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Uma goteira aqui, um vazamento sem gravidade ali e, com o passar do tempo, manchas esverdeadas ou mais escuras vão tomando conta do imóvel sem ganhar a devida atenção. O que poucos sabem é que esse “pequeno problema” – mais propício a aparições quando o período de chuva é mais intenso durante o verão – quando não tratado adequadamente, pode colocar o imóvel em risco e, em casos mais graves, causar a ruína de paredes e muros.

Isso porque este mal da construção – a infiltração de água – pode ter causas variadas, é silencioso e mais comum do que parece. De acordo Allan Comploier, diretor da Master House Manutenções e Reformas, o ideal é a contratação de um profissional para agir preventivamente, mas o profissional faz uma recomendação caso o problema persista. “Indicamos a impermeabilização em praticamente todas as partes de uma construção, seja em subsolos, lajes, piscinas e fundações. O importante é saber como fazê-la e quais são os produtos mais indicados para cada tipo de demanda. Só assim é possível evitar ciladas na hora de fazer este tipo de manutenção dos ambientes”, avisa.

De acordo com Comploier, também é necessário identificar o tipo de produto mais adequado. Apesar das diversas opções no mercado, basicamente é possível dividir os impermeabilizantes em dois grupos: os rígidos (argamassas industrializadas, produtos bicomponentes ou com aditivos para argamassa ou concreto), que incorporam a estrutura e tendem a ser porosos; e os flexíveis (mantas pré-fabricadas ou moldadas no local que formam uma espécie de membrana de proteção), que se adaptam às possíveis movimentações na estrutura. Uma vez identificado, o segundo passo é colocar a mão na massa. “Sempre é bom contar com a ajuda de um profissional. Afinal, se a impermeabilização for feita de forma correta, pode durar até 25 anos, o que representa economia e bem estar a longo prazo”, comenta.

Antes de solucionar, porém, é necessário diagnosticar corretamente a origem da infiltração. Conheça os tipos:

De baixo para cima – alguns problemas de infiltrações surgem no alicerce, na base da construção. Logo, quando não feita a impermeabilização adequada, a construção do imóvel fica comprometida desde o seu início, permitindo que a umidade da terra suba pela parede. Nestes casos, é necessário ficar atento à impermeabilização durante o levantamento do alicerce. “Sugiro aplicar dois impermeabilizantes. Um a base de concreto e outro asfáltico”, dá a dica.

De cima para baixo – há infiltrações que mostram-se provenientes do teto. Nestes casos os causadores podem ser a calha e/ou telhas quebradas, por exemplo.

O causador está ao lado – para ampliar a construção, algumas pessoas optam por construir o imóvel “parede com parede” do vizinho. O que parece vantajoso em questão de espaço pode ser um problema quando a infiltração surge na parede ao lado. “Se o imóvel ao lado não estiver com a impermeabilização em dia, a infiltração do vizinho pode ser a causa do seu problema. Nestes casos a política do bom relacionamento é parte da solução do problema”, destaca Comploier.

Encanamentos prejudicados – não são raros os casos em que profissionais pouco qualificados ou até mesmo o dono do imóvel faça alguma adaptação sem o conhecimento do posicionamento dos encanamentos. Ao perfurá-los, a água passa a criar poças internas, causadoras de infiltrações. Fique atento.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou que as construtoras com obras no Minha Casa, Minha Vida, por meio de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), terão o prazo de pagamento reduzido ainda em dezembro deste ano. Atualmente, o prazo é de 30 dias para as pequenas construtoras, 45 dias para as médias e 60 para as grandes. A declaração foi feita em São Paulo, nesta segunda-feira (5), durante o painel de Desenvolvimento Urbano, no 12º Congresso Brasileiro da Construção – Construbusiness, na sede da Fiesp.

Bruno Araújo disse que autoriza a redução desses prazos para 10, 20 e 30 dias. A previsão era que a medida entrasse em vigor em janeiro de 2017, mas após algumas reivindicações do setor construção civil foi antecipada a redução de medição para o pagamento. “Esse é um segundo passo dado para aumentar a credibilidade do governo. A primeira iniciativa foi colocar todos os pagamentos em dia”, ressaltou.

A medida é mais um incentivo para que as empresas invistam ainda mais no setor. “Tem um significado muito especial, porque o mês de dezembro é o mês que há maior encargo. E, para as pequenas empresas que estão desgastadas com o passado recente, de não pagamento em dia, será fundamental para a sobrevivência e para o equilíbrio”, disse Araújo.

Outra iniciativa será a retomada da contratação do FAR. Para o ministro, esse diálogo e mudanças nos trâmites de algumas regras entre governo e construção civil são um incentivo à geração de emprego e renda, com objetivo de aquecer a economia do país.

O FAR recebe recursos transferidos do orçamento geral da União para viabilizar a construção de unidades habitacionais para famílias com renda de até R$ 1,8 mil.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

 

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O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior

Os preços dos materiais usados na construção civil desaceleraram em novembro, dentro do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado na manhã desta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) registrou alta de 0,16% no mês, após avanço de 0,22% em outubro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior. Já o índice que representa o custo da Mão de Obra subiu 0,35% este mês, após avanço de 0,29% em outubro.

Os itens que mais pressionaram o INCC-10 em novembro foram os relacionados à mão de obra: engenheiros (1,15%), ajudante especializado (0,23%) e servente (0,25%). Na direção oposta, os principais itens que contribuíram para evitar uma alta maior da inflação da construção foram vergalhões e arames de aço ao carbono (-1,11%), cimento portland comum (-0,88%) e tijolo/telha cerâmicaprojetos (-0,54%).

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

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O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou na quinta-feira (17/11) seis alterações na metodologia do cálculo do Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Calculado anualmente, o FAP é um mecanismo utilizado para reduzir ou amentar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT) pago pelas empresas, que passou a se chamar Riscos Ambientais do Trabalho (RAT), contribuição previdenciária paga pelo empregador para cobrir os custos com trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. Dentre as modificações aprovadas para o cálculo do FAP, está a exclusão dos acidentes de trajeto (de casa para o trabalho ou vice-versa).

O entendimento do CNPS é de que as empresas não têm como adotar medidas para prevenir esse tipo de acidente. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, a decisão corrige uma antiga distorção, já que antes os trabalhadores do setor da construção usavam o transporte público e hoje, na sua maioria, usam motocicletas. “A empresa não tem como controlar o uso desse meio de transporte. Não era justo que na estatística do FAP da empresa constasse um acidente de trajeto. Essa decisão vem fazer justiça”, destacou Martins. 

Para o líder do Projeto de Segurança e Saúde no Trabalho da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da Cbic, Haruo Ishikawa, a decisão é importante porque o empregador da construção tem um esforço prevencionista e consegue desenvolver um trabalho preventivo de acidentes no canteiro, mas não fora dele no que se refere a acidentes de trajeto. Trabalho desenvolvido pela CPRT/Cbic sobre Acidentes de Trajeto e apresentado no último mês de maio durante o 88º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), em Foz do Iguaçu (PR), demonstra os impactos econômicos e tributários sobre as empresas do setor da construção civil.

De acordo com o estudo, entre 1999 e 2013, os acidentes de trabalho típicos registraram crescimento de 2,03% ao ano, enquanto os casos de doenças de trabalho apresentaram redução média anual da ordem de 3,17%. Já as ocorrências classificadas como de trajeto cresceram 8,10% ao ano. Os dados demonstram que enquanto os casos de doenças de trabalho promovem uma queda da média do total de acidentes, os de trajeto contribuem para elevar as médias e as tendências de acidentes de trabalho. Mesmo em termos internacionais o Brasil não pode ser considerado líder em acidentes de trabalho.

A decisão do CNPS, portanto, é considerada uma vitória da Cbic para toda a Indústria da Construção pelo alto impacto que provoca ao setor, que, por meio da sua CPRT, desenvolveu o trabalho científico sobre o tema. “A decisão do Conselho da Previdência foi na linha do que foi apresentado em nosso estudo”, destaca o presidente da CPRT/Cbic, Roberto Sérgio.

Outras mudanças
Uma outra modificação no cálculo do fator é a exclusão dos acidentes de trabalho sem concessão de benefícios, exceto acidentes que resultarem em óbito, independentemente da concessão de benefício. 

A partir de 2018, o bloqueio de bonificação por morte ou invalidez continuará valendo. No entanto, esse bloqueio só valerá durante o ano em que ocorreu o acidente e os sindicatos não terão mais a prerrogativa de desbloquear a bonificação. 

Os conselheiros também aprovaram a exclusão da redução de 25% do FAP calculado na faixa malus. No entanto, haverá uma regra de transição. Em 2018, o desconto será de 15% e, no ano seguinte, será totalmente extinto. Esse critério havia sido introduzido para ser aplicado somente no primeiro ano de vigência do FAP, mas continuava sendo aplicado até hoje. 

O bloqueio de bonificação com base na taxa média de rotatividade acima de 75% não foi excluído do cálculo do fator, como havia sido proposto. No entanto, serão usadas somente a rescisão sem justa causa, inclusive a rescisão antecipada de contrato a termo; e a rescisão por término de contrato a termo. Nesse caso, os sindicatos também não terão mais autonomia para promover o desbloqueio.

Outra alteração acatada pelo colegiado diz respeito à regra de desempate das empresas por Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Atualmente, o critério de desempate considera a posição média das posições empatadas. A partir de 2018, será considerada a posição inicial do empate, sem alterar o número total de estabelecimentos com o cálculo válido.

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/

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O nível de emprego no setor da construção civil do país recuou em 1,14% no último mês de setembro sobre agosto, o que representou o corte de 30.823 trabalhadores. No acumulado do ano até setembro, foram suprimidas 225.069 vagas e, em 12 meses, 460.014. Os dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) referem-se à pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), feita em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o levantamento, o setor vem reduzindo as contratações há dois anos e já eliminou, nesse período, 899.913 mil postos de trabalho. Em 2016, pelas estimativas do SindusCon-SP, as dispensas devem atingir 500 mil. Em outubro de 2014, a base de trabalhadores era de 3,57 milhões e caiu para 2,678 milhões.

As maiores quedas ocorreram nas empresas relacionadas a obras de acabamento (-1,30%) e imobiliário (1,29%). Já nos nove primeiros meses do ano, houve diminuição de 17,76% no segmento imobiliário e de 14,92%, nas empresas que lidam com a preparação de terreno. Por região, o Sudeste aparece com o recuo mais expressivo (1,36%), seguido do Nordeste (-1,16%).

Na avaliação do presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, a retomada do emprego só vai ocorrer por meio do reaquecimento da economia e, para isso, serão necessárias medidas estruturais como as reformas tributária e trabalhista, a racionalização das despesas do governo, a diminuição dos juros, a elevação da oferta de crédito e a agilização das concessões e parcerias público-privadas da União, estados e municípios.

 

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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UpSoul traz conhecimento de feiras internacionais em recursos de IoT para atualizar clientes no Brasil

 

Motivada pela movimentação internacional em relação ao uso de recursos relacionados à Indústria 4.0, como redução de custos, aumento da segurança no trabalho, sustentabilidade energética e ambiental e salto na produtividade e qualidade de serviços, a consultoria UpSoul foi buscar conhecimento e melhores práticas em feiras internacionais para repassar aos seus clientes no Brasil.

Uirá Falseti, diretor da UpSoul, destacou em sua apresentação, no último dia do IT Forum Expo (09/11), a visita realizada à Bauma 2016, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, realizada na Alemanha. “É um dos principais eventos mundiais de tecnologia no setor de construção civil, reunindo perto de meio milhão de visitantes de 200 países. Estando lá, percebemos que o Brasil precisa saltar etapas se quer seguir na competição, rumo à quarta revolução industrial”, disse.

Um dos relatos que impressionou a plateia foi a impressão em 3D de todas as estruturas de concreto de uma casa, em tamanho real, que permite levá-la da impressora ao canteiro de obras. “Essa possibilidade é fruto de um projeto, realizado por um grupo de alunos da Universidade de Dresden, na Alemanha. Para isso, desenvolveram a tecnologia batizada de CONPrint3D. Imprime projetos digitais, totalmente feitos por computador.”

O executivo ressaltou que os atrasos no setor se deve também ao momento delicado pelo qual passa o Brasil, envolvendo construtoras importantes em questões políticas e econômicas em investigação. Mas, ainda assim, segundo ele, é preciso saber o que o mundo já está colocando em prática no que se refere aos recursos que desenham o conceito de Internet das Coisas (IoT). “Nosso objetivo é entender o fenômeno da Indústria 4.0 na construção civil e sua aplicação à realidade brasileira."

Da viagem, trouxe na bagagem, que os avanços em canteiros de obras e maquinários estão possibilitando significativos ganhos em processos produtivos e economia de custos. “É possível o monitoramento das obras por meio de drones, caminhões autônomos em áreas de mineração, que usam computadores de bordo para a comunicação com a central e elaboração de relatórios de variadas estatísticas, matéria-prima de estratégias críticas para o negócio”, relatou Falseti.

A tecnologia robótica foi outro destaque do setor. “Já estão sendo usados robôs de demolição, que preservam o trabalho humano, garantindo a segurança das pessoas e também a precisão dessas tarefas”, descreveu, ressaltando que com os sensores embarcados nesses equipamentos, eles se tornam muito inteligentes. E mais: “Os custos economizados com seguros nos empreendimentos em construção civil agora estão sendo direcionados para investimentos na criação de softwares para a nova era”.

Falseti tomou como base da apresentação uma recente pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o primeiro levantamento nacional sobre a adoção de tecnologias digitais relacionadas à Indústria 4.0. De acordo com o estudo, realizado com mais de 2 mil empresas em todo o território nacional, em janeiro deste ano, foram identificadas dez tipos de tecnologias digitais usadas no meio produtivo, em diferentes estágios da cadeia industrial. E elas estão concentradas no segmento de manufatura.

Outro dado interessante da pesquisa é que os processos aparecem em primeiro lugar (73%), como alvo de modernização por meio dessas tecnologias, seguidos do desenvolvimento da cadeia produtiva (47%) e do desenvolvimento de produtos e novos negócios (33%).

A movimentação detectada pelo estudo mostra que a indústria brasileira segue o caminho da otimização de processos primeiramente, para depois se direcionar para a criação de aplicações voltadas a produtos e novos serviços. Entre os benefícios apontados, redução de custos ganhou o topo (54%), seguida de aumento de produtividade (50%).

“O Brasil precisa queimar etapas nesse desenho para não ficar para trás no cenário mundial. Ao mesmo tempo em que se apresenta como solo fértil para adoção de tecnologias revolucionárias”, acredita Falseti, que diz estar pronto para munir seus clientes com o conhecimento e pesquisas da empresa, com informações capazes de ajudá-los a construir estratégias digitais para serem mais competitivos em seus mercados.

 

Fonte: http://www.itforum365.com.br/

 

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CBIC destaca, durante Encontro Internacional de Inovação e Avanços Tecnológicos na Colômbia, desafios dos empresários brasileiros para alcança-la

A inovação como chave para a competitividade do setor construtivo e a tecnologia para a construção sustentável foram o temas principais do TecnoConstrucción - Encontro Internacional de Inovação e Avanços Tecnológicos para o setor da construção, promovido pela Câmara Colombiana da Construção (Camacol), nos últimos dias 2 e 3 de novembro, no Hotel Dann Carlton Cali, na Colômbia. O evento reuniu, entre outros, atores do setor da construção do México, Colômbia, Chile, Espanha, Porto Rico, Brasil e China, como o inventor de impressoras 3D, Ma Yihe. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), representante nacional e internacional do setor da construção, participou do evento, por meio do presidente da sua Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat), Dionyzio Antonio Martins Klavdianos, oportunidade em que apresentou as inovações do setor da construção nacional aos participantes do evento, destacando os desafios dos empresários em alcança-las. “O maior desafio dos empresários da construção no mundo para se manter no mercado é construir mais, melhor, mais barato e com menos”, mencionou Dionyzio Klavdianos. Esta ação faz parte do projeto de Integração Internacional, uma iniciativa da CBIC e do SENAI Nacional. 

Mudança cultural
Dionyzio Klavdianos mencionou as barreiras culturais existentes no País sobre inovação. “De uma forma geral, os empresários brasileiros não adotam uma cultura sistêmica de inovação e o cliente tem resistência a adquirir sistemas construtivos diferentes dos tradicionais, que podem e devem continuar a ser adotados, mas otimizados para que reduzam impacto negativo ao meio ambiente e evoluam em produtividade”, disse. Destacou, no entanto, o trabalho que vem sendo desenvolvido pela CBIC para mudar essa cultura e para que as construções nacionais atendam aos preceitos básicos da engenharia e estejam de acordo com as normas técnicas brasileiras. Destacou a implementação do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), em 1991, quando a cultura da norma técnica começou a ganhar impulso no dia a dia das construtoras, processo que se consolidou com a instituição da ABNT NBR 15575, que desde 2013 instituiu parâmetros de desempenho para Edificações Habitacionais da indústria da construção brasileira, estabelecendo requisitos mínimos de qualidade, conforto e segurança em imóveis residenciais.

Ressaltou que a CBIC foi uma das principais indutoras para o sucesso da aprovação da NBR 15575 durante o período em que esteve em consulta nacional e posteriormente em ações integradas  com a indústria de materiais, governo, instituições financeiras, conselhos de engenharia e arquitetura e academia para a disseminação do seu conteúdo e preceitos por todos os segmentos da cadeia construtiva, que resultaram nas publicações do Guia Orientativo para Atendimento à Norma de Desempenho; Dúvidas sobre a Norma de Desempenho – Especialistas Respondem; Análise dos Critérios de Atendimento à Norma de Desempenho, e Guia Nacional para Elaboração do Manual de Uso, Operação e Manutenção das Edificações, todos realizados pela CBIC, com a correalização do SENAI Nacional.

O presidente da Comat/CBIC mencionou também o Minha Casa, Minha Vida (MCMV), programa instituído em 2009 pelo governo federal, que, com o objetivo de reduzir o déficit habitacional nacional, possibilitou a consolidação de uma série de processos construtivos inovadores, que necessitavam de escala para viabilização, como casas de bloco de concreto estrutural e parede de concreto armado. Citou também os trabalhos desenvolvidos pelo Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação (CTECH), coordenado pelo Ministério das Cidades, que inseriram diretrizes e conceitos previstos na NBR 15575 no Caderno de Encargos e Serviços das Moradias Construídas no âmbito do MCMV. Com isso, a partir da Fase III do MCMV todas as moradias deverão ser construídas utilizando unicamente sistemas construtivos que atendam à referida norma técnica.

Salientou também o trabalho do Grupo Técnico de Acompanhamento de Normas Técnicas da CBIC que, desde a sua criação, há três anos, vem participando efetivamente da elaboração e/ou revisão de cerca de 30 normas técnicas, bem como acompanhando mais de 100, além de monitorar aproximadamente 300 normas por ano e atualmente publica em conjunto com o Sinduscon-MG o Catálogo de Normas Técnicas, onde todas as normas relacionadas à edificação estão listadas.

Inovação no setor
No que se refere ao incentivo à inovação no setor da construção nacional, Klavidanos mencionou o Sistema Nacional de Avaliação Técnica de Produtos Inovadores (Sinat), no âmbito do Ministério das Cidades, que é um processo de validação de produtos inovadores empregados em edifícios, particularmente habitacionais, obras de saneamento e de infraestrutura de transportes, baseado no conceito de desempenho. As avaliações são realizadas por entidades credenciadas como Instituições Técnicas Avaliadoras (ITA’s), com avaliações iniciais e semestrais. Atualmente há 10 ITA’s e 11 Diretrizes para Avaliação Técnica de Produtos (Diretriz Sinat). “Desde a implantação do Sinat, tivemos 30 Documentos de Avaliação Técnica (DATec’s) desenvolvidos, dentre eles, 11 estão válidos. No entanto, o sistema de aprovação ainda é moroso, estamos discutindo a revisão do processo com o objetivo de torná-lo mais rápido, mantendo-se logicamente a criticidade”, disse.

Quanto à competitividade, informou sobre a parceria com o Instituto SENAI de Inovação para o projeto de desenvolvimento de impressora em 3D no Brasil, mencionando que a entidade acredita que a correta implementação da inovação da impressora 3D pode contribuir com a redução do déficit habitacional no mundo, notadamente em regiões mais pobres. Citou também a necessidade de se investir no Building Information Modeling (BIM). “A CBIC entende que o BIM é muito mais que uma evolução de software, mas um processo poderoso de integração de outros já existentes e que aplicado com inteligência pode beneficiar, de novo, o pequeno e médio empresário, justo o associado da CBIC, que normalmente não tem condições de criar, manter e, notadamente, integrar, em padrão de excelência, departamentos distintos como os de projeto, compras, planejamento, obras e manutenção..."tarefa" que pode ser facilitada pelo uso correto do BIM”, frisou.

Informou ainda que, com o objetivo de promover a democratização do processo, foi lançada em junho deste ano a primeira coletânea BIM voltada para construtoras e incorporadoras com o intuito de remover barreiras de compreensão, ensinar o empresário a dar os primeiros passos rumo à inovação e quebrar a barreira do imaginário popular que pensa que esta revolução está ligada exclusivamente aos projetos. A ação integra o projeto Disseminação do BIM, uma iniciativa da CBIC e do SENAI Nacional. Além disso, destacou o Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade, ação que integra projeto de mesmo nome, de iniciativa da CBIC e do SENAI Nacional, um dos mais importantes do setor e que tem como objetivo premiar projetos inovadores, no âmbito das empresas, academia, fornecedores, que tenham se mostrado na prática instrumento de avanço em termos de melhoria de qualidade e competitividade e cujos premiados desta edição serão conhecidos no dia 14 de dezembro deste ano.

 

Fonte: http://www.cbic.org.br/

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Visando melhor estética e durabilidade das obras, os projetistas buscam, constantemente, novas soluções em materiais e técnicas construtivas. Em situações onde há maiores níveis de exigência, como em residências de alto padrão, áreas de tráfego intenso ou espaços que necessitam de fácil conservação e limpeza, a escolha de certas tecnologias é fundamental. E, se tratando de concreto, uma das opções mais econômicas e inovadores para acabamento existente no mercado é o processo conhecido como ‘vitrificado’.

Quando se fala em concreto vitrificado, lapidado ou polido, refere-se a um sistema de tratamento para a superfície do concreto. Com esse processo revolucionário promete-se a recuperação do material existente, dando-o um novo acabamento, mais atrativo e elegante. A tecnologia envolve matérias químicas, para o endurecimento de superfície, e ferramentas especiais, para a parte mecânica, ao se fazer o polimento.

Primeiro, é preciso esclarecer que o processo de lapidação pode ser realizado sobre um plano em concreto já existente ou novo. Para que isso dê certo, tendo uma execução mais fácil, é necessário apenas que a base seja bem lisa. Mesmo que o concreto seja fabricado por uma concreteira, levando em consideração o traço (para seu polimento que possuiria retardador de pega), algumas questões ainda devem ser observadas.

Por efeito da gravidade, os agregados da massa, como as britas, podem descer e ficar ao fundo da peça. Isso fará acumular uma ‘nata cimentícia’ na superfície. Se não houver a lapidação adequada do concreto, que elimina essa camada mais fraca e porosa, em pouco tempo a peça poderá apresentar desgaste, com um acúmulo excessivo de poeira, buracos e quebras nas juntas de dilatação.

Antes do polimento, prepara-se a superfície para que a mesma fique ‘a nível zero’. Na etapa seguinte, se opta por uma das duas formas de execução, à seco ou molhado. Com a ajuda de máquinas retificadoras, discos abrasivos e diamantados, faz-se uma raspagem da área tratada. Depois é executado o tratamento definitivo, através da aplicação de novos reagentes químicos, agregados ao concreto – como o silicato de sódio, flúor silicato e outros. Todo o processo pode levar horas, até que a superfície fique bastante lisa e brilhosa, como um vidro ou um granito polido.


 Vantagens e Desvantagens
O processo para o polimento do concreto transforma sua superfície, antes porosa, em uma camada impermeável, impedindo penetração de água, óleo, bactérias e outros contaminantes. Por isso sua aplicação é indicada tanto para ambientes industriais e comerciais quanto para os residenciais. Atualmente, vê-se muito o emprego do concreto vitrificado em pisos de lojas, estacionamentos, depósitos, hospitais e mais.

Infelizmente, seu emprego requer mão-de-obra especializada, além de tecnologias e elementos adequados para evitar quaisquer patologias. É comum acontecer, em pisos sem acabamento, com polimento prematuro ou composição inadequada, lascas e delaminações. Portanto, é preciso fazer o polimento sobre o material apenas após a conclusão da etapa de cura e raspagem da camada superficial.

Apesar de todos os cuidados necessários, não há dúvidas de que o concreto vitrificado apresenta mais vantagens do que desvantagens. Um piso lapidado com esse processo torna-se mais resistente às forças mecânicas e abrasivas. A redução da aspereza da superfície do concreto evitará possíveis arranhões ou desgaste com rodas, por exemplo. Sua durabilidade também será maior, necessitando de menos manutenção ou revestimentos, como pinturas e ceras, e também apresentará vantagens à saúde dos usuários, pois melhorará a luminosidade do ambiente, facilitará a limpeza e gerará bem menos vapores ou detritos contaminantes.

Vê-se, portanto, que o concreto vitrificado é a solução mais perfeita para se consertar ou rejuvenescer superfícies deterioradas. Com menos custos, o ambiente se tornará mais bonito, sofisticado, elegante e moderno, em qualquer estilo de design que for. O piso, novo ou antigo, ganhará um altíssimo brilho espelhado e ainda será antiderrapante. No final, pode-se optar por manter as nuances das cores do concreto aplicado ou ainda personalizá-lo. Através do processo de pigmentação, durante a lapidação, conseguem-se cores variadas impressionantes.

Confira o vídeo do processo de lapidação.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

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Empresas do ramo tentam se modernizar para manter a competividade e, desta forma, investem fortemente na área técnica, esquecendo de que é essencial impulsionar também a produção e a logística durante a obra

Ao longo dos últimos anos, a maior preocupação de gestores e empresas é atuar com sucesso e responsabilidade em um momento cada vez mais exigente, que pede uma economia dinâmica e preparada para responder às novas demandas gerenciais e produtivas. Para atender a essa tarefa desafiadora, é importante estar atento aos desperdícios, prazos e retrabalhos.

O segmento da construção civil, um dos pilares do desenvolvimento econômico do País, está no cerne desse desafio. Diante desse movimento, as empresas do ramo tentam se modernizar para manter a competividade e, desta forma, investem fortemente na área técnica, esquecendo de que é essencial impulsionar também a produção e a logística durante a obra.

É neste contexto que a chamada Lean Construction, também conhecida como "Produção Enxuta", ganha força. Sua principal premissa parte da compreensão de que a gestão de processos em construção civil pode - e deve - ser otimizada, a partir de ações sérias de governança, que gerenciem melhorias em etapas produtivas. Entre as suas vantagens está o controle da atividade de construção em múltiplos subprocessos, que é capaz de reduzir desperdícios na cadeia e eleva a produtividade como, por exemplo, eliminando mão de obra desnecessária ou ociosa e otimizando os recursos disponíveis no momento.

Há ainda diversas formas de alcançar esse objetivo, entre as quais se destaca a otimização de processos e fluxos que não agregam valor ao serviço, como transporte e armazenamento de materiais. Outra forma de atuação, nessa linha, é a elaboração de orçamentos assertivos, fieis às reais necessidades da empresa e livres de vícios que encareçam as operações de compras.

Também são ações recomendadas a redução do número de etapas de um processo, a elevação da transparência na gestão e a diminuição do tempo de ciclo de cada etapa da cadeia produtiva. Tudo isso gera ganho de tempo e acelera a obra.

Para que isso tudo seja possível, no entanto, é preciso dispor de ferramentas de gestão com elevado grau de eficiência. Soluções capazes de garantir controle minucioso sobre o processo e de gerar o ganho almejado. São várias as tecnologias disponíveis no mercado - todas equipadas com funcionalidades que maximizam produtividade, por meio de operações de controle orçamentário, observância de prazos, fluxo adequado de estoque e integração de múltiplos processos, inclusive fiscais e tributários.

Somente assim, a partir de um olhar gerencial amplo e devidamente apoiado nas ferramentas adequadas, é que o setor de construção civil se tornará apto a constituir uma das bases da recuperação econômica.

Por Márcio Viana - CEO da unidade TOTVS Curitiba

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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A cada ano surgem novas possibilidades dentro do contexto da arquitetura e da engenharia civil. Elas contemplam soluções que vão muito além da questão estrutural, gerando também resultados estéticos variados. É com a escolha de certos materiais e técnicas construtivas que suas belas formas são mais bem ressaltadas.

O concreto branco, por exemplo, é pouco comum no Brasil, mas bastante difundido na Europa. Ele pode ser visto em obras de grande porte e até em pequenas peças pré-moldadas. E a sua maior excelência deve-se ao fato do acabamento da edificação ser a própria superfície concretada.

As características do concreto branco
Embora ainda existam poucas publicações explicando as propriedades do concreto branco, o projetista brasileiro pode consultar a NBR 12989. Nela pode-se entender quais são as regulamentações para o Cimento Portland Branco, estrutural e não estrutural.  No geral, vê-se que muitas das características do concreto branco se assemelham às do concreto convencional. Sua resistência, por exemplo, pode ser igual ou até superior ao concreto cinza. Isso permite a criação de grandes vãos.

O concreto branco é feito, portanto, a partir do cimento branco estrutural. Na sua composição, também estão presentes o calcário e a areia, que precisa ser naturalmente clara. E os agregados, como argila e rocha – inertes de mármore, granito e outros. Cada um desses componentes influenciará nas propriedades do concreto.  O importante é que não haja matérias-primas contendo óxidos de ferro e manganês, pois eles são, justamente, os elementos responsáveis pela cor cinza do cimento convencional.

Existem muitas vantagens no uso do concreto branco. Esse material oferece alta durabilidade e baixa manutenção. Dispensa pinturas ou outros tipos de revestimentos. Isso permite que a estrutura permaneça na sua tonalidade mais clara. A manutenção pode ser realizada apenas com água e sabão neutro.

Mas, em alguns casos, é necessária maior proteção contra a entrada de agentes agressivos ou impregnação de sujeiras. Então, recomenda-se o uso de resinas ou hidrofungantes. Os materiais fotocatalíticos possuem propriedades autolimpantes, que eliminam possíveis resíduos aderidos à superfície.

O concreto na tonalidade branca tem aspecto mais higiênico e agradável. Por isso é muito empregado em obras publicas, ambientes médicos, museus e outros. Ele tem a capacidade de refletir melhor a luz solar. Portanto, manterá a temperatura adequada nos interiores das edificações. E se a ideia é tingir de outra cor, a base branca garante melhor pureza e homogeneidade de textura e pigmentos. O branco, combinado com outras cores, gera combinações estéticas ainda mais impactantes.

Desvantagens
Agora, como desvantagem, o preço da matéria prima e da moagem, para a fabricação do concreto branco, costuma ser mais cara do que do concreto cinza. Além disso, alterações ou reparações são mais complicadas. Mesmo buscando soluções para a proteção da fachada, o meio ambiente afetará de alguma forma a estrutura. E sem o devido cuidado, logo surgirão manchas, alterando definitivamente a sua aparência.

Para obter uma qualidade satisfatória do concreto branco aparente, é necessário que se tenha cuidados redobrados com a execução da obra. O profissional precisa entender, completamente, todos os possíveis comportamentos do material. Principalmente perante os agentes agressivos. Os aspectos mais críticos são em relação à mistura dos agregados, à moldagem e ao controle de temperatura – para evitar fissuras com a perda de água na cura.

As fôrmas devem ser em compensado naval, com pouco ou nenhum uso anterior e de preferência sem parafusos ou tarugos de madeira – trocando pela fixação em colagem. E elas devem impedir, ao máximo, a permeabilidade de qualquer coisa que possa comprometer a massa e corroer a armadura.

Fundação Iberê Camargo
A ponte Irineu Bornhausen, em Santa Catarina, é a primeira grande obra construída em concreto branco no Brasil. Porém, a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, possui maior relevância para a arquitetura. Isso porque o seu projeto é assinado pelo arquiteto português, mundialmente conhecido, Álvaro Siza. A edificação, que ficou pronta em 2008, é a primeira erguida totalmente em concreto armado branco e aparente no país.

Visando uma melhor trabalhabilidade do material, na composição do concreto, foram utilizadas rochas calcárias. Isso tanto para agregados graúdos quanto para miúdos. Houve um controle técnico muito rigoroso. A produção da massa foi realizada in loco. Aditivos retardadores de pega foram acrescentados como solução para evitar a ascensão de nata, que causaria manchas nas superfícies aparentes das peças. E para eliminar quaisquer possíveis fissuras, geradas pela perda de água na cura, foi montado um sistema de irrigação, em funcionamento durante dez dias ininterruptos.

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

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