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Relatório do Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas indica que, entre 2014 e 2015, Brasil manteve mesmo IDH e estacionou no 79º lugar; renda atingiu o menor patamar desde 2010.

apresentar nesta terça-feira (21) o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU) avaliou que o resultado do Brasil mostra um país "estagnado", acende a "luz amarela" e indica que ainda falta "muito" a ser feito.

A coordenadora do RDH, Andréa Bolzon, apontou "retrocesso" do Brasil em relação à renda. Pelo relatório, a renda do Brasil caiu entre 2014 e 2015 e atingiu o menor patamar desde 2010 (leia mais ao final desta reportagem).

Segundo o ranking mundial de Índice de Desenvolvimento Humano, que abrange 188 países, o Brasil permaneceu no 79º lugar ao registrar IDH de 0,754, numa escala que varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de um, mais desenvolvido é o país). Nesta posição, o Brasil integra os países com desenvolvimento “alto”.

O relatório, divulgado nesta terça, foi elaborado em 2016 e tem como base os dados de 2015. Para calcular o IDH, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) leva em conta dados sobre saúde, renda e conhecimento.

Segundo o ranking mundial, dos 188 países analisados, 159 melhoraram o IDH entre 2014 e 2015, enquanto 13 tiveram redução no índice e 16, mantiveram o mesmo patamar (o Brasil é um desses 16). "A situação do Brasil é de estagnação. O Brasil não melhorou no índice, mas também não piorou no ranking. [...] [O resultado] é uma luz amarela, um alerta para a gente olhar com atenção e entender o que precisa ser feito", avaliou nesta terça a coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano no Brasil, Andréa Bolzon.

Pouco antes de a coordenadora apresentar os dados à imprensa, na Embaixada da ONU em Brasília, o coordenador do Sistema ONU no país e representante do Pnud, Niky Fabiancic, já havia destacado que, embora os números mostrem que o Brasil "tem avançado de maneira consistente" no IDH nos últimos 20 anos, ainda "há muito o que precisa ser feito".

Fabiancic disse, ainda, que alguns assuntos são "urgentes" no Brasil, como o combate à pobreza e ao desemprego, acrescentando que o Sistema ONU está "atento" às reformas sugeridas pelo governo do presidente Michel Temer, entre as quais a da Previdência Social, a trabalhista e a tributária.

Reformas

Como Niky Fabiancic disse no discurso que o Sistema ONU está "atento" às reformas defendidas pelo governo brasileiro, Andréa Bolzon, coordenadora do relatório de desenvolvimento humano no Brasil, disse, em entrevista que, para o Pnud, os projetos enviados ao Congresso Nacional abordam temas "importantes" e, por isso, as Nações Unidas têm "preocupação" com as pessoas em situação de vulnerabilidade social.
"A reforma da Previdência parece necessária. Alguns fatos precisam ser melhorados para se ter um sistema mais justo, mas é preciso ter um olhar mais atento às pessoas com maior vulnerabilidade, para que elas não sejam penalizadas, especialmente os pequenos agricultores e as mulheres", disse Andréa.

Atualmente, a reforma da Previdência está em análise em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. Entre outros pontos, o governo propôs: idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar; e a obrigatoriedade de os trabalhadores rurais terem de contribuir para o INSS, o que atualmente não é obrigatório.

Sobre a reforma trabalhista, também em análise na Câmara, Andréa Bolzon avaliou que há pontos "interessantes", mas é preciso ter "cuidado" para que os trabalhadores brasileiros não sejam "explorados".

No projeto enviado ao Congresso, o governo propôs 12 pontos que podem ser negociados entre patrões e empregados e, em caso de acordo, passarão a ter força de lei. "A gente confia que o que está em pauta [no Congresso] vai chegar a uma situação em que a reforma será feita sem colocar em risco direitos adquiridos e as conquistas históricas do Brasil, como a jornada de trabalho e o direito à negociação coletiva", completou.

Renda

Um dos itens avaliados pelo Pnud para formular o IDH de um país é a Renda Nacional Bruta. O indicador do relatório tem como base a Paridade do Poder de Compra do dólar de 2011 (ou seja, quantos dólares se gasta num país para comprar uma mesma cesta de produtos).
Pelo relatório, a renda do Brasil caiu entre 2014 e 2015 e atingiu o menor patamar desde 2010, o que, para a coordenadora do RDH, Andréa Bolzon, significou "retrocesso".

Veja abaixo a evolução da renda no Brasil nos últimos anos (renda per capita calculada com base na Paridade do Poder de Compra do dólar de 2011):

2010: 14.173
2011: 14.580
2012: 14.472
2013: 14.582
2014: 14.858
2015: 14.145

Para Andréa Bolzon, mesmo com a queda na renda entre 2014 e 2015, o fato de o Brasil ter mantido o IDH 0,754 mostra a importância dos mecanismos de proteção social no país.

"Apesar da crise e do aumento da pobreza há um colchão amortecedor, que alivia o que está acontecendo. Como estaria o aumento da pobreza com essa recessão se não tivessem os mecanismos de proteção social? Estaria pior? Provavelmente", disse.

Fonte: http://g1.globo.com/

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Até o ano de 2050, a utilização de modo mais inteligente dos recursos naturais pode injetar US$ 2 trilhões na economia global. Além disso, a medida possibilita compensar os custos de ação contra a mudança climática. As informações são das Organizações das Nações Unidas (ONU).

De acordo com nova pesquisa realizada pelo Painel Internacional de Recursos – grupo de especialistas de gestão de recursos naturais ligado à ONU –, utilizando-se melhor os bens naturais do planeta, é possível “injetar mais dinheiro na economia para criar empregos e aprimorar meios de subsistência, além de criar os fundos necessários para financiar uma ação climática ambiciosa”.

Além do valor injetado na economia, o relatório “Eficiência de Recursos: Potencial e Implicações Econômicas” aponta que o uso correto de materiais naturais e energia também cobriria o custo de manter o aquecimento global abaixo dos dois graus Celsius. O documento mostra, ainda, que o investimento em uma ação climática ambiciosa causaria uma queda de 3,7% no produto global bruto per capita até 2050.

O relatório faz outro alerta. Segundo os especialistas, os países ganhariam mais com a implementação de políticas de compensação e transferência que facilitem a transição para práticas mais eficientes do que continuando a apoiar atividades ineficientes.

Alia-se a isso o fato de que a medida reduziria o uso global de recursos em cerca de 28% em 2050, quando comparado às tendências atuais. Estima-se que a população mundial deve crescer 28% até 2050 e usar 71% a mais de recursos por pessoa. Dessa forma, a falta de ações urgentes acarretará no aumento do uso de metais, biomassa, minerais e outros materiais de 85 bilhões para 186 bilhões de toneladas por ano.

 

Fonte: http://www.cnm.org.br/

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Crescimento econômico do bloco desacelerou, e Brasil teve o pior resultado

O crescimento econômico dos países do G-20 desacelerou no quarto trimestre do ano passado em relação ao trimestre anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o relatório da entidade, o Produto Interno Bruto (PIB) das 20 maiores economias do planeta cresceu 0,7% entre outubro e dezembro, ante 0,8% no período de julho a setembro.

A desaceleração foi puxada pela América do Norte, onde o crescimento passou de 0,9% para 0,5% na passagem trimestral.

Individualmente, o país de melhor desempenho na comparação trimestral foram a Austrália, que registrou expansão de 1,1% após contrair 0,5% no período anterior. Na outra ponta, a contração do Brasil passou de 0,7% para 0,9%.

Na comparação anual, o crescimento do G-20 no quarto trimestre se mostrou estável em 3,1% na relação a igual período do ano anterior. A Índia (7,2%) e a China (6,8%) tiveram os maiores crescimentos do G-20 nesse quesito.

O Brasil, por outro lado, ficou com o pior (-2,5%). Os dados da Rússia, o outro país do G-20 que registrou contração econômica no ano passado, não constam do relatório. Em 2016 como um todo, o crescimento do PIB do G-20 foi de 3,0%, queda em relação aos 3,3% registrados em 2015.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

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A inflação oficial brasileira fechou fevereiro abaixo do esperado favorecida pela queda nos preços dos alimentos, aproximando-se da meta do governo e pavimentado ainda mais o caminho para o Banco Central acelerar o ritmo de cortes de juros já no próximo mês.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33 por cento em fevereiro, contra 0,38 por cento em janeiro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o resultado mais baixo para o mês desde 2000 (0,13 por cento) e melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,45 por cento. Nos 12 meses até fevereiro, o índice avançou 4,76 por cento, sobre 5,35 por cento no mês anterior, ficando muito perto do centro da meta oficial --de 4,5 por cento com margem de 1,5 ponto percentual.

Nessa base de comparação, o IPCA voltou à casa dos 4 por cento pela primeira vez desde meados de 2012, registrando o nível mais baixo desde setembro de 2010 (4,70 por cento). A expectativa de especialistas ouvidos pela Reuters era de que o índice ficasse em 4,88 por cento.

Feijão e frango

O grupo que mais contribuiu para o resultado melhor do IPCA de fevereiro foi alimentos, que compensou a forte alta sazonal nos preços de educação, mostrou o IBGE. Os preços do grupo Alimentação e Bebidas recuaram 0,45 por cento, com impacto negativo de 0,11 ponto percentual no IPCA e no nível mais baixo desde julho de 2010 (-0,76 por cento). Entre os produtos que ficaram mais baratos em fevereiro, destacaram-se as quedas de 14,22 por cento do feijão-carioca e de 3,83 por cento do frango inteiro.

Na outra ponta, a inflação de Educação chegou a 5,04 por cento refletindo os reajustes de início de ano, em especial os das mensalidades de cursos regulares (+6,99 por cento).

"A oferta de alimentos se sobrepôs à demanda menor em fevereiro. Os alimentos estão mais baratos pela grande e forte safra para este ano", disse o coordenador do IBGE Fernando Gonçalves.

A inflação de serviços, que o BC vem observando com atenção para a condução da política monetária, também mostrou maior pressão ao acelerar a alta a 0,84 por cento em fevereiro, sobre 0,36 por cento no mês anterior. Entretanto, em 12 meses foi abaixo de 5 por cento, para 5,95 por cento, contra 6,18 por cento em janeiro.

As estimativas para a inflação neste ano e no próximo, na última pesquisa Focus do BC, são respectivamente de 4,36 e 4,50 por cento.

O cenário de alívio no IPCA ratifica o movimento de afrouxamento monetário que vem sendo feito pelo BC, com a Selic já caindo 2 pontos percentuais, a 12,25 por cento, desde o início dos cortes em outubro. No último encontro, em fevereiro, o corte foi de 0,75 ponto percentual.

Agora, economistas já precificam chances maiores de o BC acelerar o corte na reunião de abril para 1 ponto, cenário que o mercado de juros futuros também passou a apontar após o resultado do IPCA.

"A desinflação é bem difusa e é um tipo de IPCA que qualquer banqueiro central gostaria de ver. Todas as notícias recentes são para um corte de 1 ponto percentual (em abril)", disse o economista do Banco Pine Marco Caruso.

Na ata de sua última reunião, o BC afirmou que uma intensificação do ritmo de corte nos juros básicos equivale a maior grau de antecipação desse ciclo de flexibilização, reforçando que pode acelerar o passo em breve.

"O resultado (do IPCA) consolida o caminho para o BC acelerar o ritmo e calculamos que em quatro reuniões pode chegar a uma Selic em 9 por cento, com dois cortes seguidos de 1 ponto", disse o economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani, para quem o BC pode antecipar o ciclo de afrouxamento.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

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Anúncio de leilões de terminais portuários, linhas de transmissão, ferrovias e rodovias, além da simplificação tributária, fazem parte da agenda necessária para o Brasil ampliar sua competitividade

A má qualidade do transporte e a elevada carga tributária estão entre os fatores que mais dificultam o crescimento econômico do país. Desta forma, os anúncios do governo em concessões de infraestrutura e na simplificação tributária fazem parte da agenda necessária para o Brasil aumentar sua competitividade. Essa é a avaliação do diretor de Políticas e Estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes.

O anúncio ocorreu no mesmo dia em que o IBGE confirmou a queda de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Para a CNI, a queda não foi uma surpresa e o momento é de olhar para frente. Segundo o diretor da CNI, o aumento da participação da iniciativa privada nos investimentos e na gestão de empreendimentos abrirá caminho para a modernização da infraestrutura no Brasil.

Infraestrutura – O pacote de concessões demonstra a disposição do governo em destravar os nós da infraestrutura brasileira. Foram anunciados leilões de linhas de transmissão, terminais portuários, companhias de saneamento e rodovia, além de relicitações ou renovações de contratos de arrendamento de rodovias, ferrovias e portos dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

“As concessões são o melhor caminho para revertermos o quadro de atraso na área de infraestrutura no Brasil, pois a iniciativa privada injetará recursos e levará maior eficiência à gestão dos empreendimentos”, afirma José Augusto Fernandes.

Reforma tributária – A mudança no sistema tributário brasileiro, em especial nos tributos sobre circulação de bens e serviços, entre eles ICMS, PIS-Cofins, é essencial para a criação de um sistema mais racional, transparente e com redução das obrigações burocráticas.  Para isso, é indispensável uma reforma tributária que reduza o número de tributos e simplifique sua cobrança. As mudanças, contudo, não podem elevar a carga tributária em hipótese alguma.

PIS/COFINS – A indústria avalia que as mudanças nas alíquotas não podem aumentar a tributação sobre alguns setores, ainda que a carga tributária em geral permaneça a mesma.

ICMS – Para o setor industrial, é necessário alterar as regras de cobrança do ICMS, destinando maior parcela do tributo ao estado de destino do produto, para evitar a guerra fiscal. A CNI também defende a criação um fundo federal de compensação, para ressarcir os estados que perderem receita com a migração do ICMS para o estado de destino. 
 

Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/

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Com adoção do novo percentual, Brasil também abre espaço para a redução das importações de óleo diesel

Começou a valer, a partir desta quarta-feira (1),  a resolução que eleva a composição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor para 8% (B8). O despacho do Presidente da República com a aprovação da Resolução Nº 11 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) foi publicado no Diário Oficial da União.

Ainda de acordo com a medida, as composições deverão ser elevadas para 9% e 10%, respectivamente, a partir de 1º de março de 2018 e 1º de março de 2019. Os novos percentuais de adição do biodiesel colocam o Brasil em destaque no mercado internacional do produto.

Atualmente, o país está entre os dois maiores produtores desse tipo de combustível, junto com os Estados Unidos, ultrapassando definitivamente os tradicionais produtores europeus (os primeiros a utilizarem o biocombustível em larga escala). Apenas nos últimos dois anos, com a adição dos 7% (B7) do biodiesel ao diesel convencional, a capacidade instalada de produção chegou a 7,2 bilhões de litros, valor suficiente para atender a mistura de B10, estimada em seis bilhões de litros quando da sua vigência, em 2019.

Com adoção do novo percentual para 8%, o Brasil também abre espaço para a redução das importações de óleo diesel, além de favorecer a agricultura familiar e o agronegócio brasileiro, por meio do incentivo à produção.

O aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel foi aprovado por unanimidade no Congresso Nacional e estabelecido pela Lei 13.263/2016.

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/

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Taxa é a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. População desocupada cresceu 34,3% e chegou a 12,9 milhões de pessoas.

semprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em janeiro, a maior taxa da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE), que teve início em janeiro de 2012. A taxa aumentou em relação ao mesmo trimestre de 2015, quando chegou a 9,5%, e frente ao trimestre de agosto a outubro (11,8%).

De novembro do ano passado a janeiro deste ano, a população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas. O número é 7,3% maior do que o registrado no trimestre de agosto a outubro de 2016. Diante do período de novembro a janeiro do ano passado, o aumento foi ainda maior, de 34,3%.

Já a população ocupada ficou em 89,9 milhões de pessoas - quantidade praticamente igual à registrada no trimestre de agosto a outubro. No entanto, na comparação com o trimestre de novembro a janeiro, o contingente recuou 1,9%.

Do total de trabalhadores empregados, 33,9 milhões estavam no setor privado e tinham carteira de trabalho assinada - quase o mesmo número em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016. Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a quantidade caiu 3,7%.

No entanto, ainda havia 10,4 milhões de pessoas empregadas no setor privado, mas sem carteira de trabalho assinada. O número cresceu 6,4% quando comparado com o contingente de um ano atrás.

Em meio ao aumento do desemprego, outra categoria que registrou um aumento foi a de trabalhadores por conta própria (22,2 milhões de pessoas). Em relação ao trimestre anterior, o avanço no número foi de 2,1% e sobre um ano atrás, de 3,9%.

O número de trabalhadores domésticos foi estimado em 6,1 milhões de pessoas e não sofreu alteração em relação aos trimestre anteriores. A quantidade de empregadores chegou a 4,2 milhões de pessoas. Não mudou em relação ao trimestre anterior, mas aumentou 8,6% sobre o período de novembro a janeiro de 2015.

Renda
De acordo com o IBGE, o rendimento dos trabalhadores chegou a R$ 2.056, sem alterações significativas em relação aos trimestres anteriores. Quando são analisadas as categorias, o rendimento médio só aumentou para quem estava empregado no setor público. A alta foi de 3,5% em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016 e de 3,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Já quem trabalha por conta própria viu seu rendimento diminuir 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

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Declarações foram feitas após participação em encontro com representantes do setor de construção na Fiesp

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse nesta sexta-feira (17/2), que dada a situação financeira em que as famílias se encontram no momento, é provável que boa parte dos recursos provenientes dos saques das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) seja usada para quitar ou abater dívidas. As declarações foram feitas após participação de encontro com representantes do setor de construção na Fiesp.

Isso não quer dizer, de acordo com o ministro, que parte do valor - estimados pelo governo em torno de R$ 35 bilhões - não será usada para aquisição de bens e obras de reformas de residências. 

"Esse será, provavelmente o destino desse dinheiro. E de todas estas formas contribuem para a melhora do ambiente econômico", disse o ministro ao ser confrontado pelos jornalistas com a avaliação de alguns economistas de que o impacto dos recursos do FGTS na economia será pequeno.

"Ou as pessoas reduzem dívidas e abrem espaço para ampliação do crédito ou adquirem bens, o que já é imediatamente impactante na economia e contribui para a atividade. Então nós temos apenas a certeza de que estes recursos serão distribuídos dentro da economia e vão ajudar a movimentar a economia", disse o ministro, acrescentando que mais do que isso trata-se de uma questão de justiça com as pessoas que têm os recursos presos no FGTS enquanto estão passando por dificuldades e eventualmente pagando taxas de juros muito elevadas no mercado. 

Distratos

Oliveira disse ainda que o debate sobre as regras de cancelamento da compra de imóveis ainda não foi concluído. Segundo ele, o governo continua buscando uma resolução de equilíbrio entre os interesses das construtoras e dos consumidores que desistiram de comprar um imóvel por conta da crise.

A ideia, disse Oliveira, é chegar a uma proposta equilibrada que preserve a viabilidade do empreendimento imobiliário, sem prejudicar, assim, quem continua pagando pelo imóvel. Os consumidores que desistiram da compra querem rever o máximo do valor já pago, mas o ministro lembrou que outros mutuários poderão ser afetados se o imóvel pelo qual estão pagando não for concluído. Oliveira confirmou que a proposta das empresas é, em casos de distrato, limitar a devolução em montante entre 8% e 12% do valor do imóvel.

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

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Brasil poderá aproveitar para negociar com mercados que deixarão de receber produtos americanos em condições especiais, afirma José Augusto de Castro, presidente da AEB

saída dos Estados Unidos da Parceria Transpacífica, determinada nesta segunda-feira (23) pelo presidente Donald Trump, pode resultar em benefícios para o agronegócio brasileiro caso o Brasil aproveite a oportunidade para negociar com os mercados que vão deixar de receber produtos norte-americanos em condições especiais, avalia o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro.

"Como os EUA são concorrentes do Brasil na exportação de carne bovina, suco de laranja, açúcar, soja, entre outras commodities, pode haver um impacto positivo para nós, mas o governo brasileiro tem de tomar ações para se aproximar dos países que fazem parte da parceria e não apenas ficar esperando", afirmou.

O acordo, conhecido pela sigla TPP em inglês, é voltado a eliminar a maioria das tarifas e outras barreiras comerciais entre EUA, Japão, Canadá, México, Austrália, Vietnã, Malásia, Peru, Chile, Brunei, Cingapura e Nova Zelândia. A China não faz parte da iniciativa. "O acordo foi criado justamente para isolar a China", explicou Castro.

Por outro lado, alertou o presidente da AEB, se a postura protecionista de Trump ganhar corpo ao longo do seu mandato, as relações entre EUA e China podem ser reduzidas, gerando uma menor demanda chinesa por commodities, o que teria efeito negativo no Brasil, um grande exportador de commodities.

"A China teve em 2015 um superávit comercial de US$ 350 bilhões em bens, então o Trump deve tentar olhar onde ele pode reduzir esse superávit para gerar emprego nos EUA", disse. "E bem ou mal, a China é hoje o motor da economia mundial. Se a sua demanda cai, os preços das commodities caem", ressaltou.

Revisão do Nafta

Em relação ao Nafta, acordo de livre comércio da América do Norte que Trump pretende renegociar, Castro disse que o efeito pode ser negativo para o Brasil. "De todas as exportações do México, 80% vão para os EUA. Se o Nafta for implodido, o México vai ter de olhar para outros mercados", afirmou o presidente da AEB, ressaltando que o Brasil pode perder mercados para os mexicanos. "O México tem cerca de 40 acordos bilaterais com o mundo, inclusive com a União Europeia, coisa que o Brasil não tem", acrescentou.

O maior risco, no entanto, está na indústria automobilística brasileira, afirmou Castro. Para ele, as montadoras instaladas no México, que exportam principalmente para os EUA, podem tentar entrar no mercado brasileiro, que enfrenta um período de queda nas vendas de veículos, mas pode ter uma retomada nos próximos anos caso a economia se recupere.

Além disso, afirmou Castro, o fim do Nafta pode prejudicar alguns setores brasileiros que exportam insumos para México, que, por sua vez, os utilizam para fabricar produtos que são enviados aos Estados Unidos. No entanto, os investidores estrangeiros que olhavam para o México como uma boa oportunidade, em razão da sua proximidade com os EUA, agora podem desviar sua atenção para o Brasil, que caminha para um período de retomada da economia.

Diante de tudo o que foi anunciado hoje pelo governo de Donald Trump, o que mais surpreendeu o presidente da AEB foi a iniciativa de Trump de acabar com a TPP e sinalizar a intenção de renegociar o Nafta logo no primeiro dia útil do seu governo, sem nenhum tipo de debate. "A era da incerteza, mais do que nunca, está se confirmando", afirmou Castro.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

 

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O Brasil ocupa o penúltimo lugar na classificação geral de competitividade em um ranking de 18 países, à frente somente da Argentina. O resultado está no estudo Competitividade Brasil, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para determinar a competitividade, foram levados em conta nove fatores, entre eles, infraestrutura e logística, disponibilidade e custo da mão de obra e do capital, ambiente macroeconômico, peso dos tributos e educação.

O ano de referência da pesquisa é 2016. Segundo a CNI, os países incluídos no estudo foram escolhidos em função de suas características econômicas, sociais e da natureza de sua participação no mercado internacional. Esta é a quinta edição do relatório, publicado pela primeira vez em 2010.

Nos rankings por quesito, o Brasil ocupou a pior posição - o último lugar - em disponibilidade e custo do capital, com a mais alta taxa de juros real de curto prazo e o maior spread (diferença entre as taxas que os bancos pagam para captar recursos e as que cobram dos consumidores) da taxa de juros. O país também ficou mal posicionado em ambiente de negócios e ambiente macroeconômico: em ambos os quesitos ficou em penúltimo lugar, outra vez à frente apenas da Argentina.

De acordo com a CNI, os fatores que influenciaram na baixa posição em ambiente macroeconômico foram inflação, dívida bruta e carga de juros elevadas e baixa taxa de investimento. No quesito ambiente de negócios, o país é puxado para baixo pelo desempenho ruim nos subfatores burocracia e relações de trabalho e eficiência do estado e segurança jurídica.

Educação

O melhor posicionamento do Brasil foi no fator educação, com o país em nono lugar entre 15 países para os quais há informações disponíveis sobre o assunto. O resultado em educação se deve ao bom desempenho do país em gastos com educação, subfator no qual o Brasil ocupa o quarto lugar. A CNI ressaltou, no entanto, que o país teve desempenho fraco em outros quesitos.

Apesar de estar em posição intermediária no ranking de matrículas no ensino superior, por exemplo, o Brasil ocupou o décimo primeiro lugar entre 13 países para os quais há informações disponíveis sobre conclusão da faculdade ou universidade. No quesito qualidade da educação básica, o país está em décimo segundo lugar entre 14 dos países pesquisados com mecanismos de monitoramento.

O primeiro lugar na classificação geral da pesquisa é ocupado pelo Canadá, seguido pela Coreia do Sul, Austrália, China, Espanha e Chile. Entre os fatores pesquisados, o Canadá só não figura nos primeiros lugares nos quesitos disponibilidade e custo de mão de obra e ambiente macroeconômico.

 

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/

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