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Instituição de ensino criada e mantida pelo Sindicato dos Engenheiros busca atualizar profissionais da engenharia conforme os avanços da tecnologia e as exigências do mercado

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) oferece, ao longo de 2017, cursos de pós-graduação em áreas distintas da engenharia em proposta acadêmica que mescla alto nível de conteúdo, inovação no aprendizado e exigências requeridas pelo mercado.

Em março, terá início o curso de Gestão de Energia a ser ministrado em São Paulo e no Rio de Janeiro. No mesmo mês, será iniciado o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho nas cidades paulistas de Campinas, São José do Rio Preto, Itapetininga e Bauru.

Em abril, o curso Engenharia de Segurança do Trabalho será ministrado em São Paulo. Também para o quarto mês de 2017 estão sendo oferecidas as pós-graduações em São Paulo em Gestão Eficaz de Escritórios de Engenharia e Arquitetura, Modelagem da Informação da Construção (BIM) e Gestão Ambiental Sustentável (São Paulo). Para maio, está programada a pós-graduação Gestão de Tecnologia de Informação em São Paulo.

Estão programados também os cursos de pós-graduação em Engenharia da Lucratividade (São Paulo), em agosto, e Gestão Ambiental Sustentável (Marília), em setembro.
Mais informações sobre os cursos e inscrições estão disponíveis no portal do Isitec: www.isitec.org.br.
 
Graduação - O Isitec é uma instituição de ensino superior que em 2015 passou a oferecer o curso de graduação Engenharia da Inovação, sendo a primeira faculdade no país estruturada e mantida por uma entidade de trabalhadores, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP). A iniciativa, que visa a formar profissionais altamente qualificados, com capacidade ampla de atuação e voltados à inovação constante, conta com o apoio da federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

 

Fonte: Isitec

 

Nova versão da certificação LEED é baseada no conceito de Ciclo de Vida e requer Declaração Ambiental de Produto (DAP) das edificações

A Fundação Espaço ECO® (FEE®) e o Green Building Council Brasil (GBC) se reuniram com especialistas da construção civil em um workshop sobre construção sustentável e ciclo de vida. Realizado na CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF, o evento teve como objetivo debater a aplicação da Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) na LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das principais certificações para construções sustentáveis que adotou novos critérios de avaliação.
 
Felipe Faria, diretor executivo do Green Building Council Brasil (GBC), responsável pela certificação LEED no Brasil, acredita que a gestão baseada no ciclo de vida será crucial para que a indústria da construção civil caminhe à sustentabilidade. "Os empreendimentos que conquistarem esta nova certificação serão aqueles que, de fato, medem e avaliam suas instalações, buscam a melhoria contínua e gerenciam seu consumo e os impactos ambientais, econômicos e sociais. Ou seja, os benefícios serão para a indústria da construção e toda a sociedade", avalia Faria.
 
Agora, o selo internacional exige informações sobre a cadeia produtiva de toda a edificação, passando a ser necessária a realização de uma Declaração Ambiental dos Produtos (DAP) que integram a construção. A DAP possibilita uma análise e comparação entre produtos de funções similares, baseada em seu desempenho ambiental durante todo o ciclo de vida.
 
Para obter uma DAP, os fornecedores da construção civil terão que desenvolver uma Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) de acordo com a regra de sua categoria. Este tipo de ferramenta beneficia a tomada de decisão de clientes, a comunicação com o mercado e a busca pela melhoria contínua do produto.
 
"Apesar de ser referência em outros países, este tipo de rotulagem baseada no Ciclo de Vida ainda é novidade no Brasil. Com ela, evitamos que empreendimentos se autodenominem sustentáveis. Além disso, aqueles que conseguirem tal certificação terão informações consistentes para a sociedade. Acredito que esta seja uma tendência para a construção sustentável", afirma Rafael Vinãs, analista de Socioecoeficiência da Fundação Espaço ECO® (FEE®).
 
Um dos diferenciais destas ferramentas é seu caráter imparcial, uma vez que antes da validação, a Declaração Ambiental do Produto é auditada por entidades independentes que garantem a isenção e credibilidade dos resultados, como Inmetro. Outro ponto importante é que elas se baseiam em normas ISO, diferente da autodeclaração - quando o próprio empreendimento se diz sustentável, e de rótulos ou certificações que não têm a lógica de Ciclo de Vida como base.
 
No Brasil, já existe um Programa de Rotulagem Ambiental pelo Inmetro que poderá ser aplicado em qualquer setor. Por seu caráter inovador, ainda há dúvidas sobre a elaboração das DAPs e das regras de categorias de cada produto, mas diversas organizações, como a FEE® têm se unido para buscar soluções.
 
"Esperamos que outros setores sigam este exemplo e busquem as informações necessárias para definir suas regras. Sabendo mais sobre seu setor, as empresas conseguirão atuar ainda mais em sua cadeia de valor. A sociedade só tem a ganhar", afirma Taísa Caires, consultora de Educação para a Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO®.
 
Sobre a Fundação Espaço ECO®
 
Inaugurada em 2005, a Fundação Espaço ECO® foi instituída pela BASF - empresa química líder mundial - com o apoio da GIZ, agência de cooperação técnica internacional do governo alemão. Ela está situada em São Bernardo do Campo/SP em uma área de aproximadamente 300 mil m² considerada Reserva da Biosfera do Cinturão Verde do Estado de São Paulo pela Unesco. 

A Fundação Espaço ECO® é um Centro de Excelência em Sustentabilidade Aplicada com a missão de promover o desenvolvimento sustentável no ambiente empresarial e na sociedade, transferindo conhecimento e tecnologia, especialmente pela aplicação de soluções em socioecoeficiência e educação para a sustentabilidade, focando os aspectos sociais, ambientais e econômicos. Mais informações sobre a Fundação Espaço ECO® estão disponíveis no endereço www.espacoeco.org.br.

Sobre a BASF
 
Na BASF nós transformamos a química - e estamos fazendo isso há 150 anos. Nosso portifólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Como empresa química líder mundial, nós combinamos o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. Por meio da ciência e da inovação, nós possibilitamos aos nossos clientes de todas as indústrias atender às atuais e futuras necessidades da sociedade. Nossos produtos e soluções contribuem para a preservação dos recursos, assegurando nutrição saudável e melhoria da qualidade de vida. 

Nós resumimos essa contribuição em nossa proposição corporativa: "We create chemistry for a sustainable future" - Nós transformamos a química para um futuro sustentável. A BASF contabilizou vendas de mais de €74 bilhões em 2014 e contava com mais de 113 mil colaboradores no final do ano. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.br ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil).

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/

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Conheça os detalhes da graduação em Engenharia Civil. Veja se essa é a profissão que estava procurando

A Engenharia é um campo abrangente. A rotina profissional de quem atua nesse campo consiste na elaboração, execução e manutenção de projetos. Quem trabalha nessa área profissional pode atuar no setor agrícola, em empresas e no setor público, atuando na construção de obras de infraestrutura como pontes, rodovias, ferrovias, aeroportos.
A seguir, conheça os detalhes sobre a graduação em Engenharia Civil, o dia a dia da profissão e o mercado de trabalho:

O que faz o engenheiro civil?

O engenheiro civil atua na projeção e execução de obras acompanhando a construção de casas, prédios, pontes, estradas, e qualquer outro tipo de obra de infraestrutura das cidades. Ele é o responsável pela supervisão da segurança desses projetos e, por meio de cálculos, garante a estabilidade das construções e a segurança dos projetos em que se envolve.

Um engenheiro civil pode atuar na área de construção urbana, no gerenciamento da qualidade das obras, na construção envolvendo os recursos hídricos, na infraestrutura de locomoção e em obras de saneamento básico. Um local constante durante a jornada de trabalho do engenheiro civil é o canteiro de obras, onde o trabalho desse profissional torna-se essencial para que tudo aconteça da maneira como foi esperada no projeto.

Graduação em Engenharia Civil

A duração média do curso de graduação é de 5 anos. Atualmente, o mercado de trabalho para a área encontra-se afetado pela crise econômica. Apesar disso, áreas como o saneamento e a geração de energia são áreas que costumam demandar profissionais constantemente. Outro dado que melhora a situação é que a construção civil está presente em praticamente todos os lugares das grandes cidades e, assim, o engenheiro desse segmento é um profissional que sempre será requisitado.

Durante os anos letivos, o estudante de Engenharia Civil entra em contato com disciplinas básicas de Engenharia e só depois que começa a aprender sobre Civil de fato. Esse primeiro contato é importante para que ele aprenda conceitos básicos que serão usados posteriormente, mas de maneira aprofundada.

Algumas disciplinas do curso são: Desenho Técnico, Construção Civil, Estruturas, Administração etc. Para conseguir o diploma, o estudante precisa realizar um tempo de estágio, com o objetivo de aplicar na prática os conhecimentos ensinados em sala de aula.

 

Fonte: http://noticias.universia.com.br/

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Não restam dúvidas de que a qualidade de um projeto está diretamente ligada ao projetista. Apesar disso, a falta de reciclagem e especialização ainda são pontos de melhorias dos profissionais que estão no mercado. Realizar uma pós graduação pode ser um sonho ainda distante para a maioria dos profissionais que estão começando, mas existem no mercado excelentes alternativas de atualização e reciclagem, como webinars, cursos livres, livros e revistas especializadas. O mercado exige cada vez mais um projetista especialista — mostraremos agora como se tornar um.

Para isso, vamos citar as algumas das principais características do projetista especialista:

1. Quem são seus influenciadores? Você já pensou sobre isso?

Jim Rohn, empresário estadunidense, dizia que nós somos a média das cinco pessoas com quem passamos mais tempo. Considerando essa informação, você consegue mapear quem são seus influenciadores na sua vida profissional?

Um dos grandes diferenciais do projetista especialista é estar rodeado de profissionais que são referências na área em que ele atua. As demandas e tendências das empresas e construtoras também figuram como principais influenciadores do projetista especialista. É muito natural, no início da carreira, termos os pais, cônjuges, colegas de trabalho e professores como referência devido a insegurança para realizar projetos e não possuirmos uma metodologia de trabalho formada. É necessário criar e seguir uma metodologia organizada de trabalho e cercar-se o quanto antes de pessoas que sejam referência na área que você pretende se especializar. Tornando habitual o convívio com profissionais da sua área, seu conhecimento tende a aumentar exponencialmente.

2. Onde você busca seu conhecimento?

Por ser muito prático, é cada vez mais comum recorrermos a sites de pesquisa quando queremos saber sobre determinado assunto. A tecnologia ajudou muito nesse sentido. Ficou muito mais acessível o conhecimento. No entanto, ainda não existe um filtro de qualidade nesses resultados. Quando se pesquisa, teremos tudo sobre o assunto, de inúmeras fontes, confiáveis ou não. Em muitos casos, para se ter agilidade em ter o resultado, deixamos de pesquisar a veracidade do que está sendo dito e se quem escreveu, tem propriedade para isso.

Talvez por isso que, esteja mais frequente – em todas as esferas, não só na construção civil – pessoas com argumentos rasos e superficiais dos assuntos. Não é mais comum ler livros que são passados na faculdade ou revistas especializadas, uma vez que todo o conteúdo está ao alcance de uma procura rápida na internet. Se temos a dúvidas, pesquisamos e temos a resposta. Por isso, o caminho inverso a esse procedimento está se tornando um grande diferencial na vida profissional de um projetista. O conhecimento adquirido em conjunto devido a leitura de livros, normas, revistas especializadas, tanto nacionais quanto internacionais, eventos técnicos e feiras de conteúdo é imensurável e surge como um divisor entre aqueles que possuem conhecimento básico e buscam respostas rápidas e aqueles que possuem o conhecimento para dar essas respostas, sem recorrer a pesquisas.

Para ser um projetista especialista, mude seus canais de busca de informações: evite redes e mídias sociais e os canais tradicionais de notícias e foque sua busca em canais especializados na sua área, leia livros e faça cursos de normas e gerados por profissionais de referência, leia revistas especializadas nacionais e internacionais, para ficar por dentro de tendências e novas técnicas, compareça a feiras e eventos técnicos que tratem de conteúdo. Nesses locais, além do conhecimento implícito, você terá contato com outros profissionais da área, que são referência e podem passar a ser seus influenciadores. Atualizar ou criar uma rede de contatos profissionais também é um excelente benefício.

3. Desafios e obstáculos

Destacar-se entre os demais profissionais é o principal desafio de qualquer projetista. Isso pode variar entre conseguir, manter ou aumentar sua carteira de clientes, mas o primeiro passo para superar esse desafio é se manter atualizado. O mercado sempre vai exigir mais do profissional, portanto esteja na frente de seus concorrentes, ficando por dentro de pesquisas, tendências e novas técnicas, como água de reuso e BIM, conceito bastante presente na atuação profissional do projetista.

Uma boa opção para isso é realizar cursos específicos da área. Procure cursos de normas e técnicas de instalações Hidrossanitárias Prediais. por exemplo. Ao recortar um grande conteúdo e focar em pequenas partes, porém com maior aprofundamento, o projetista certamente terá mais base técnica para seus projetos.

Para quem está iniciando ou se fortalecendo no mercado de projetos, o importante é criar e manter uma rotina de trabalho, para facilitar a organização e ganhar experiência. No entanto, após esse período, é importante pensar em formas alternativas de entregar soluções ao seu cliente, para que se processo não fique engessado. Esse processo é muito mais fácil quando já se possui a cultura de ler livros e revistas especializadas, fazer cursos rápidos e específicos de cada área enquanto está adquirindo experiência e gerando uma carteira de clientes, uma vez que ao se reciclar, o projetista estará sempre atualizado com as novas tendências do mercado.

Outra forma bastante eficaz de aprimorar sua rotina de trabalho é interagir com o profissional que irá executar seu projeto. essa interação pode ser feita através de um simples relatório de feedback com poucas perguntas, de forma que o profissional possa inserir sugestões de melhoria. Embora seja bastante enriquecedora, essa pesquisa é raramente feita pelos profissionais projetistas. Então uma forma de aperfeiçoar seu projeto é perguntando diretamente a quem o executa, sobre sua clareza e soluções apontadas.

De forma generalizada, o projetista se torna especialista quando já possui em média 15 anos de carreira. Como desafio, temos que antecipar essa posição, através de cursos para se manter atualizado e especializando a área que decidirmos seguir.

Como dica, inicialmente prefira cursos rápidos, que não demandem muito do seu tempo ou que tenham horários flexíveis para que você possa trabalhar e não parar de se renovar.

 

Fonte: http://maisengenharia.altoqi.com.br/

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Proposta garantirá uma maior coerência na exigência de vagas 

O Governo de Brasília publicou nesta sexta-feira, dia 9, o instrumento que redefine os parâmetros para o número mínimo de vagas de garagem e estacionamento por edificação: o Decreto Nº 37.828, de 08 de dezembro de 2016. A medida é importante pois simplifica os parâmetros e critérios que serão aplicados, além de refletir as tendências contemporâneas de ordenamento urbano e territorial.

A publicação regulamenta regulamenta a Lei nº 2.105, de 8 de outubro de 1998, que dispõe sobre o Código de Edificações do Distrito Federal, e dá outras providências.

A proposta garantirá uma maior coerência na exigência de vagas para os empreendimentos inseridos no Distrito Federal, facilitando o processo de aprovação de projetos de arquitetura. As regras até então vigentes, em alguns casos, chegavam a inviabilizar a construção de empreendimentos no centro urbano, que diversificariam usos e gerariam empregos, como a obrigatoriedade de implantação de vagas em lotes pequenos.

Para o subsecretário de Planejamento da Segeth, Vicente Neto, "não é razoável exigir uma relação crescente de vagas segundo o tamanho do empreendimento". Ele também destaca que esta será uma primeira medida para que a Lei de Uso e Ocupação do Solo avance no desenvolvimento de uma proposta de oferta de vagas que considere a inserção urbana dos empreendimentos, que serão tratados caso a caso. "Um empreendimento que esteja em área de influência de um terminal de transporte de média-alta capacidade, e outro que esteja isolado no tecido urbano ou, ainda, para um terceiro que tenha em seu entorno um quantitativo considerável de áreas de estacionamento disponível, sejam elas públicas ou privadas, ofertarão de forma distinta as vagas para os usuários ", exemplifica Vicente.

Trabalho técnico

A proposta teve como base os estudos e análises realizadas a partir das normas do DF, além de um diagnóstico nacional do comportamento do número de vagas de estacionamento exigido em grandes municípios, como São Paulo e Belo Horizonte. O decreto também atualizará a legislação local em relação aos meios de transporte urbano não motorizado, exigindo áreas destinadas a vagas de bicicleta.

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/portal

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O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior

Os preços dos materiais usados na construção civil desaceleraram em novembro, dentro do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), divulgado na manhã desta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) registrou alta de 0,16% no mês, após avanço de 0,22% em outubro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou deflação de 0,06%, após a elevação de 0,14% registrada no mês anterior. Já o índice que representa o custo da Mão de Obra subiu 0,35% este mês, após avanço de 0,29% em outubro.

Os itens que mais pressionaram o INCC-10 em novembro foram os relacionados à mão de obra: engenheiros (1,15%), ajudante especializado (0,23%) e servente (0,25%). Na direção oposta, os principais itens que contribuíram para evitar uma alta maior da inflação da construção foram vergalhões e arames de aço ao carbono (-1,11%), cimento portland comum (-0,88%) e tijolo/telha cerâmicaprojetos (-0,54%).

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

 

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Com tanta discussão acerca da produção de energias renováveis, não podemos duvidar de nenhuma novidade tecnológica. Cientistas do mundo inteiro têm se mobilizado para criar novos métodos de gerar eletricidade, cada vez mais sofisticados e inusitados.

Já pensou, por exemplo, na possibilidade de tecidos fornecerem energia para o nosso dia a dia? Pesquisadores da Universidade de Chongqing, China, pensaram. Eles desenvolveram um novo tipo de tecido que é capaz de gerar eletricidade a partir do movimento e da luz solar e abastecer pequenos dispositivos.

Mas como isso é possível?
O tecido em questão é produzido com fibras de poliéster combinadas a uma camada de metal e semicondutores responsáveis por captar e guardar a energia, e com células solares e geradores nanométricos incrustados. Ele é muito fino: tem espessura de apenas 0,32 milímetros.

Essa composição permite que em apenas um pedaço de cinco centímetros de comprimento e quatro de largura ofereça a capacidade elétrica suficiente para carregar um celular ou manter um relógio de punho em funcionamento com um movimento constante e em momentos de bastante luz.

O que confere o poder de gerar energia é o processo chamado de “efeito triboelétrico”, no qual certos materiais adquirem carga elétrica quando entram em contato com outros. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica “Nature Energy” do mês de setembro, mostrando a participação conjunta dos pesquisadores da Universidade de Chongqing (China) e do Instituto Tecnológico da Geórgia (EUA).

Apesar das respostas positivas, os cientistas chineses exaltaram a necessidade de realizar mais testes a fim de constatar, por exemplo, qual a durabilidade da função energética nesse tecido. Eles já comprovaram que pode ser multiplicado em 500 vezes sem perder sua efetividade.

E para quem imaginou que o produto pudesse causar algum dano ao organismo, o líder do projeto Fan Xing, professor de engenharia química da Universidade de Chongqing, mandou um recado: “o tecido é seguro para o corpo humano”, reforçou.

Se esse tecido fosse produzido em larga escala, você faria uso dele? Conte-nos o que achou da novidade!

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

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O presidente da República, Michel Temer, sancionou, na tarde dessa quinta-feira (17), a lei em torno do  Projeto de Lei 348/2013, do senador José Agripino (DEM/RN), que estabelece o dia 25 de outubro como o Dia do Patrono da Construção Civil e dos Profissionais da Engenharia Civil, reconhecendo o santo Frei Antônio de Sant´Ana Galvão. A informação foi apresentada pelo presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), durante a sessão plenária 1.435.

“Na cidade de São Paulo, 1,5 pessoa por dia sofre acidentes na construção civil”, comentou. A data remete a 25 de outubro de 1998, data em que o considerado “Primeiro Engenheiro Brasileiro” foi beatificado pelo Papa João Paulo II. A sanção foi publicada nesta sexta, no Diário Oficial da União.

Há um ano, o presidente José Tadeu da Silva afirmava, durante audiência pública na Câmara Municipal de Guaratinguetá, cidade natal de Frei Galvão, sua “conduta exemplar e ética” como aspectos relevantes para que a comunidade tecnológica o consagrasse como seu patrono. “É nosso padroeiro, para os católicos. Ele é o espelho do que deve ser o profissional da Engenharia e da Agronomia”, ressaltou. “Nosso exercício profissional está relacionado à transformação dos bens naturais, garantindo o desenvolvimento e a sustentabilidade e ainda o bem ao nosso semelhante. Dessa forma, cumprimentamos a Câmara Municipal de Guaratinguetá, terra de Frei Galvão”, acrescentou.

Na ocasião, o presidente José Tadeu comentou ainda que, quando presidia o Crea-SP, o plenário do Regional aprovou, por unanimidade, Santo Antônio de Sant’Ana Galvão como o patrono “de todos aqueles que estão envolvidos na cadeia produtiva da Engenharia, do mais simples servente ao mais qualificado engenheiro, executor de obras”.

Conheça um pouco mais a trajetória de luz de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão
Confira vídeo alusivo a Frei Galvão

 

Fonte: Confea

Ato que ocorrerá na próxima terça-feira no Congresso visa colocar em evidência matérias que priorizem crescimento e investimentos

Será lançada no Congresso na próxima terça-feira, 22/11, a Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional em iniciativa destinada a priorizar matérias que ajudem na retomada do crescimento e aumento dos investimentos.

O ato ocorre em meio a uma conjuntura econômica marcada por dois anos de recessão, desemprego elevado, paralisação de obras e indefinição nos investimentos públicos.

A mobilização de uma bancada suprapartidária no Legislativo federal em torno de matérias relacionadas à engenharia e à infraestrutura visa colocar em evidência os desafios que o país enfrenta para voltar a crescer.

A formação da Frente Parlamentar é uma iniciativa do deputado federal Ronaldo Lessa (PDT/AL) que conta com o apoio e a participação da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), presidida pelo engenheiro Murilo Pinheiro.

Soluções
No debate e na busca por soluções, o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela FNE, é uma importante contribuição. Em sua edição deste ano, o “Cresce Brasil” se dedicou ao tema “Cidades”, apresentando um diagnóstico para as deficiências da infraestrutura urbana e indicando soluções para a melhoria da vida da população. O conteúdo do documento pode ser acessado através do link http://www.crescebrasil.org.br/

O lançamento da Frente Parlamentar Mista de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento tem a finalidade de buscar soluções práticas, considerando as atribuições do Parlamento, para os gargalos que o país enfrenta, de forma a acelerar a adoção de medidas que possam garantir a retomada de um ciclo de expansão econômica que viabilize empregos, renda e melhoria da infraestrutura.

Serviço
Lançamento da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento
Data: 22/11, terça-feira
Hora:  10h30 horas
Local: Câmara Federal Anexo 2 – plenário 2

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

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A mobilidade urbana é, sem sombra de dúvidas, um dos problemas mais graves das grandes cidades. Aqui no Brasil temos visto algumas tentativas de diminuir a quantidade de carros em trânsito e a lentidão do tráfego, assim como a redução do número de acidentes.

Muitas dessas alternativas não são vistas com bons olhos por parte da população, que as enxerga como medidas inexatas de se construir um trânsito melhor e imagina que tirar os veículos irá prejudicar suas vidas. Acontece que as metrópoles têm sofrido muito com o enorme número de carros particulares nas ruas, avenidas e rodovias, e uma parcela da sociedade está enxergando isso.

Uma prova disso é a pesquisa encomendada pelo Greenpeace ao Instituto Datafolha, que conclui que 74% dos brasileiros são a favor de ações que reduzam o espaço dos carros particulares nas ruas, caso o motivo seja implantar novas medidas de locomoção no mesmo local, como ciclofaixas, corredores de ônibus e calçadas para pedestres.

2.098 pessoas, com 16 anos ou mais, residentes de 132 municípios do Brasil foram entrevistadas. Elas responderam questões sobre medidas de desestímulo ao uso do carro, como redução do número de vagas de estacionamento nas vias, das faixas de rolamento e o fechamento de ruas para automóveis.

O fechamento de ruas para carros foi a pergunta que obteve maior número de votos contra: 36% a favor, 52% não gostariam que a medida fosse adotada, e os demais, indiferentes (8%) ou não responderam (3%).

“Primeiro perguntamos para as pessoas o que elas achavam de cada uma dessas três medidas e em seguida perguntamos para as pessoas se, [por meio] dessas medidas de redução, fosse dado espaço para esses outros meios de transporte, se ela era contra ou a favor. A diferença é que a primeira vez perguntamos só com a medida em si. Mas quando explicamos que isso vai ser usado para dar espaço para outros modos de transporte, as pessoas são a favor”, explicou Vitor Leal, da campanha de Mobilidade Urbana do Greenpeace.

Para ele, as pessoas enxergam inicialmente a retirada do espaço para carros como uma perda, mas depois, começam a visualizar melhor o benefício, pois esse mesmo espaço será utilizado para fins muito proveitosos. O meio de transporte mais visado pelos entrevistados é o ônibus, que obteve 52% dos adeptos.

E isso foi uma grande surpresa para o Greenpeace: “São dados importantes para vermos que há uma valorização do transporte público e aí entendemos que o poder público não está respondendo adequadamente a isso, porque boa parte dos investimentos vai para espaços para o automóvel”, disse Leal. Essa é uma discussão longa e que merece bastante atenção dos governantes e da população, duas partes que precisam manter um diálogo frequente para que a situação melhore.

Engenharia de Transportes
Tantos problemas de mobilidade faz com que o mercado de trabalho requisite profissionais qualificados, sobretudo engenheiros. Quem ainda está pensando ingressar em um curso, saiba que há um bem específico chamado Engenharia de Transportes.

Outro profissional que pode trabalhar com transporte urbano, de pessoas e veículos, é o de Engenharia Civil, mas que tenha boa ênfase em transportes. Nossas dicas de faculdades são: UFPR, COPPE-UFRJ, UFRGS e USP. Há ainda o curso “Engenharia de Mobilidade”, disponível na UFSC.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

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