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Eles gostam de fazer as coisas bem grande em Dubai, e isso inclui um projeto recém-aprovado de usina de energia solar que vai gerar 1.000 megawatts de energia em 2020 – e até 5.000 megawatts em 2030.

A maior usina solar do mundo pegou fogo
A Dubai Electricity and Water Authority (DEWA) anunciou o lançamento do maior projeto de usina solar concentrada do mundo. Localizada em um único lugar dentro do Parque Solar Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, a usina vai consistir em cinco instalações. A primeira fase do projeto deve ficar pronta entre o fim de 2020 e o começo de 2021, e deve gerar até 1.000 MW de energia. Até 2030, ela deve ter cinco vezes mais capacidade – o que deve ser o suficiente para aumentar em 25% a capacidade de produção de energia do emirado.

Em comparação, a usina Ivanpah na Califórnia, EUA, a maior do mundo atualmente, gera cerca de 392 MW de energia. A usina solar Ouarzazate, que deve ser inaugurada em 2020 no Marrocos, deve gerar 580 MW.

Usinas de energia solar concentrada, diferentemente da energia solar captada a partir de células fotovoltaicas, usam um conjunto grande de espelhos (chamados helióstatos) para concentrar uma grande área de luz solar em uma área pequena, normalmente o topo de uma torre. A eletricidade é gerada quando a luz concentrada é convertida em calor, o que liga uma turbina a vapor conectada a um gerador de energia elétrica. Uma vantagem dessas instalações é que o calor termal pode ser armazenado facilmente, possibilitando continuar a produção de eletricidade mesmo depois do pôr-do-sol.

A usina de Dubai vai usar milhares de helióstatos localizados ao redor de uma torre. O fluído resultante de transferência de calor vai alimentar uma turbina a vapor para gerar eletricidade. Incrivelmente, a usina vai entregar energia a menos de 8 centavos por kilowatt-hora, enquanto normalmente custa 15 kilowatt-hora. Assim que estiver pronto, o parque solar deve reduzir em 6,5 milhões de toneladas a emissão de carbono a cada ano. Uma usina a carvão normalmente produz cerca de 3,5 milhões de toneladas de CO2 a cada ano.Usinas de energia solar concentrada, diferentemente da energia solar captada a partir de células fotovoltaicas, usam um conjunto grande de espelhos (chamados helióstatos) para concentrar uma grande área de luz solar em uma área pequena, normalmente o topo de uma torre. A eletricidade é gerada quando a luz concentrada é convertida em calor, o que liga uma turbina a vapor conectada a um gerador de energia elétrica. Uma vantagem dessas instalações é que o calor termal pode ser armazenado facilmente, possibilitando continuar a produção de eletricidade mesmo depois do pôr-do-sol.

A usina de Dubai vai usar milhares de helióstatos localizados ao redor de uma torre. O fluído resultante de transferência de calor vai alimentar uma turbina a vapor para gerar eletricidade. Incrivelmente, a usina vai entregar energia a menos de 8 centavos por kilowatt-hora, enquanto normalmente custa 15 kilowatt-hora. Assim que estiver pronto, o parque solar deve reduzir em 6,5 milhões de toneladas a emissão de carbono a cada ano. Uma usina a carvão normalmente produz cerca de 3,5 milhões de toneladas de CO2 a cada ano.


A nova usina também vai captar energia solar com o uso de células fotovoltaicas.

A nova usina faz parte de um projeto de Dubai de transformar a energia solar em principal fonte de energia do emirado até 2050. Vai começar com 7% em 2010, seguido de 25% em 2030 e 75% em 2050.

 

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/

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Banco fomenta formação de cadeia produtiva nacional para o setor. Total de equipamentos registrados chega a 20 e há ainda quatro fabricantes de painéis fotovoltaicos em processo de credenciamento

O Brasil se prepara para introduzir a fonte solar na sua matriz energética a partir da fabricação nacional de equipamentos e para, tanto, contará com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já tem 20 equipamentos de energia solar credenciados na linha Finame, produzidos por 17 fabricantes.

Desse total, cinco são indústrias nacionais que produzem localmente painéis fotovoltaicos para geração solar. Sete dedicam-se à fabricação de inversores. Duas estão voltadas à fabricação de “trackers” (equipamentos que permitem direcionar o painel fotovoltaico de forma a acompanhar o movimento do sol e melhor aproveitar a irradiação solar). Cinco são fornecedores de sistemas fotovoltaicos e um produz a chamada stringbox (caixa de conexão central).

No processo de credenciamento, o BNDES verifica se o fabricante cumpre as exigências de conteúdo nacional mínimo, pré-condição para que os equipamentos possam receber financiamento do Banco.  

Dos cinco fabricantes de painéis solares já credenciados, um tem capacidade para fornecer sistemas de grande porte, voltados para atender à demanda dos leilões e de geração distribuída. Os outros quatro estão dedicados a sistemas de pequeno porte, como placas solares para instalação em residências ou em estabelecimentos comerciais.

Além disso, o BNDES está em processo de credenciamento de mais quatro fabricantes de painéis fotovoltaicos, sendo três empresas de origem estrangeira e uma brasileira. Uma vez instaladas suas unidades de produção, terão capacidade de produção de 1 gigawatt por ano, que é aproximadamente o que foi contratado em cada um dos leilões de energia solar já ocorridos no Brasil. Tratam-se de empresas de grande porte, e isso traz mais segurança para o setor, pois elas terão capacidade para atender projetos de leilão e de geração distribuída.

Há ainda fornecedores credenciados no Cartão BNDES, tanto de módulos fotovoltaicos quanto de outros componentes, como estruturas fixas de sustentação e inversores.

Para incentivar o setor, o Governo Federal já realizou três leilões para comprar energia solar: um em 2014 e dois em 2015. Outros dois leilões deverão ocorrer este ano.

O BNDES está preparado para apoiar os projetos de energia solar, provenientes de leilões ou geração distribuída. Já existem no Banco projetos em fase de consulta e enquadramento, e a estimativa é de que esse fluxo aumente ao longo de 2016.

A expectativa do BNDES é que a energia solar siga a mesma trajetória de sucesso da eólica, que já tem participação de 6% na matriz elétrica brasileira. Os desembolsos do Banco para o setor eólico deverão atingir este ano cerca de R$ 8 bilhões, com aumento de 15% na comparação com os R$ 6 bilhões de 2015.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

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Conheça o Mútua Premia, que vai escolher e premiar os melhores projetos com recursos dos seus benefícios “Energia Renovável”, “Inovação” e “Propriedade Intelectual”

 

 

A criação do benefício da Mútua voltado para os associados que desejam comprar e instalar equipamentos de energias renováveis segue tendência crescente no país pela busca, cada vez mais frequente, por energias alternativas que, além de gerarem grande economia nas contas de luz, também ajudam na sustentabilidade.

O número de instalações geradoras desse tipo de energia para residências triplicou no Brasil no ano passado. Contudo, os consumidores pedem mais incentivos para investir nessas estruturas. Os dados são do Jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, em matéria veiculada no início deste mês. Com um custo relativamente alto, cerca de 25 mil, uma instalação residencial de placas fotovoltaicas (para energia solar), dependendo do consumo de cada lar, pode ter seu investimento retornado em quatro anos.

Na matéria, o jornalista André Trigueiro mostra o exemplo de um morador do Rio de Janeiro que, com a instalação de um sistema de energia solar, tem tido uma redução de 60% na sua conta. A energia excedente gerada pelo telhado é exportada para a rede, virando crédito na conta de luz. Isso só foi possível após a homologação da instalação das placas solares pela empresa distribuidora de energia no estado, o que levou cerca de 7 meses.

Para incentivar que cada vez mais os moradores insiram essas estruturas em suas casas, a Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou mudanças. Agora, as distribuidoras de energia têm até 34 dias para ligarem os micro geradores de energia solar à rede (antes o prazo era de até 82 dias) e os créditos excedentes gerados pelas placas fotovoltaicas passam a ter validade de cinco anos, não mais apenas três anos.

Outra ressalva que influencia a decisão do consumidor na hora de instalar os equipamentos de energia solar é a taxação de impostos. Em 12 estados do Brasil ainda há a cobrança pela geração excedente de energia solar em residências e escritórios. Nos outros 14 estados e no DF (essa região abriga 75% da população total do país) essa cobrança foi extinta. Desde o ano passado, não são mais cobrados, em todo o país, o PIS e o Cofins.

Confira aqui a matéria completa do Bom Dia Brasil

 

Fonte: Gecom/Mútua (com informações do Jornal Bom Dia Brasil)

 

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Organizadores da mostra tecnológica intitulada "Startups and Solutions Showcase" estão em busca de empresas fornecedoras de serviços, "startups" e operadores que desenvolvam ações na área de inovação em tecnologias de energia limpa. O evento será realizado em paralelo às atividades oficiais da 7ª Conferência Ministerial de Energia Limpa (CEM7), a partir do dia 31 de maio até 3 de junho, na "Union Square", localizada na cidade de São Francisco (EUA).

O evento é fruto de parceria entre o "Fundo da Califórnia para a Energia Limpa", o "Cleantech Open", e o Comitê Organizador da Califórnia para a CEM7. Os idealizadores do evento também contam com a participação de instituições de pesquisa públicas ou privadas que atuem no segmento de estudos dedicados ao desenvolvimento de novos mecanismos e modelos de planejamentos para produção de energia, com base em fontes renováveis, para expor seus produtos e ideias para investidores, delegações governamentais, empreendedores, imprensa e público em geral.

As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de março. Informações sobre a categoria dos expositores e seleção, bem como os custos envolvidos e modalidades de inscrição, podem ser obtidas na página eletrônica da CEM7. Em caso de dúvidas e consultas específicas, os interessados podem  encaminhar questionamentos diretamente aos organizadores, pelo correio eletrônico: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Fonte: http://www.mme.gov.br/
 

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Quando completo, sistema terá tamanho de cinco campos de futebol

 

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, e o presidente da Eletrobras Chesf, José Carlos de Miranda Farias, lançam nesta sexta-feira (11/3) o projeto de pesquisa e desenvolvimento para exploração de energia solar com uso de flutuadores no lago da usina hidrelétrica Sobradinho (Bahia).

No lançamento, será apresentado protótipo com cerca de 60 m² de área, em funcionamento, permitindo a visualização da energia gerada. Nas semanas seguintes, serão aprofundados os estudos da área dos lagos para a ampliação dos sistemas, que na primeira fase terão 1 MW, com área equivalente a um campo de futebol e, posteriormente, 5 MW, com superfície igual à de cinco campos.

Na última sexta-feira (4), foi lançado o projeto no lago da usina hidrelétrica Balbina, localizada no município de Presidente Figueiredo, no Amazonas. Somando-se os sistemas das duas usinas, a pesquisa contará com estrutura de geração de 10 MWp (a potência máxima atingida nas melhores condições de sol).

O estudo será conduzido por pesquisadores das universidades federais do Amazonas e de Pernambuco, com acompanhamento do governo federal. Eles irão analisar questões diversas, desde viabilidade econômica para expansão em grande escala até possíveis impactos ambientais.

Zica
Antes da cerimônia, também em Sobradinho, o ministro Eduardo Braga e o presidente José da Costa reúnem esforços para participar da mobilização contra o mosquito Aedes aegypti, promovida pelo governo federal, entre 9h e 11h, em todo o país. O objetivo da ação é conscientizar os colaboradores sobre a importância da prevenção e do combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, especialmente nas instalações do setor elétrico e mineral.

 

Fonte: http://www.mme.gov.br/

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eólica

As usinas termelétricas que têm alto custo de geração de energia (superior a R$ 600 por megawatt/hora) não serão mais utilizadas de forma contínua no Nordeste. Os membros do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) avaliam que o risco de desabastecimento na região com ou sem essa energia mais cara é zero.

A decisão de dispensar as térmicas foi tomada em agosto de 2015 e, segundo o Ministério de Minas e Energia, gerou economia de R$ 5,5 bilhões entre agosto e dezembro do ano passado. As térmicas de Custo Variável Unitário (CVU) mais caro (que usam diesel, petróleo e gás, por exemplo) funcionaram de forma contínua durante todo o primeiro semestre de 2015 como forma de suprir a deficiência de outras usinas, sobretudo as hidrelétricas ao longo do Rio São Francisco.

Mesmo com a geração das hidrelétricas reduzida (Sobradinho, por exemplo, vem gerando o equivalente a um sexto de sua capacidade instalada), o comitê verificou que o Nordeste seguirá sem risco de desabastecimento de energia graças à expansão da geração de energia eólica, à presença de térmicas de base (que ficam ligadas continuamente e têm CVU menor) e à importação de energia das regiões Centro-Sul e Norte.

As térmicas de custo mais alto, ainda que não usadas de forma contínua, estão disponíveis para suprir alguma necessidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), como substituir térmicas em manutenção e dar suporte em horários de pico. O uso dessa forma, por exemplo foi responsável por cerca de 2% de toda a energia termelétrica gerada de 3 a 13 de janeiro. O ministério esclarece que esse índice não influencia nas bandeiras tarifárias.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico se reúne mensalmente e é formado por representantes do Ministério de Minas e Energia, do Operador Nacional do Sistema, das agências nacionais de Energia Elétrica e do Petróleo, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e da Empresa de Pesquisa Energética.

 

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/

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O Projeto de Lei 5733/09 do Senado, que torna obrigatório o uso prioritário de energias alternativas nos sistemas de aquecimento de água em edifícios construídos com recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), foi aprovado na manhã desta quarta-feira, 06, pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados  em Brasília. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovado pela Comissão de Minas e Energia e será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A proposta do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) inclui a adoção de normas que incentivem a utilização de fontes energéticas limpas – como os aquecedores solares - no processo de aquecimento de água nas edificações, públicas e privadas, entre as diretrizes gerais da política urbana dos municípios. O texto altera a Lei 4.380/64 e o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01).
A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Sílvio Torres (PSDB-SP) e também prevê incentivos fiscais para a utilização de sistemas de aquecimento de água com energia solar, ou de fonte limpa e igualmente autônoma e independente do Sistema Interligado Nacional, em edificações, públicas ou privadas, em área urbana e rural, destinadas aos usos habitacionais, agropecuários, industriais, comerciais e de serviços, inclusive quando se tratar de edificações de interesse social.
Dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) indicam que os edifícios são responsáveis por cerca de 48% do consumo de energia elétrica no Brasil. “A ampla utilização de chuveiros elétricos contribui decisivamente para esse número. A maioria das edificações, por não prever em seus projetos o uso dos sistemas alternativos de aquecimento, desperdiça oportunidades de economizar energia”, diz Crivella. Ele lembra ainda que a utilização de fontes renováveis contribui para diminuir a emissão de gases causadores do efeito estufa, uma das maiores causas de danos ambientais da atualidade.
Para o DASOL – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento, a medida representa um importante avanço para o setor e para o País. “Temos nos empenhado nos últimos anos  para demostrar que o  aquecimento solar apresenta uma alternativa muito econômica  e imediata para ajudar nesse período de crise energética nacional e as coisas parecem estar caminhando. Ficamos felizes com esta notícia, que é resultado de muito trabalho e contribuirá para a conscientização de toda a sociedade. A população merece isso” - esclarece Amaurício Gomes Lúcio, presidente do DASOL.
O chuveiro elétrico é responsável por 7% de toda a energia elétrica produzida no Brasil, de acordo com dados do Procel/Eletrobrás. O chuveiro representa em média 40% do consumo de energia elétrica residencial no País, em horário de pico, segundo dados da Unicamp. “O emprego de aquecedores solares nos lares brasileiros teria um impacto significativo para a economia de energia no País e poderia evitar um eventual racionamento nos próximos anos. Além disso, a tecnologia é 100% brasileira, gera empregos e renda aqui. Isso sem falar do impacto ambiental, pois não emite poluentes e nem gera prejuízos à fauna e flora”, finaliza Lúcio.
 
Sobre o DASOL - O DASOL – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da ABRAVA representa oficialmente, em todo o Brasil, o setor de aquecimento solar de água com o objetivo de promover, divulgar e desenvolver a adoção da energia solar térmica. Desde 1992, apoia a formação de uma rede de atuação formada por empresas (fabricantes, revendas, instaladoras, consultorias e projetistas), instituições, universidades, órgãos do governo, ONGs e cidadãos em busca do desenvolvimento sustentável do Brasil através da aplicação e utilização responsável de energia solar térmica. Os programas e atividades da entidade têm abrangência em todo o Brasil, alguns deles desenvolvidos junto à Eletrobras/Procel e ao Inmetro, e estão acessíveis a todos que de alguma forma utilizam a energia solar térmica de forma eficiente e como solução para geração de energia.

 

Fonte: Portal Brasil Engenharia

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Com apoio de Mark Zuckerberg e Jack Ma, fundo tem EUA, França, Indonésia e Canadá como países-membros

O cofundador da Microsoft, Bill Gates, lançou ontem uma fundo bilionário dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias de energia limpa. O anúncio da Breakthrough Energy Coalition (coalizão para revolução na energia, em inglês) foi feito durante a 21ª Conferência do Clima, a COP-21, ao lado de líderes de Estado de todo o mundo.

A Breakthrough Energy Coalition nasce com US$ 7 bilhões em investimentos, feitos por investidores privados e países desenvolvidos e em desenvolvimento. Gates disse que irá contribuir pessoalmente com US$ 2 bilhões.

“Biocombustíveis, energia eólica, fissão, fusão, captura de carbono: não temos preferência por qualquer tipo de energia, mas tem de ser limpa e fácil para poder ganhar escala de forma rápida e barata”, disse Gates durante seu discurso na COP-21.

As nações que participam da coalização terão o compromisso de dobrar seus orçamentos para pesquisa e desenvolvimento de tecnologia de energia limpa até 2020, enquanto investidores privados – em uma lista que inclui Mark Zuckerberg, do Facebook, Jack Ma, do Alibaba, e Jeff Bezos, da Amazon – terão de aumentar suas verbas para o setor. A Universidade da Califórnia também participará do projeto. Na conferência, Gates afirmou que vai buscar novos investidores ao longo dessa semana.

O acesso à tecnologia limpa é um dos temas principais de um novo acordo global para combater as mudanças climáticas. Mais de 190 países estão negociando um novo pacto na COP-21 até o fim da conferência, em 11 de dezembro. Entre eles, Arábia Saudita, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia e Indonésia já se comprometeram a participar da iniciativa de Gates, disse uma fonte da presidência da COP-21 à Reuters. “O anúncio de Gates deve levar outros países a seguir o exemplo”, declarou a fonte.

Índia. Terceira maior emissora de gases poluentes do mundo, a Índia tem o acesso à tecnologia de energia limpa como núcleo de sua estratégia nacional para combater as mudanças no clima. Para o país asiático, as nações desenvolvidas devem auxiliar os países em desenvolvimento para dar acesso à energias de fontes renováveis ou sem emissão de carbono, por meio da redução de custos e da retirada de barreiras como direitos de propriedade intelectual.

Presente na Assembleia Geral da ONU em setembro, Gates participou de um encontro entre os líderes de Estado da França e da Índia sobre as mudanças no clima. Segundo Hollande, a Índia tem tudo para ser um dos principais beneficiários da iniciativa.

Em junho, Gates colocou à disposição os US$ 2 bilhões de sua riqueza pessoal para investir em energias limpas nos próximos anos. Em seu blog, Gates afirmou que tecnologias disruptivas serão necessárias para mudar o status quo dos dias de hoje, e que as tecnologias atuais para reduzir emissões de carbono tem um custo “além do astronômico”.

 

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/

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Com toda a crise econômica e ambiental, surge esta solução simples para gerar energia limpa em casa, economizando dinheiro e poupando o meio ambiente. A UGES (Unidade Geradora de Energia Sustentável) transforma caixas d’água em mini usinas hidrelétricas, independente de seu tamanho, transformando a passagem de água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia limpa.

No Brasil a média de consumo diário de água é 250 Litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, explica Mauro Serra a FAPERJ.
A UGES é acoplada à entrada de água da caixa e conectada, por fios elétricos a uma unidade móvel de tamanho aproximado a um pequeno container – que pode ter rodinhas e ser móvel. Composta por várias partes, desde a válvula que regula a entrada de água, uma válvula pressurizadora para gerar pressão na saída para a caixa, fiação, unidade acumuladora móvel, composta de diversos aparelhos de recarga, inversor de energia, tomadas de saída para transformar a energia gerada em eletricidade, com espaço para duas baterias grandes, essa mini usina só precisa de água circulando para gerar, armazenar e distribuir energia. Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela mini usina fixada e angulada na saída de água do reservatório. Girando com pressão mínima de 3 a 5 bar, ela gera nova energia, que, por sua vez, será levada, pelos fios elétricos, ao sistema que transformará a energia de 12 V em 110/220 V  e a acumulará para abastecer o local. A energia elétrica gerada tem capacidade para abastecer lâmpadas de iluminação, geladeira, rádio, computador, ventilador e outros aparelhos domésticos”.

Fonte: Engenharia é

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Cientistas da renomada Universidade de Harvard conseguiram modificar a composição genética de uma bactéria para produzir combustível líquido.

Em um futuro – espera-se que não muito distante –  esse método poderá ser utilizado no abastecimento energético de veículos de transporte. Eles chegaram a esse resultado, segundo estudo publicado na revista Procedings of the National Academy of Sciences, ao alterar geneticamente uma bactéria denominada “Ralstonia eutropha” e utilizar o hidrogênio de água obtido a partir da energia solar.
A bactéria é capaz de converter o dióxido de carbono, principal agente do aquecimento global, em um combustível alcoólico chamado isopropanol. Os especialistas conseguiram implementar catalisadores a base de metais presentes em abundância na natureza, como o cobalto, em vez de metais preciosos. “As células fotovoltaicas possuem um potencial considerável para satisfazer as necessidades futuras de energia renovável, mas precisam de métodos eficientes para armazenar a eletricidade intermitente que produzem e poder gerar energia solar em grande escala”, afirma Daniel Nocera, autor principal do estudo.

As fontes e formas de transmitir energia estão sendo cada vez mais estudadas. Como seria se tivéssemos uma forma de transmitir energia sem fios? 

Fonte: Engenharia é

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