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O diretor-presidente da Mútua parabenizou o Crea-PR pelo evento e ressaltou a importância da parceria entre as instituições do Sistema e as entidades de classe. Calheiros ainda enfatizou o relevante papel da Mútua no Sistema e destacou que o crescimento da Instituição tem refletido diretamente na vida de milhares de profissionais, em todo o Brasil

Foi realizado na quinta e sexta-feira (6 e 7), em Foz do Iguaçu, o 40º Encontro Paranaense de Entidades de Classe (EPEC), promovido pelo Crea-PR com a presença de cerca de 90 entidades de classe de todo o Estado, representadas no evento por aproximadamente 350 profissionais. Também acompanharam o Encontro, lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua, entre elas o diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Claudio Pereira Calheiros, o engenheiro civil Wilson Lang (representando o presidente em exercício do Confea, engenheiro mecânico Julio Fialkoski), a conselheira federal e coordenadora da Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema (CCSS), engenheira eletricista Ana Constantina Sarmento, o coordenador estadual do Colégio de Entidades Regional (CDER), engenheiro civil Nivaldo Barbosa de Lima, e a inspetora do Crea-PR, engenheira agrônoma Marcia Laino. Na solenidade de abertura ainda esteve presente o chefe de gabinete da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu Rubens Prates Junior (representando o prefeito de Curitiba Reni Pereira).

O presidente em exercício do Crea-PR, engenheiro agrônomo Orley Jayr Lopes proferiu discurso lembrando que o evento é duplamente simbólico, já que em 2014 o Conselho completa 80 anos de atividade e, neste ano, o EPEC chega a 40 anos de existência. “Podemos dizer que sem as entidades de classe talvez o Sistema Confea/Crea e Mútua não existisse. Afinal, foi graças à luta das entidades precursoras que, em 1933, foi regulamentando o exercício da profissão de engenheiro e agrimensor”, recordou.
Em sua fala, o presidente destacou algumas ações realizadas pela atual diretoria, como a maior aproximação com as entidades de classe e instituições de ensino a partir da instituição do Departamento de Relações Institucionais (DRI) do Crea-PR, que dialoga de forma ampla com esses colegiados e colabora com suas ações e desenvolvimento. Também, o aumento em 60% do repasse das ARTs às entidades de classe, passando de 10 para 16%, dando mais independência e força às entidades, que realizaram ações e se fortaleceram junto à comunidade. Neste momento, Lopes fez um agradecimento especial à conselheira Ana Constantino, pelo seu papel fundamental na formatação das Resoluções n° 1052 e n° 1053.
Outro avanço significativo, segundo Lopes, foi a criação do Colégio de Entidades Regional do Paraná (CDER), que desde 2012 deu mais empoderamento e poder decisório às entidades. “Esse encontro é um exemplo desse trabalho, já que o CDER, em conjunto com o DRI, realizou toda a coordenação do evento”, lembrou.
Lopes citou ainda a fiscalização do Crea-PR, que também passou por mudanças profundas, com a implantação de um modelo inédito e inovador. “No ano passado, atingimos a marca histórica de mais de 70 mil fiscalizações e, em 2014, devemos atingir 80 mil atos fiscalizatórios. Além disso, criamos as operações de fiscalização especializadas (OFEs), realizadas de forma orientativa e não punitiva”, disse. “Ainda que tenhamos feito grandes passos, é preciso avançar constantemente na ocupação dos espaços a nós destinados, com competência e responsabilidades, assumindo e atendendo as demandas oriundas das inovações tecnologias, nos mantendo atualizados e valorizando nossas profissões”, encerrou.

Pronunciamentos

“É uma satisfação participar mais uma vez deste grande evento que o Paraná realiza para discutir ações importantes nas áreas afetas ao Sistema. Agradeço ainda o apoio do Crea-PR e das entidades de classe paranaenses na atuação da Mútua, instituição hoje reconhecida nacionalmente e que conseguiu retornar aos profissionais R$ 138 milhões em benefícios somente nos últimos três anos, com a previsão de retorno neste ano de R$ 130 milhões diretamente na mão dos profissionais”, disse Claudio Pereira Calheiros.
“O Paraná é um exemplo nesta forma de mobilizar, debater e levar assuntos aos profissionais e à sociedade. Que todos nós aproveitemos a oportunidade para atualizar conhecimentos e, acima de tudo, que o evento nos propicie rica troca de experiências, para que no final tenhamos mais subsídios para fortalecer nossas associações”, explanou Marcia Laino.
“A morfologia diferenciada que o Crea possui em comparação aos demais conselhos demanda profunda reflexão sobre a essência deste trabalho. Nesse contexto, precisamos resgatar o nosso protagonismo no mercado de trabalho e na sociedade, debatendo e atuando firmemente em temas regionais e nacionais, marcando definitivamente nossa presença no cotidiano”, comentou Wilson Lang. “A lei que trata da carreira de Estado e que devemos cobrar a sanção da presidente reeleita não trata apenas de uma carreira ou um empreguismo, e sim do reconhecimento pelo Estado brasileiro da quinta função pela qual existe um Estado democrático, que defende a justiça, segurança, educação, assistência social e infraestrutura. E é essa infraestrutura que foi abandonada e terceirizada que devemos retomar, assumindo o papel que a sociedade entende que devemos ter”.
A coordenadora do CCSS, Ana Constantina, lembrou aos presentes do trabalho realizado como relatora das Resoluções n° 1052 e n° 1053. “Foi um ato de responsabilidade perante a ‘caneta’ que eu tinha, que permitiu fazer a democratização junto às entidades de classe no repasse dos valores de ART. Antes impeditiva em diversos aspectos, a Resolução agora teve os entraves burocráticos reduzidos e aqui é um momento ímpar para celebrar esta conquista, junto com os profissionais aqui presentes”, comemorou.
“Neste ano, o evento tem como proposta priorizar as necessidades das entidades de classe paranaenses vinculadas ao Crea-PR. Assim, os assuntos abordados aqui foram idealizados pelos próprios profissionais a partir do CDER, tendo como premissa colaborar com a profissionalização das entidades de classe”, lembrou Nivaldo Barbosa de Lima.
“Entendemos a necessidade de um Conselho atuante em um Estado que possui uma obra do porte da Itaipu Binacional, localizada em Foz do Iguaçu e que é fruto da Engenharia. Uma obra que enriquece esta categoria profissional e enobrece a cidade”, resumiu Rubens Prates Junior.


Fonte: Crea-PR

Foto: Felipe Pasqualini

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Alteração dá a oportunidade de melhorar a eficácia da fiscalização de uma maneira mais rápida e direta Da Redação, em Tribuna do Norte

A partir desta segunda-feira (22/09), os profissionais e empresas registrados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) devem ficar atentos ao início de um novo procedimento que atende às alterações na legislação. A mudança determina que todas as infrações detectadas durante a fiscalização do Conselho sejam autuadas sem a necessidade de notificação prévia. Isso ocorre em virtude da modificação na legislação – efetuada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) por meio da Resolução nº 1.047, de 2013 –, que eliminou dois artigos da original Resolução nº 1.008, de 2004 e instituiu a lavratura do auto de infração, inserindo a penalidade sem necessidade da notificação prévia. Segundo o texto anterior da Resolução nº 1.008, o fiscalizado era notificada para prestar informações ou adotar providências para regularizar a situação. Esta situação privilegiava os infratores dolosos, pois os mesmos livravam-se do processo regularizando apenas as obras fiscalizadas pelo Conselho. Todas as empresas e os profissionais que exercem atividades de engenharia, agronomia e geociências devem cumprir as determinações legais. “Destaco como exemplos o registro da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), a participação de responsável técnico e o cumprimento do salário mínimo profissional, entre outros, para evitar a autuação”, explica a gerente do Departamento de Fiscalização (DEFIS) do CREA-PR, Vanessa Moura. “Mesmo com a alteração na legislação, os fiscalizados têm preservadas a ampla defesa e a possibilidade de discussão da infração enquanto obrigação compulsória a todos os processos administrativos que envolvam a administração pública e seus administrados", esclarece. Segundo Vanessa, a alteração dá a oportunidade de melhorar a eficácia da fiscalização de uma maneira mais rápida e direta, favorecendo o combate ao exercício ilegal da profissão e à concorrência desleal no mercado, além da valorização profissional nas obras e serviços de engenharia, agronomia e geociências.
Fonte: TN on line

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Uma equipe do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) encontrou rachaduras no muro de contenção do viaduto construído no cruzamento da PR-445 com a Avenida Dez de Dezembro, na zona sul de Londrina. Os problemas foram encaminhados ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para providências.
Após o recebimento de denúncias, os fiscais foram à obra de duplicação do trecho urbano entre Cambé e Londrina da PR-445. O chefe do setor de fiscalizações do CREA Norte do Paraná, Rubens Galera, informou que um ofício foi encaminhado ao governo do Estado com fotos das rachaduras e lembrou que o órgão não tem poder de analisar a estrutura do viaduto.

"Já noticiamos aos órgãos responsáveis do possível embargo ou possível verificação. A gente fiscaliza o exercício profissional, a gente não tem poder de embargo, de mandar parar a obra, nem de dizer que tem que parar", disse à rádio CBN.

Por meio de uma nota oficial, a assessoria de imprensa do DER negou falhas na estrutura do viaduto. "Todos os levantamentos e análises foram levantados junto à construtora do viaduto e as providências estão sendo tomadas. As equipes estão trabalhando no local e o serviço deve ser concluído em 30 dias. O viaduto não tem nenhum problema na estrutura, o que está sendo feito é uma correção no solo."
Fonte: O diario.com

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O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) realizará nos dias 11 e 12 de setembro (quinta e sexta-feira), na Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu, o 21° Fórum de Docentes, que nesta edição discute “O Ensino e a Pesquisa como atividades Profissionais”.

O evento inicia às 9h e reunirá coordenadores de cursos de graduação, técnicos, tecnólogos e dirigentes de instituições de ensino de todo o Paraná que ofertam cursos afetos às áreas das Engenharias, Agronomia e Geociências, além de conselheiros regionais e federais e demais autoridades.

Na programação do dia 11, a palestra “O Ensino e a Pesquisa como atividades profissionais” (às 9h30), a mesa redonda “Integração dos Sistemas Profissional e Educacional”: Acervo Técnico; Concessão de Atribuições, Autonomia Universitária” (às 10h45), as oficinas técnicas A legislação aplicada ao exercício da docência:

Cursos de Engenharia, Agronomia e Geociências na modalidade à EaD e Títulos profissionais x Concessão de atribuições (das 14h às 15h30) e a palestra “Princípios para Educação Executiva Responsável (PRIME) e a palestra “Pesquisa de Conhecimento em Sustentabilidade” (às 17h30).

No dia 12, o evento inicia com a mesa redonda “Diretrizes Curriculares únicas para a Engenharia” (às 9h), seguida de debate, a apresentação dos resultados das oficinas e o encerramento oficial, às 12h30.
As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de setembro pelo site www.crea-pr.org.br.
 
Serviço – 21° Fórum de Docentes do CREA-PR
Datas: 11 e 12 de setembro
Horário: a partir das 9h
Local: Auditório César Lattes, Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu. Avenida Tancredo Neves, 6731

 

Fonte: Portal H2Foz (www.h2foz.com.br)

De 11 a 19 de agosto, o Departamento de Fiscalização (DEFIS) do CREA-PR promoveu em algumas localidades do Estado uma Operação de Fiscalização Especializada (OFE) em destinação de resíduos da construção civil e embalagens de agrotóxicos.
A proposta da ação foi fomentar a discussão sobre a destinação de resíduos da construção civil e embalagens vazias de agrotóxicos, bem como apresentar como se encontra o cenário atual e verificar o cumprimento dos normativos pertinentes.
 
Ação em Cascavel
Em Cascavel, o DEFIS visitou o aterro de inertes da cidade, conferindo de perto a aplicação das normas de gerenciamento de resíduos da construção civil. O trabalho foi desenvolvido pelos agentes de fiscalização, engenheiro agrônomo Victor Ramos e engenheira ambiental Clarisse Sékula, com o acompanhamento do gestor ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, José Luiz Ferreira.
Localizado em uma área de seis alqueires no bairro Guarujá, o aterro de inertes está com os dias contatos, em função de já estar dentro do seu limite. A intenção é utilizá-lo somente até o fim deste ano. Depois, toda a área passará por um plano de recuperação, que consiste no replantio de árvores nativas. Posteriormente, a Prefeitura pretende lançar um edital para escolher a empresa que será responsável pela reciclagem dos resíduos da construção civil. “A conscientização deve partir das empresas e do cidadão, para evitar que lixos não inertes sejam despejados naquela área, como, por exemplo, lixo doméstico, plástico, pneus, móveis, entre outros objetos”, diz o agente Victor Ramos, que também efetuou a ação na Associação dos Distribuidores de Defensivos Agrícolas e dos Veterinários do Oeste do Paraná (ADDAV).
Nesta entidade, os fiscais verificaram o sistema de logística reversa de embalagens de agrotóxicos, ou seja, como acontece o retorno a quem a produziu, bem como a existência de responsável técnico pelo processo. “A situação está regular, sem inconformidades”, relata Ramos.
 
Curitiba tem fiscalização do CREA-PR
Na capital, a OFE aconteceu na empresa HMS Gestão de Resíduos e foi acompanhada pelos agentes fiscais do CREA-PR, engenheira cartógrafa Tatiane Michele da Luz e engenheiro químico Tiago de Souza Godoi Junior; por representantes da empresa fiscalizada, da Secretaria de Meio Ambiente (SMMA) da Prefeitura de Curitiba e da Associação das Empresas Paranaenses dos Resíduos Sólidos da Construção Civil (Aemparc).
No local, os agentes fiscais verificaram itens como a presença de responsável técnico, os tipos de resíduos abrigados pela empresa, a obediência às exigências da legislação ambiental e o uso de equipamentos de segurança; e constataram que a empresa opera conforme o estabelecido no licenciamento ambiental.
“A Operação também tem a função de alertar a população sobre o correto descarte de resíduos da construção civil. O entulho deve ser depositado em caçambas apropriadas, e para o reaproveitamento e destino final adequado, devem ser depositados nessas caçambas apenas resíduos da construção civil. A população também deve contratar caçambas de empresas que têm registro de funcionamento e que atuam de acordo com a legislação ambiental. Isso é importante para reduzir a atividade das empresas clandestinas, que depositam resíduos sem separação em locais que prejudicam o meio ambiente e a saúde da população”, diz o facilitador do CREA-PR, engenheiro civil Maurício Bassani.
 
Profissionais atuantes nos locais fiscalizados em Maringá
Em Maringá e região, três locais receberam as visitas dos agentes fiscais do Conselho, os engenheiros químicos Bruno Trevisan Takemura e Paulo Henrique Neves de Oliveira: a CIMFLEX-Indústria e Comércio de Plásticos e aPedreira Ingá Indústria e Comércio (em Maringá); e a Associação Norte Paranaense de Revendedores de Agroquímicos (Anpara), (em Cambé).
Uma das duas únicas empresas paranaenses parceiras do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens vazias) que reciclam o material das embalagens de agrotóxicos, a CIMFLEX Indústria e Comércio de Plásticos recebeu os agentes fiscais do Conselho acompanhados do fiscal da Secretaria do Meio Ambiente do Município de Maringá, José Carlos Pinheiro.
No local, foram visitados os setores de produção da empresa para conhecimento do processo produtivo, que constatou a presença de profissional técnico responsável. Além disso, os fiscais verificaram o registro das fornecedoras dos serviços de projeto de prevenção contra incêndio, Plano de Prevenção contra Riscos no Ambiente de Trabalho (PPRA), auditoria ambiental, tratamento de efluentes industriais, elaboração de processo de outorga de direito para uso de poço tubular profundo e instalação de sistema de alarme. “Todas as empresas ou profissionais que realizam estes serviços necessitam ter registro no CREA-PR. Identificamos apenas uma empresa prestadora de serviço sem o devido registro no Conselho”, diz Takemura.
Ainda em Maringá, os agentes estiveram na Pedreira Ingá Indústria e Comércio, a fim de identificar o profissional habilitado responsável pelo processo produtivo (reciclagem) e pela coleta, transporte e destinação adequada dos resíduos da construção civil. A empresa possui um engenheiro civil como responsável técnico, que acompanha todo o processo.
Segundo o agente fiscal Paulo Henrique Neves de Oliveira, verificou-se que a empresa recebe os resíduos da construção junto à área da Pedreira Ingá, sendo que os materiais provenientes de madeira são triturados e prensados para a formação dos briquetes para serem utilizados em caldeiras. “Os resíduos provenientes de ferragens são vendidos para sucateiros, e os que contém concreto são disposto nas áreas onde foram retiradas as pedras pela pedreira. A empresa não recebe os resíduos de gesso e os que contêm tintas e vernizes”, explica.
A visita à Anpara contou com o acompanhamento do engenheiro agrônomo Irineu Zambaldi, diretor-técnico da entidade, que recebe embalagens de agrotóxicos vindas de 32 municípios da região. Segundo Takemura, na OFE em Cambé foi verificado o funcionamento de todo o processo de recebimento, compactação e armazenamento das embalagens de agrotóxicos para posterior reciclagem ou incineração, bem como a devida participação de um profissional habilitado responsável. “Tudo estava em conformidade”, assegura. “Cabe destacar que a Associação possui um profissional engenheiro agrônomo responsável pelo armazenamento das embalagens, de acordo com a normativa do CREA-PR, portanto. Este mesmo profissional foi o responsável pela elaboração do Plano de Controle Ambiental da Anpara”, diz.
 
Associação de Ponta Grossa é exemplo de boas práticas
Em Ponta Grossa, a OFE foi realizada na Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários dos Campos Gerais (Assocampos), central de recebimento de embalagens localizada no Distrito Industrial e em atividade desde 1998.
De acordo com o engenheiro ambiental e responsável técnico da Associação, Luiz Fernando de Abreu Marion, no momento da venda dos defensivos, é obrigatória a indicação do local onde o agricultor deverá devolver as embalagens vazias pós-uso. “Além do recebimento, a Assocampos faz a segregação dos recipientes, prensa, armazenagem e encaminhamento para as empresas recicladoras ou de queima em incineradores devidamente cadastrados com os órgãos ambientais”, explica.
 
Durante a visita, os agentes fiscais do CREA-PR, engenheira cartógrafa Tatiane Michele da Luz e engenheiro químico Tiago de Souza Godoi Junior, receberam informações sobre o percentual das embalagens destinadas corretamente. O Paraná se destaca entre os Estados que mais reciclam. “Em nosso Estado, 98% de todas as embalagens vendidas são destinadas corretamente para reciclagem ou incineração. A média brasileira é de 94%, estamos acima da média”, comemora Marion. Os números comprovam o engajamento de toda a cadeia envolvida no processo, o que é chamado de logística reversa, graças à capacidade dos produtores de defensivos, produtores rurais, associações e governo se organizarem em torno da causa.
Na avaliação de Maurício Bassani, que acompanhou a visita, a Assocampos é exemplo, por conta do percentual de destinação correta acima da média e pelas boas práticas de trabalho. “O CREA-PR não quer mostrar apenas os pontos problemáticos das questões afetas ao Conselho, mas também evidenciar as boas práticas e bons exemplos. São mais de dez anos de trabalho da Associação servindo de referência para outros núcleos”, salienta Bassani. Posteriormente às fiscalizações, será elaborado um relatório final com um parecer contendo todas as informações a respeito do que foi fiscalizado nos 7 dias de OFE.

Fonte: http://www.paranashop.com.br

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) promove, através do Programa de Excelência e da Gestão de Qualificação Profissional (PRO-Crea), os cursos de ensino à distância gratuito do Programa de Excelência em Licenciamento Ambiental – Suinocultura e Avicultura.
Direcionado a profissionais de nível superior de todo o Estado, das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências, com registro regular com o Crea-PR, bem como a profissionais de nível médio, o curso tem a proposta de desenvolver conhecimentos técnicos e legais, exigidos no processo de licenciamento ambiental.
As inscrições podem ser feitas até 14 de agosto, ou até esgotarem as 350 vagas. Os cursos tem carga horária de 8h, iniciam no dia 15.08 e termina em 04.09.
O curso é realizado inteiramente via Ensino à Distância (EAD), com aulas e avaliações via internet através do Sistema de Ensino a Distância PRO-Crea.
Após o término do curso, será disponibilizado o Certificado de Aprovação aos participantes aprovados, impresso individualmente no acesso restrito no site do Crea-PR (www.crea-pr.org.br). Mais informações no telefone 0800-410067 ou no ícone Fale Conosco do site www.crea-pr.org.br

Fonte: http://www.paranashop.com.br/

Está disponível no site do Crea-PR o livro “Uma Contribuição para Planos de Desenvolvimento do Paraná”, resultado do estudo Paraná Futuro, coordenado pelo assessor da Presidência do Conselho, engenheiro eletricista Luiz Carlos Correa Soares. A versão impressa está sendo distribuída para os membros do Plenário, para Regionais e Inspetorias do Conselho e também para entidades de classes, instituições de ensino e órgãos, empresas e instituições públicas. Convém lembrar que o Paraná Futuro tem por objetivo contribuir na modelagem, elaboração e construção de um formato de destino para o estado na busca do bem-viver, com observância da qualidade técnica e respeito ao meio ambiente.

A publicação contém uma síntese analítica de um acervo com mais de dois milhões de informações oriundas de dados básicos obtidos de instituições de pesquisas estaduais e nacionais, indicadores de variação calculados para o período abrangido pelo estudo, ranqueamentos de indicadores entre municípios e respectivas relativizações em termos estaduais e regionais. O conteúdo abrange importantes temas setoriais, tais como recursos naturais, infraestrutura, produção, população, formação e aspectos socioeconômicos dos 399 municípios paranaenses, assim como os seus respectivos totais estaduais.

Segundo Soares, um estudo dessa natureza e dimensão deve estar em permanente processo de ampliação, aprofundamento e atualização. “E, por via de consequência, deverá permanecer sempre atento e aberto a contribuições no sentido de uma construção cada vez mais adequada ao atendimento dos interesses profissionais, sociais e econômicos dos paranaenses”, observa o assessor da Presidência do Crea-PR. “Certamente, os produtos já desenvolvidos e outros a desenvolver servirão como subsídio para estudos, projetos e programas de interesse não apenas dos profissionais jurisdicionados ao Crea-PR, mas também para outras instituições, bem como para a sociedade paranaense como um todo”, coloca Soares.

“Outrossim, julgamos já estarmos preparados para contribuir com subsídios importantes na realização de debates setoriais ou regionais ou regionais/setoriais, referentes a aspectos temáticos do estudo, inclusive com vistas às eleições estaduais de outubro de 2014”, destaca Soares. “A ideia é contribuir para a construção de uma visão abrangente e objetiva do desenvolvimento justo, democrático e solidário do Estado”, argumenta.

O estudo – que faz uma radiografia infraestrutural, produtiva e socioeconômica do Paraná – é resultado de mais um significativo esforço do Crea-PR no sentido de dar sua contribuição ao processo de pensar o desenvolvimento do Paraná, pesquisando e direcionando o olhar às necessidades do estado. O projeto Paraná Futuro se propôs a desenhar a evolução socioeconômica paranaense a partir da primeira década deste século e estabelecer um olhar de passado e presente, porém com foco no futuro. “Não se trata de um programa ou plano de governo, mas sim de uma ferramenta para planejamentos referentes ao Paraná”, ressalta Soares.

Clique aqui e leia o livro “Uma Contribuição para Planos de Desenvolvimento do Paraná” no site do Crea-PR.

 

Fonte: Crea-PR

A fiscalização de alimentos de origem animal é realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), e a formação dos profissionais que realizam essa fiscalização é determinada por estado

Dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar) apontam que o Paraná é o maior produtor nacional de frangos, referência em sanidade avícola e responde por mais de 30% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 130 países em todo o mundo. São 42 agroindústrias, entre abatedouros e incubatórios, envolvendo perto de 20 mil avicultores. O panorama positivo da avicultura paranaense e a liderança estadual na produção se devem também ao trabalho de fiscalização desenvolvido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PR), realizado nos aviários e na produção de aves de corte e de postura.

O engenheiro agrônomo Ricardo Araújo, facilitador do Departamento de Fiscalização (DEFIS) do CREA-PR que atua na região Sudoeste do Paraná, informa que as principais irregularidades constatadas no setor pelo Conselho são a falta da ART (Anotação da Responsabilidade Técnica) e o exercício ilegal da profissão, verificadas principalmente na construção dos aviários. Além disso, os fiscais se deparam com atividades estranhas às profissões de engenheira e profissionais e empresas sem registro. “Toda empresa que exercer atividades de criação de animais e industrialização de alimentos de origem animal deve ser registrada no Conselho e ter um responsável técnico habilitado. Caso não possua um profissional habilitado, estará infringindo a legislação específica e está sujeita à pena prevista na lei”, explica.
Fiscalização
O trabalho de fiscalização do CREA-PR em aviários compreende a verificação da construção da estrutura, maquinários que compõem o armazenamento, alimentação e climatização e demais instalações e também as condições na criação da ave. De acordo com Araújo, toda a edificação destinada à criação de animais durante sua execução deve ter um responsável pelo projeto específico, elaborado por profissional da modalidade agronomia, e um responsável técnico pela execução, que podem ser profissionais da agronomia ou da engenharia civil. “Para a produção de aves de corte e de postura, é exigido pela fiscalização o projeto de manejo e o responsável pela assistência técnica, que devem ser profissionais da agronomia, de nível técnico ou superior, conforme atribuições específicas de sua formação”, observa.

A fiscalização de alimentos de origem animal é realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), e a formação dos profissionais que realizam essa fiscalização é determinada por estes órgãos. “Os engenheiros agrônomos e os técnicos de nível médio possuem conhecimento para fiscalizar a produção, industrialização e comércio dos produtos, porém, somente os profissionais registrados no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) possuem conhecimento técnico para atestar a saúde animal”, destaca Araújo.
Indicadores
De 2010 a 2013, segundo levantamento do CREA-PR, o número de ARTs de avicultura de corte permaneceu estável, com o registro de mais de 400 atividades técnicas por ano no Paraná. Em 2012, ocorreu um acréscimo, com mais de 540 ARTs. Já as ARTs de avicultura de postura decresceram nos últimos dois anos, caindo de 44 ARTs, em 2011, para apenas 8, em 2013. O mesmo ocorreu para o número de ARTs de instalações para criação de animais, que reduziu de 207, em 2010, para 46, em 2013.

“Estes números são indicativos que norteiam as ações de fiscalização do CREA-PR”, explica a gerente do DEFIS, Vanessa Moura. “Os dados estaduais do setor indicam crescimento da atividade que deve refletir no registro de ARTs, por exemplo, pois esse é o instrumento que registra que a atividade técnica está sendo realizada por profissional capacitado e habilitado. Neste ano, as fiscalizações a campo serão incrementadas”, finalizada 
Importância
Araújo explica que é fundamental para a avicultura a presença de profissionais habilitados. Eles possuem conhecimento técnico para avaliar a fisiologia, anatomia e a genética do animal, as propriedades nutricionais do alimento fornecido e o ambiente em que se desenvolve, fundamentais para a evolução do sistema de produção da ave. Os profissionais focam sua atuação na qualidade do produto final, sem deixar de atender as exigências sanitárias e dos mercados, visando à sustentabilidade do processo.
“Com dados sólidos, o profissional tem condições de aprimorar constantemente o manejo, a infraestrutura e o rendimento financeiro do produtor e da indústria alimentícia”, garante Araújo. Ele salienta que essas melhorias podem ser em diversas etapas do processo, desde a produção de rações balanceadas, desenvolvimento genético e manejo, mudanças que proporcionam melhor conversão de ganho de peso e redução do período de engorda para abate, assim como adequações das instalações para fornecimento de conforto, conforme o clima local e, financeiramente, com a redução dos custos de produção e buscando novos mercados.

Araújo lembra que outras atividades também podem ser realizadas pelos profissionais: treinamento de manejo aos produtores, controle de qualidade da água, elaboração de projetos e planos para solicitação de licenciamentos ambientais.

 

Fonte: TN On line

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) realiza nesta quarta-feira (18), a convite da Câmara Municipal de Vereadores, uma nova edição da Agenda Parlamentar em Campo Mourão. O evento terá como tema o gerecimento de resíduos sólidos, ainda um dos principais desafios das administrações municipais.

"O Crea-PR criou a Câmara Técnica de Saneamento com ênfase em Resíduos Sólidos, que reúne especialistas no tema, com o propósito de contribuir com as gestões públicas. E é através do conhecimento e experiência desses profissionais que esperamos contribuir com soluções de políticas públicas aos gestores municipais", explica o engenheiro Júlio Campanha, vice-presidente da Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos de Campo Mourão (AREA-CM) e integrante da Agenda 21.

O debate público que será realizado na Câmara Municipal de Vereadores de Campo Mourão, a partir das 14 horas, tem por objetivo dar continuidade à discussão da elaboração do plano de gerenciamento de resíduos públicos e encontrar soluções para a adequada destinação dos resíduos da construção civil, resíduos industriais, resíduos de grandes volumes, dentre outros, ainda uma real oportunidade de melhoria na cidade.

"Percorrendo as extremidades da cidade me deparei com pneus, gesso, móveis velhos, entre outros entulhos depositados às margens de estradas rurais e até mesmo em canteiros centrais próximos à região central", relata o presidente do Legislativo, vereador Pedro Rogério Lourenço Nespolo.

"Esse é um problema de falta de educação da população, mas também existe a questão financeira e de gestão pública. O preço para contratação de caçamba é caro, nem todos têm capacidade financeira para arcar com as despesas. E, por outro lado, não temos em Campo Mourão aterros licenciados para a destinação de todos os tipos de resíduos, como o gesso e a madeira, por exemplo", explica Nespolo.

O presidente da Câmara de Vereadores ressalta que, mais preocupante que a inexistência de um plano de gerenciamento de resíduos, é a falta de respostas da administração às questões referentes a prazos e localização. "Queremos um cronograma de quando a proposta vai sair do papel, qual a possível localização do aterro, se há licença ambiental do IAP [Instituto Ambiental do Paraná]", cita o vereador.

Segundo o engenheiro ambiental Alison Moura Cortez, membro da Câmara Técnica de Saneamento com ênfase em Resíduos Sólidos do CREA-PR, a questão do tratamento e destinação de resíduos sólidos é um problema recorrente em várias cidades do Paraná, especialmente nas de pequeno e médio porte.

"Trata-se de uma discussão que ganhou atenção nos últimos anos com a implantação da lei que prevê o fim dos lixões e a implantação de aterros sanitários em todas as cidades brasileiras ainda este ano", diz Cortez, referindo-se a Lei 12.305, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. "Vamos apresentar algumas sugestões passíveis de serem implantadas para ajudar gestores, empresários e a população a cumprir com as obrigações impostas pela legislação no que se refere ao gerenciamento de resíduos sólidos", finaliza.

O evento conta com o apoio da Associação Regional dos Engenheiros e Arquitetos de Campo Mourão (AREA-CM); Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão (AEA-CM), e daRegional de Campo Mourão do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (Senge-PR).

 

Fonte: O Diário.com


A Sessão Plenária foi bastante prestigiada por lideranças do Sistema e de entidades representativas

Sessão Plenária realizada na noite desta terça-feira (10), na sede do Crea-PR, em Curitiba (PR), marcou o início das comemorações dos 80 anos do Conselho, celebrados oficialmente hoje, 11 de junho. Há exatos 80 anos, o Crea-PR realizou sua primeira sessão plenária, na sede do Instituto de Engenharia do Paraná, conduzida pelo engenheiro civil Flávio Suplicy de Lacerda primeiro presidente do Conselho.


Calheiros parabenizou o Crea-PR por seus 80 anos de tradição, dedicação e empenho com os profissionais do Estado

Prestigiada por conselheiros regionais, conselheiros federais, ex-presidentes do Crea, lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua e funcionários do órgão, além de autoridades como o deputado estadual e engenheiro agrônomo Rasca Rodrigues, a plenária foi iniciada com a entrega de placas comemorativas. O diretor-presidente da Mútua, engenheiro agrônomo Cláudio Calheiros, prestigiou a solenidade e fez questão de registrar sua homenagem ao CREA-PR, parabenizando a Instituição por seus 80 anos de tradição, dedicação e empenho com os profissionais do Estado.

As placas comemorativas foram entregues ao presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva, aos ex-presidentes arquiteto e urbanista Armando Strambi (gestão 1973-1978), engenheiro civil Orlando Maciel Strobel (1991-1996) e engenheiro agrônomo Álvaro José Cabrini Júnior (2006-2011); ao conselheiro federal e engenheiro civil Francisco José Teixeira Coelho Ladaga, ao conselheiro estadual e engenheiro civil Pedro Nelson (representando os conselheiros do Plenário), a responsável pelo DECOP Roseli Santin e ao assessor administrativo da Gestão de Qualificação Profissional e da Ouvidoria e assessor da Câmara de Mediação e Arbitragem Newton do Rocio Strojenski (representando os funcionários do Crea-PR).


Joel Krüger: anfitrião da noite
 

“Quando o Crea-PR iniciou suas atividades, o Paraná tinha 1,2 milhão de habitantes, contra os cerca de 11 milhões atuais. O Conselho e os profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências, Tecnólogos e Técnicos estavam presentes em momentos históricos como a criação da Copel, da Sanepar, da antiga Telepar e tantos outros fatos brilhantes da Engenharia. Independente da época e do contexto social, nossos mais de 80 mil profissionais registrados seguem ativamente na luta pelo desenvolvimento do Estado. Todas as profissões reunidas de maneira harmônica avançam dia após dia nos trabalhos em prol dos profissionais paranaenses das áreas tecnológicas”, explanou o presidente do Crea-PR, engenheiro civil Joel Krüger, que também destacou o trabalho realizado por todos os ex-presidentes que o antecederam.


José Tadeu: "O Brasil precisa de Engenharia para progredir e, como sempre, o Paraná é um exemplo a ser seguido"

“Nesta data, enalteço o trabalho das entidades de classe que integram o Ccrea-PR, bem como o histórico muito positivo de conselheiros federais, que têm qualificado as decisões do nosso plenário. Da mesma forma, a participação fundamental do Paraná, através do Colégio Regional de Entidades (Cder) na edição das resoluções n° 1.052 e 1.053. O Brasil precisa de Engenharia para progredir e, como sempre, o Paraná é um exemplo a ser seguido”, acrescentou o presidente do CONFEA, engenheiro civil José Tadeu da Silva.

“O Crea-PR foi importante em diversos momentos da política paranaense e é respeitado pela classe política do Paraná. Ocupando apenas 2,3% do território nacional, o Paraná consegue ser referência em diversas áreas graças à inteligência dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua, que ajudaram a erguer este Estado”, afirmou o engenheiro agrônomo e deputado estadual Rasca Rodrigues, que recebeu das mãos do assessor de assuntos estratégicos do Crea-PR, engenheiro eletricista Luiz Carlos Correa Soares, um exemplar do livro "Uma Contribuição para Planos de Desenvolvimento do Paraná", coordenador do estudo. O livro foi entregue a todos os conselheiros e será entregue aos gestores públicos de todo o estado.

“O Conselho é um ambiente de muito aprendizado e nós do IEP vimos o Crea-PR crescer e se fortalecer. É um privilégio trabalhar em conjunto e participar da sua história”, comentou o engenheiro civil Cássio Ribas de Macedo, presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP).


Ladaga destacou a valorização profissional

“O Crea-PR é uma história de boas gestões e a presença de tantos ex-presidentes nesta sessão mostra a continuidade de um processo de valorização profissional seguido por todos que aqui estão”, disse o conselheiro federal e engenheiro civil Francisco José Teixeira Coelho Ladaga.

“Este é um momento de comemorar e fazer uma reflexão sobre nossas atividades. Em nome dos ex-presidentes, agradeço o presidente Joel pelo trabalho e por manter o Crea-PR na vanguarda da responsabilidade, da ética e da inovação”, enalteceu o presidente na gestão 2006-2011, engenheiro agrônomo Álvaro Cabrini Junior.

Em sua fala, o presidente da gestão 73-78, arquiteto e urbanista Armando Strambi recordou mudanças ocorridas durante sua gestão, como o Ato 20, que determinou o preenchimento das Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) e resultou em um grande salto na arrecadação, mudando o perfil das entradas no Conselho. “Dentro deste contexto, o trabalho dos inspetores foi primordial para levar estas novas informações às entidades de classe, a partir da interiorização do Conselho”, lembrou.

“Esta homenagem hoje recebida deve ser estendida a todos os conselheiros que contribuem para que o Crea-PR exerça sua missão dentro de uma relevância nacional. A cada dia me impressiono como são aguerridos aqueles que aqui estão, guerreiros incansáveis de uma atividade que é o voluntariado”, agradeceu o engenheiro civil Pedro Nelson.

“Tenho orgulho em fazer parte da história do Crea-PR e saber que contribuí com o seu desenvolvimento. Cada presidente, conselheiro e funcionário soube fazer bem o seu trabalho e colaborar para tornar o Conselho um modelo entre os demais Creas nacionais”, comentou a homenageada Roseli Santin.

Ao final da solenidade, o presidente Krüger fez o descerramento das placas instaladas no Plenário em homenagem aos 80 anos. A placa contém o nome de todos os conselheiros titulares e suplentes que compõe o Plenário em 2014.

 

Fonte: Crea-PR (com inserções)

Fotos: Crea-PR

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