divulgou nota nesta quinta-feira (16) confirmando a retomada das contratações a partir de março. Em entrevista exclusiva ao CBIC Mais, ela esclarece dúvidas sobre as novas medidas anunciadas pelo governo no último dia 6. O Programa MCMV será ampliado e passará a ter regras mais flexíveis para garantir o acesso à moradia digna a um número maior de pessoas.  
 
Os detalhes das principais mudanças do programa habitacional são elencados pela secretária. Sobre a faixa 3 estendida, que permite valor de até 25% maior que os limites atuais, a secretária adianta que no caso de São Paulo “podem ser financiados para famílias de qualquer faixa de renda, mas igualmente com juros de 9,16%”, diz.
 
Veja a íntegra da entrevista:
 
CBIC MAIS: Quantas unidades farão parte da meta em 2017 por faixa? 
 
Maria Henriqueta Arantes: Em 2017, as contratações do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) sobem de 380 mil, realizadas em 2016, para 610 mil unidades, incluindo todas as faixas do programa sendo 170 mil unidades habitacionais para a Faixa 1; 40 mil para a Faixa 1,5;  e 400 mil para as Faixas 2 e 3. 
 
CM:  Foi anunciado que a faixa 3 estendida permite valor de até 25% maior que os limites atuais, podendo chegar a R$ 300 mil, isto valera para todas as faixas e locais?
 
M.H.A.: Os imóveis com valores superiores a R$ 240 mil até o limite de R$ 300 mil, como no caso de São Paulo, podem ser financiados para famílias de qualquer faixa de renda, mas igualmente com juros de 9,16%. Para rendas acima de R$ 7.000,00 até R$ 9.000,00 e/ou imóveis com valores 25% maiores que o estabelecido, os juros cobrados serão de 9,16%.
 
CM: O enquadramento do faixa 3 estendido está vinculado somente a renda? 
 
M.H.A.: Famílias com renda superior a R$ 7.000,00 até o limite de R$ 9.000,00 podem pleitear financiamento nessa modalidade, porém com juros de 9,16%, para qualquer valor de imóvel até o limite de R$ 300 mil. 
 
CM: Como funcionará as novas medidas do Programa MCMV para família unipessoal? 
 
M.H.A.: Não houve alteração recente dessa regra, os valores de descontos estabelecidos para o Programa Minha Casa, Minha Vida são reduzidos em 30%, nos casos de proponentes que componham família unipessoal. 
 
CM: Qual critério de contratação do faixa 1 e do faixa 1,5 na nova fase do PMCMV? Qual é a previsão de início de contratação das unidades do faixa 1 e 1,5?
 
M.H.A.:  As alterações para a Faixa 1 ainda não foram divulgadas, nossa previsão é que isso 
ocorra em março. Já na Faixa 1,5 a renda passa de R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 com juros no valor de 5%. A alteração dos valores de subsídio também é uma novidade para o comprador – os descontos serão maiores. Na Faixa 1,5 passa de R$ 45 mil para R$ 47.500. 
 
CM: Haverá limitação de unidades por empreendimento?
 
M.H.A.: Para as Faixas 1 e 1,5, em áreas urbanas, o limite é de 500 unidades habitacionais e, áreas rurais, 50. Já nas demais faixas, não há número máximo a ser observado.
 
CM: Quando serão definidas o restante das novas regras operacionais?
 
M.H.A.: Entre março e abril próximos.
 
Veja aqui as Resoluções Publicadas no Diário Oficial da União pelo Conselho Curador do FGTS.
 

Fonte: ww.cbic.org.br/

 

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Quem tem em casa alguma área cimentada já conhece esses problemas. Zonas concretadas, como pátios, decks de piscinas, pavimentos de porões, garagens, entre outros, podem apresentar falhas quanto à segurança e funcionalidade. Afundamentos e rachaduras são as patologias mais comuns vistas em estruturas. E, nesses casos, as medidas tomadas para seu conserto e restauração devem ser imediatas.

O despreparo de muitos profissionais leva os clientes a optarem por soluções exageradas quanto ao reparo de elementos em concreto.  Ao invés de demolir, desnecessariamente, calçadas e estradas, deve-se considerar meios de estabilizar o solo, abaixo da superfície. Já existem algumas técnicas milagrosas e engenhosamente simples no mercado. Elas podem ajudar a corrigir essas imperfeições, garantindo que a área afetada volte ao normal. Um bom exemplo é a espuma expansível, conhecida também como poliuretano.

Existem diversos fatores que podem interferir no desnivelamento de uma laje de concreto, seja ela em um piso de calçada, fundação de residência e mais. O próprio peso da peça, por vezes, comprime o solo, provocando rachaduras e quebras perigosas. Isso acontece porque o concreto não possui características necessárias para uma boa elasticidade.

A gravidade ambiental, a falta de manutenção da estrutura e o emprego de materiais de baixa qualidade na construção podem originar essa desigualdade. Certas condições de solo, como uma erosão, também contribuem para o afundamento de pisos em concreto.  Locais onde haja drenagem imprópria, vazamentos, raízes de plantas ou atividades sísmicas serão os mais afetados.

A espuma expansiva é uma excelente alternativa para nivelar e corrigir diversos tipos de imperfeições em grandes placas de concreto. Esse material é impermeável, leve e de alta residência à compressão – capaz de aguentar até três toneladas por metro quadrado. Além disso, é considerado ecologicamente correto, pois, diferente de outros materiais, não libera substâncias químicas nocivas, que poderiam contaminar o meio ambiente.

Para restaurar uma superfície em concreto danificada de forma rápida, durável e econômica, a espuma expansiva é uma escolha muito vantajosa. Em alguns países, como os Estados Unidos, essa alternativa já é mais barata em comparação com outros métodos convencionais, como o mudjacking – uma mistura de argamassa própria para elevar lajes de assentamento. Mas, de todo modo, é sempre importante uma análise prévia de um profissional qualificado, para saber se não há a necessidade de qualquer intervenção mais complexa.

O poliuretano consegue corrigir desníveis de vários centímetros. Sua eficiência pode ser percebida poucos minutos após a conclusão da injeção do material sobre a superfície concretada. Para melhores resultados, é importante o cliente buscar o serviço de uma empresa especializada em construção. O produto químico, devidamente ajustado pelo profissional, irá expandir e a placa será elevada, com mais precisão, até o nível desejado.

Todo o processo é muito simples e eficaz. Um orifício é feito na laje para a passagem do equipamento especial de injeção do polímero. Dentro do vazio estrutural, é adicionada a espuma, que se expande e preenche todo o espaço, elevando a placa de concreto. Depois da aplicação, o pequeno furo é tapado com cimento, ajudando a resgatar o visual original do piso.

Entenda melhor como funciona todo esse processo assistindo o vídeo aqui.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

 

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que o setor da construção perdeu 358.679 empregos formais em 2016. Em dezembro foram 82.567 postos a menos no setor. O resultado, porém, mostra ritmo de perda de empregos formais inferior ao mesmo período do ano passado (-102.660), sendo o segundo pior resultado em percentual de redução do estoque para o mês de dezembro (-3,47%) desde 1992, só perdendo para o ano passado (-3,73%).

De acordo com a pesquisa, o setor registrou a maior perda de seu estoque em termos percentuais nas bases mensal, anual e 12 meses, e o terceiro em termos absolutos, perdendo para o setor de serviços (-157.654) e para a indústria de transformação (-130.599). Sendo o único setor econômico com dois dígitos (-13,48%) de variação negativa de seu estoque no ano de 2016. O estoque da construção, na série sem ajuste, em dezembro 2016 é de 2.299.912 (na mesma série já foi de 3.075.250 em dezembro de 2014).

 

Fonte: Sinduscon-DF

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Uma goteira aqui, um vazamento sem gravidade ali e, com o passar do tempo, manchas esverdeadas ou mais escuras vão tomando conta do imóvel sem ganhar a devida atenção. O que poucos sabem é que esse “pequeno problema” – mais propício a aparições quando o período de chuva é mais intenso durante o verão – quando não tratado adequadamente, pode colocar o imóvel em risco e, em casos mais graves, causar a ruína de paredes e muros.

Isso porque este mal da construção – a infiltração de água – pode ter causas variadas, é silencioso e mais comum do que parece. De acordo Allan Comploier, diretor da Master House Manutenções e Reformas, o ideal é a contratação de um profissional para agir preventivamente, mas o profissional faz uma recomendação caso o problema persista. “Indicamos a impermeabilização em praticamente todas as partes de uma construção, seja em subsolos, lajes, piscinas e fundações. O importante é saber como fazê-la e quais são os produtos mais indicados para cada tipo de demanda. Só assim é possível evitar ciladas na hora de fazer este tipo de manutenção dos ambientes”, avisa.

De acordo com Comploier, também é necessário identificar o tipo de produto mais adequado. Apesar das diversas opções no mercado, basicamente é possível dividir os impermeabilizantes em dois grupos: os rígidos (argamassas industrializadas, produtos bicomponentes ou com aditivos para argamassa ou concreto), que incorporam a estrutura e tendem a ser porosos; e os flexíveis (mantas pré-fabricadas ou moldadas no local que formam uma espécie de membrana de proteção), que se adaptam às possíveis movimentações na estrutura. Uma vez identificado, o segundo passo é colocar a mão na massa. “Sempre é bom contar com a ajuda de um profissional. Afinal, se a impermeabilização for feita de forma correta, pode durar até 25 anos, o que representa economia e bem estar a longo prazo”, comenta.

Antes de solucionar, porém, é necessário diagnosticar corretamente a origem da infiltração. Conheça os tipos:

De baixo para cima – alguns problemas de infiltrações surgem no alicerce, na base da construção. Logo, quando não feita a impermeabilização adequada, a construção do imóvel fica comprometida desde o seu início, permitindo que a umidade da terra suba pela parede. Nestes casos, é necessário ficar atento à impermeabilização durante o levantamento do alicerce. “Sugiro aplicar dois impermeabilizantes. Um a base de concreto e outro asfáltico”, dá a dica.

De cima para baixo – há infiltrações que mostram-se provenientes do teto. Nestes casos os causadores podem ser a calha e/ou telhas quebradas, por exemplo.

O causador está ao lado – para ampliar a construção, algumas pessoas optam por construir o imóvel “parede com parede” do vizinho. O que parece vantajoso em questão de espaço pode ser um problema quando a infiltração surge na parede ao lado. “Se o imóvel ao lado não estiver com a impermeabilização em dia, a infiltração do vizinho pode ser a causa do seu problema. Nestes casos a política do bom relacionamento é parte da solução do problema”, destaca Comploier.

Encanamentos prejudicados – não são raros os casos em que profissionais pouco qualificados ou até mesmo o dono do imóvel faça alguma adaptação sem o conhecimento do posicionamento dos encanamentos. Ao perfurá-los, a água passa a criar poças internas, causadoras de infiltrações. Fique atento.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou que as construtoras com obras no Minha Casa, Minha Vida, por meio de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), terão o prazo de pagamento reduzido ainda em dezembro deste ano. Atualmente, o prazo é de 30 dias para as pequenas construtoras, 45 dias para as médias e 60 para as grandes. A declaração foi feita em São Paulo, nesta segunda-feira (5), durante o painel de Desenvolvimento Urbano, no 12º Congresso Brasileiro da Construção – Construbusiness, na sede da Fiesp.

Bruno Araújo disse que autoriza a redução desses prazos para 10, 20 e 30 dias. A previsão era que a medida entrasse em vigor em janeiro de 2017, mas após algumas reivindicações do setor construção civil foi antecipada a redução de medição para o pagamento. “Esse é um segundo passo dado para aumentar a credibilidade do governo. A primeira iniciativa foi colocar todos os pagamentos em dia”, ressaltou.

A medida é mais um incentivo para que as empresas invistam ainda mais no setor. “Tem um significado muito especial, porque o mês de dezembro é o mês que há maior encargo. E, para as pequenas empresas que estão desgastadas com o passado recente, de não pagamento em dia, será fundamental para a sobrevivência e para o equilíbrio”, disse Araújo.

Outra iniciativa será a retomada da contratação do FAR. Para o ministro, esse diálogo e mudanças nos trâmites de algumas regras entre governo e construção civil são um incentivo à geração de emprego e renda, com objetivo de aquecer a economia do país.

O FAR recebe recursos transferidos do orçamento geral da União para viabilizar a construção de unidades habitacionais para famílias com renda de até R$ 1,8 mil.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

 

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O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior

Os preços dos materiais usados na construção civil desaceleraram em novembro, dentro do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado na manhã desta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) registrou alta de 0,16% no mês, após avanço de 0,22% em outubro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior. Já o índice que representa o custo da Mão de Obra subiu 0,35% este mês, após avanço de 0,29% em outubro.

Os itens que mais pressionaram o INCC-10 em novembro foram os relacionados à mão de obra: engenheiros (1,15%), ajudante especializado (0,23%) e servente (0,25%). Na direção oposta, os principais itens que contribuíram para evitar uma alta maior da inflação da construção foram vergalhões e arames de aço ao carbono (-1,11%), cimento portland comum (-0,88%) e tijolo/telha cerâmicaprojetos (-0,54%).

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

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O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou na quinta-feira (17/11) seis alterações na metodologia do cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Calculado anualmente, o FAP é um mecanismo utilizado para reduzir ou amentar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT) pago pelas empresas, que passou a se chamar Riscos Ambientais do Trabalho (RAT), contribuição previdenciária paga pelo empregador para cobrir os custos com trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. Dentre as modificações aprovadas para o cálculo do FAP, está a exclusão dos acidentes de trajeto (de casa para o trabalho ou vice-versa).

O entendimento do CNPS é de que as empresas não têm como adotar medidas para prevenir esse tipo de acidente. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, a decisão corrige uma antiga distorção, já que antes os trabalhadores do setor da construção usavam o transporte público e hoje, na sua maioria, usam motocicletas. “A empresa não tem como controlar o uso desse meio de transporte. Não era justo que na estatística do FAP da empresa constasse um acidente de trajeto. Essa decisão vem fazer justiça”, destacou Martins. 

Para o líder do Projeto de Segurança e Saúde no Trabalho da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da Cbic, Haruo Ishikawa, a decisão é importante porque o empregador da construção tem um esforço prevencionista e consegue desenvolver um trabalho preventivo de acidentes no canteiro, mas não fora dele no que se refere a acidentes de trajeto. Trabalho desenvolvido pela CPRT/Cbic sobre Acidentes de Trajeto e apresentado no último mês de maio durante o 88º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), em Foz do Iguaçu (PR), demonstra os impactos econômicos e tributários sobre as empresas do setor da construção civil.

De acordo com o estudo, entre 1999 e 2013, os acidentes de trabalho típicos registraram crescimento de 2,03% ao ano, enquanto os casos de doenças de trabalho apresentaram redução média anual da ordem de 3,17%. Já as ocorrências classificadas como de trajeto cresceram 8,10% ao ano. Os dados demonstram que enquanto os casos de doenças de trabalho promovem uma queda da média do total de acidentes, os de trajeto contribuem para elevar as médias e as tendências de acidentes de trabalho. Mesmo em termos internacionais o Brasil não pode ser considerado líder em acidentes de trabalho.

A decisão do CNPS, portanto, é considerada uma vitória da Cbic para toda a Indústria da Construção pelo alto impacto que provoca ao setor, que, por meio da sua CPRT, desenvolveu o trabalho científico sobre o tema. “A decisão do Conselho da Previdência foi na linha do que foi apresentado em nosso estudo”, destaca o presidente da CPRT/Cbic, Roberto Sérgio.

Outras mudanças
Uma outra modificação no cálculo do fator é a exclusão dos acidentes de trabalho sem concessão de benefícios, exceto acidentes que resultarem em óbito, independentemente da concessão de benefício. 

A partir de 2018, o bloqueio de bonificação por morte ou invalidez continuará valendo. No entanto, esse bloqueio só valerá durante o ano em que ocorreu o acidente e os sindicatos não terão mais a prerrogativa de desbloquear a bonificação. 

Os conselheiros também aprovaram a exclusão da redução de 25% do FAP calculado na faixa malus. No entanto, haverá uma regra de transição. Em 2018, o desconto será de 15% e, no ano seguinte, será totalmente extinto. Esse critério havia sido introduzido para ser aplicado somente no primeiro ano de vigência do FAP, mas continuava sendo aplicado até hoje. 

O bloqueio de bonificação com base na taxa média de rotatividade acima de 75% não foi excluído do cálculo do fator, como havia sido proposto. No entanto, serão usadas somente a rescisão sem justa causa, inclusive a rescisão antecipada de contrato a termo; e a rescisão por término de contrato a termo. Nesse caso, os sindicatos também não terão mais autonomia para promover o desbloqueio.

Outra alteração acatada pelo colegiado diz respeito à regra de desempate das empresas por Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Atualmente, o critério de desempate considera a posição média das posições empatadas. A partir de 2018, será considerada a posição inicial do empate, sem alterar o número total de estabelecimentos com o cálculo válido.

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/

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