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ACME – Assessoria de Comunicação, Marketing e Eventos

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Engenheiros, engenheiros agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas, tecnólogos e técnicos dessas áreas contam com plano de benefícios previdenciários exclusivo dos profissionais registrados em um dos 27 Creas do país. O TecnoPrev, da Mútua, está disponível para os profissionais associados à Caixa de Assistência e seus dependentes e o plano mantém características diferenciadas e vantajosas em relação aos planos privados comercializados pelos bancos.

Conforme explicou Mauro Halfeld, economista, especialista em finanças pessoas e colunista da Rádio CBN, a taxa de administração, principalmente, impacta diretamente no rendimento do montante investido em um fundo de previdência complementar. “A taxa de administração é a mais importante. Ela é registrada todos os dias e incide não apenas sobre seu capital, mas também sobre seus rendimentos acumulados”, sublinha Halfeld. Ele ainda explica que ao pagar uma alta taxa de administração, o participante do plano “todos os anos, praticamente, perde a chance de vencer a inflação e tira todo o brilho do esforço em fazer uma previdência complementar”.

Diante disso, o TecnoPrev, que tem taxa de administração de apenas 0,5% ao ano e inúmeros outros benefícios, assegura aos seus participantes as melhores condições para uma aposentadoria segura, estável e com rendimento diferenciado. O plano fechou 2016 com rentabilidade de 19,93%.

A explicação de Halfeld sobre previdência complementar foi dada em resposta a um ouvinte de sua coluna CBN Dinheiro, que questionou se deveria retirar seu investimento aplicado em um plano privado de um grande banco, tendo em vista os altos custos da taxa. Halfeld sinalizou, então, que uma ótima opção é a contratação de plano de previdência coletivo gerido por órgão de classe, como é o caso do TecnoPrev.

No comentário, o ouvinte ainda cita o pagamento de um seguro de vida em conjunto com a previdência. A todo sócio contribuinte da Mútua – desde que seja inscrito há mais de um ano e esteja adimplente com a anuidade - é assegurado o direito a cobertura do pecúlio por morte (R$ 15 mil por morte natural e R$ 30 mil por morte acidental), benefício previdenciário inserido no TecnoPrev e que se assemelha a um seguro de vida.

Ouça aqui o comentário completo de Mário Halfeld sobre investimento em previdência complementar e siga a dica do especialista: venha para a Mútua e garanta no futuro sua estabilidade financeira com o TecnoPrev.

 

Fonte: Gecom/Mútua (com informações Portal CBN)

A mitigação de carbono e o cuidado com o desenvolvimento econômico e social das comunidades, se tornaram as principais preocupações das corporações mundiais. Para se aproximar deste objetivo as empresas introduziram cinco importantes mudanças de comportamento. Trata-se da política dos cinco R’s – repense, recuse, reduza, reuse e recicle –, possíveis pilares que buscam tornar o planeta Terra mais sustentável.

Cada indivíduo também pode adotar uma dessas formas e inserir na sua rotina. Ações que vão desde o consumo de produtores locais, segregação de recicláveis e dar novos usos a materiais descartados. As empresas, por meio de sistemas de produção e distribuição mais eficientes, devem buscar o uso racional dos recursos naturais, a minimização dos impactos ambientais e a conservação da biodiversidade, num contexto de estratégia empresarial voltada para a sustentabilidade.

O setor elétrico é o grupo econômico que mais busca oportunidades e enfrenta desafios para incorporar a sustentabilidade aos seus valores. De acordo com o último levantamento do Ministério de Minas e Energia, em 2015, a geração de energia elétrica oriunda de fontes não renováveis representou 75,9% na matriz elétrica mundial. E como elas podem reduzir as emissões de gases de efeito estufa adotando os 5 R’s?

1º Repensar: ações e equipamentos utilizados na rede elétrica – atualmente, no Grupo CPFL Energia, cerca de 300 clientes têm instalados em suas residências placas fotovoltaicas. Eles estão gerando sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Estimular a micro geração distribuída, e a forma de levar o excedente de energia para a rede de distribuição, ampliando a oferta. Outra maneira positiva de atuar é repensando a utilização de equipamentos. Ao usar os transformadores verdes, a CPFL reduz riscos de acidentes ambientais. A substituição do óleo isolante mineral, o ascarel, usado no sistema de refrigeração dos transformadores, pelo óleo isolante vegetal biodegradável, reduz o tempo de degradação do óleo no solo de 15 anos para 45 dias.

2° Recusar: os famosos “gatos”, identificá-los e regularizá-los – uma ligação direta na rede elétrica sem o conhecimento e autorização da distribuidora de energia elétrica é crime previsto no Código Penal e a reclusão pode chegar a quatro anos. Existem casos em que se rompe os lacres do relógio medidor, sobrecarregando o sistema elétrico e provocando interrupções no fornecimento de energia. A regularização não só traz cidadania, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade. No Brasil, o prejuízo com este tipo de prática chega a R$ 8 bilhões. O Programa de Eficiência Energética da CPFL Energia, em 2016, investiu R$ 5,2 milhões nesta ação, beneficiando 1.950 clientes residenciais de baixo poder aquisitivo, promovendo ações educacionais sobre o uso consciente de energia elétrica.

3° Reduzir: o desperdício de energia elétrica – preservar os recursos naturais e promover educação para o uso racional de energia elétrica. Esses são os objetivos dos programas de eficiência energética das distribuidoras brasileiras. Pela lei, elas devem aplicar 0,4% de sua receita operacional líquida em ações que evitem o desperdício. Graças a aplicação dos projetos de eficiência energética. De 2008 até junho de 2016, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contabilizou uma economia de 4.629 GWh ao longo dos anos.

4° Reutilizar: material em benefício da população – equipamentos oriundos da rede elétrica e não mais utilizados, como postes e cruzetas de madeira, com o passar do tempo, devem ser trocados e seu descarte deve ser adequado. Num bom exemplo dessa ação, desde 2014, a CPFL, em parceria com a Prefeitura Municipal de Várzea Paulista, transforma cruzetas em bancos, que são distribuídos durante a revitalização de praças na cidade. Além disso, a adoção de uma logística reversa, para a reforma de medidores e transformadores, evita custos e contribui para o reaproveitamento por terceiros. É feita a triagem nas bases operacionais, os equipamentos sem possibilidade de recuperação são retirados e destinados para aterros industriais, que comercializam a sucata para fabricantes de panelas, móveis e confecção de cercas. Os materiais bons permanecem, são recuperados e retornam ao estoque.

5° Reciclar: por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), decorrente da Lei nº 12.305 – as empresas podem dar o devido retorno de peças e equipamentos retirados de serviço, a partir de processos que descontaminam e evitam danos ao homem e ao meio ambiente. Equipamentos e peças que não possuem qualidade suficiente para serem reutilizados, como porcelanas de isoladores, alumínio de cabos e luminárias, metais componentes de transformadores, vidro de lâmpadas, passam por um processamento, são classificados e viram matéria-prima para a indústria. Os materiais são destinados para setores diversos como construção civil, indústria cerâmica e metalúrgica, entre outras. A comercialização desses insumos gera recursos, que tornam toda a cadeia sustentável.

A adoção dessas medidas pode concretizar a sustentabilidade nas políticas de qualquer empresa, independente do seu negócio. Integrar em seus processos de tomada de decisão, considerações ambientais e sociais, desde as fases de projeto até a construção e operação dos seus empreendimentos, fortalece o RESPEITO e o caminho para o reconhecimento de uma empresa social e ambientalmente responsável.

Rodolfo Nardez Sirol, Diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CPFL Energia.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

O governo brasileiro vem sinalizado, nas últimas gestões do Ministério da Agricultura, a ideia de agilizar o registro de agroquímicos no Brasil. No entanto, na visão da Diretora Executiva do Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal), Silvia Fagnani, a meta ainda está longe de ser atingida.

“Essa agilidade que eles dizem não é nenhum benefício para o setor, porque se for olhar a legislação de 1989, ela diz que os registros de defensivos deveriam ser emitidos num prazo de 120 dias. E temos uma média de até 10 anos no caso de produtos novos”, aponta a dirigente. 

De acordo com ela, existem forças-tarefa nesse sentido no governo, e além disso mais registros caíram nos últimos dois a três anos. Porém, Silvia explica que isso “não quer dizer agilidade”. 

“Eles continuam demorando muito. Por outro lado a indústria não cobra agilidade, cobra previsibilidade, ou seja, me preocupa o fato de não ter ideia de quanto tempo vai demorar. Então, o que viemos brigando é pra garantir que haja rigor nas análises mas com previsibilidade transparente”, ressalta.

Sobre os produtos genéricos, ou técnicos, que estão chegando com bastante força ao Brasil, a Diretora explica que o Sindiveg representa tanto as empresas de genérico como as de pesquisa e desenvolvimento. “O que queremos é que se garanta o cumprimento da legislação de patentes e de proteção de dados e a partir desse período que é justamente pra que se estimule o desenvolvimento de novas moléculas, esses produtos devem poder registrados por mais empresas que tenham capacidade pra produzi-los na qualidade do produto sob patente”. 

“Achamos que isso faz parte do mercado, isso pode trazer produtos a preço mais competitivos, mas é importante sempre garantir inovação e só temos produtos genéricos quando tem produto novo, então o novo de hoje é o genérico de amanhã – e faz parte do mercado isso”, conclui.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

No Dia Internacional da Terra, manifestantes ocupam as ruas para valorizar a produção do conhecimento científico

Milhares de pessoas participaram da primeira "Marcha pela Ciência", que se espalhou por mais de 600 cidades pelo mundo neste sábado, Dia Internacional da Terra, pela valorização da produção de conhecimento científico, devido a preocupações crescentes em relação às posturas adotadas pelo presidente Donald Trump, como o descrédito em relação às mudanças climáticas e cortes a fundos de pesquisas.

Nos Estados Unidos, a "Marcha pela Ciência", que incluiu manifestações no National Mall, em Washington DC, e desfiles em Midtown Manhattan, em Nova York, além de centensa de outras cidades pelo país, é rotulada como um movimento não partidário, com o objetivo de reafirmar o "papel vital da ciência na democracia americana", de acordo com o site da marcha. Ainda assim, as manfiestações foram, efetivamente, protestos contra cortes profundos que o presidente Donald Trump propôs nos orçamentos para ciências e pesquisas e seu ceticistmo sobre as mudanças climáticas e a necessidade de reduzir o aquecimento global.

É importante mostrar a esta administração que nos preocupamos com fatos - diz Chris Taylor, que participava da marcha no Mall, em DC, que reuniu cerca de duas mil pessoas, em grupos de discussões sobre mudanças climáticas, qualidade da água e alimentação sustentável - Parece que não estão realmente preocupados sobre crescimento econômico ou em criar novas tecnologias, apenas atendendo a grandes corporações - disse Taylor, que está tirando seu título de PhD em robótica na George Mason University, na Virgina.

A "Marcha da Ciência" é a última de uma série de demonstrações nos EUA que vêm sendo realizadas desde a posse de Trump há cerca de cem dias. Manifestações anteriores e protestos tinham foco em um leque de assuntos mais amplos, desde direito de aborto a política imigratória.

A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentário sobre as marchas deste sábado. No entanto, no passado, Trump há havia afirmado seu desprezo pelo tema, dizendo que as mudanças climática são uma frande que estavam sufocando as políticas para fomentar o crescimento econômico. A administração de Trump está considerando a saída do Acordo de Paris, um acordo global que tem por objetivo a redução global de emissões de dióxido de carbono e outros gases-estufa. Ano passado, os Estados Unidos, sob a gestão do presidente Barack Obama, se juntaram a outros 190 países ao assinar o acordo.

Os cortes propostos por Trump no Orçamento de 2018 atingem os gastos com as agências que atuam em áreas científicas, incluindo redução de 31% para Agência de Proteção Ambiental.

Os organizadores da marcha demonstraram preocupação com o que vêem como ceticismo crescente dos políticos e com outros tópicos como vacinas, organismos geneticamente modificados e evolução.

Berlim: "Não há alternativas aos fatos"

Em Berlim, os manifestantes levavam placas com os dizeres "Amamos os especialistas - aqueles com evidências" e "Ciência, não silêncio" para a marcha, que partir da Universidade Humboldt em direção ao Portão de Brandemburgo, liderada pelo prefeito de Berlim, Michael Mueller, e diretores de universidades da cidade.

"Não há alternativa aos fatos", dizia uma grande faixa, em referência ao termo usado pela assessora da Casa Branca Kellyanne Conway, durante uma controvérsia sobre o tamanho do público que assistiu à posse de Trump.

Os participantes da marcha fizeram uma parada rápida na Embaixada da Hungria para protestar contra uma nova lei húngara que ameaça fechar uma universidade financiada pelo investidor George Soros.

Segundo organizadores, 11 mil pessoas participaram do evento que, dizem, tem como alvo destacar a importântcia do conhecimento baseado na ciência e em evidências nas democracias.

Nós, berlinenes, sabemos por nossa própria História o que a repressão à liberdade significa. Isso mostra que temos uma responsabilidade particular em mobilizar as pessoas quanto à importância da ciência livre e aberta e de uma sociedade tolerante - disse Mueller aos mainifestantes.

A marcha, cuja data coincide com o Dia da Terra, vem após movimentos do presidente americano Donald Trum para cortar fundos da Agência de Proteção Ambiental e os Instutos Nacionais de Saúde.

- A Ciência é necessária. Na minha opinição a ciência empírica é a chava para o progresso da cultura e civilização que desenvolvemos - disse o manifestante Hagen Esterberg à TV Reuters.

Já Maria Pohle disse que se juntou à marcha para dar apoio "para a Ciência que não está ameaçada apenas na América, mas também na Europa e em todos os lugares do mundo".

Reinvidicações também no Brasil

No Brasil, por sua vez, a comunidade científica brasileira reivindica maior valorização da área, sobretudo em termos financeiros. No mês passado, o presidente Michel Temer contingenciou R$ 2,5 bilhões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Os pesquisadores argumentam que a medida será um atraso para o país que, em 2015, teve cerca de 61 mil artigos científicos publicados, ficando em 13º lugar no ranking mundial de produção científica.

- A expectativa é conseguir dialogar com a sociedade, explicar qual a função da ciência, por que ela é importante, o que ela tem feito para o Brasil. Também aproveitamos para chamar atenção do governo. Infelizmente tivemos esse novo contingenciamento de recursos. Enquanto o país encarar educação, ciência e inovação como gasto e não como investimento, vamos andar para trás — sublinha a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Helena Nader.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/

O reflexo deverá ser positivo em relação ao afastamento do Regime Jurídico Único (RJU) dos conselhos profissionais

Na última quarta-feira, dia 19 de abril, por oito votos contra um, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa para a Mútua, em ação que se iniciou em 2013 contra o Crea-SP.
A tese de afastamento dos precatórios surgiu em meados de 2013 e início de 2014, quando, por desacordo do Crea-SP, foi expedido um precatório a favor da Mútua para pagamento de quase 3,5 milhões de reais. A intenção inicial por parte da Mútua foi fazer um acordo para parcelamento dessa dívida. Entretanto, o que já estava praticamente certo não se validou, sem qualquer argumento para tanto. A discussão sobre os precatórios aos conselhos profissionais foi levada em frente e, após cinco recursos, o STF recepcionou a questão, reconhecendo a repercussão geral.
Na discussão dos ministros, ficou evidente que a decisão será favorável ao afastamento do RJU dos conselhos, um impacto gigantesco para o Sistema. Como sustentado pelo próprio Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), nas alegações contra o RJU, os conselhos não possuem orçamento vinculado à União, sendo detentores de receitas próprias. Caso o RJU venha a ser implantado, a União terá que assumir todo o papel financeiro do Sistema.
Basicamente, essa foi a mesma linha de argumentação quanto ao precatório. As ideias se convergem e, com toda certeza, será vantajosa quando do julgamento das ações sobre o RJU. No fim, o afastamento dos precatórios, apesar de aparentemente ruim, terá um reflexo bem favorável.
 

Leia mais em: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=341156

 

Fonte: Mútua

Foto: Mútua

No último dia 31 de março, foi publicado no Diário Oficial da União a Lei 13.425/2017, que define normas mais rígidas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios em estabelecimentos de reunião de público. A norma, conhecida como “Lei Kiss”, vem para prevenir possíveis tragédias como a da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), que deixou 242 mortos em 2013.

Em seu artigo 21  é destacado que “os órgãos de fiscalização do exercício das profissões de engenheiro e arquiteto, em seus atos de fiscalização, exigirão a apresentação dos projetos técnicos elaborados pelos profissionais, devidamente aprovados pelo poder público municipal”, sendo eles o cálculo estrutural, as instalações prediais e urbanização.

A norma foi sancionada pelo presidente Michel Temer com 12 vetos. Entre os trechos retirados estão a proibição do uso de comandas em casas noturnas, a responsabilidade das prefeituras pela fiscalização e a previsão de punição a bombeiros, prefeitos e donos dos estabelecimentos. Também foi vetada a determinação de vistoria anual de casa noturna pela prefeitura e pelo Corpo de Bombeiros.

Confira a lei na íntegra: http://migre.me/ws4mo

 

Fonte: Crea-AL

Um assunto predominou durante audiência pública promovida nesta quarta-feira (19) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) sobre desenvolvimento tecnológico: o corte anunciado pelo governo no orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) para 2017.

No dia 30 de março, o governo, ao perceber que não conseguiria cumprir a meta de déficit primário para 2017 anunciou cortes no orçamento de todos os ministérios, com exceção da pasta da Saúde. No caso do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), a restrição atingiu 44% do orçamento para 2017. Com isso, o valor é o menor que a área vai dispor em 12 anos. O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou que o corte vai atrasar o país por décadas:

— É uma bomba esse corte no Orçamento. Esse é um corte que um país como o nosso não suporta. Vai atrasar o país por décadas. Quem diz isso é a comunidade científica. O corte de 44% é parte de um plano que está destruindo nosso país — disse.

O presidente da CCT, senador Otto Alencar (PSD-BA) observou que o problema de cortes no setor não começou no governo Temer e afirmou que vai trabalhar em uma proposta que impeça o contingenciamento dos fundos setoriais como o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

— Vamos trabalhar para que os recursos dos fundos sejam aplicados apenas no setor — disse.

Banda Larga

Jorge Viana, que é relator da política pública Expansão da Banda Larga, escolhida pelo colegiado para ser avaliada ao longo de 2017, apontou a discussão sobre a aplicação dos fundos como uma das prioridades sobre os quais o Senado deve se debruçar. Para o senador o descontingenciamento do Fust é fundamental para uma expansão mais rápida do acesso à banda larga.

O secretário de Política de Informática, Maximiliano Martinhão, reconheceu que os cortes preocupam, mas lembrou que o ministro Gilberto Kassab conseguiu recompor recursos no orçamento do ano passado e está trabalhando para garantir que a pasta não seja prejudicada com os cortes.

— O ministro está engajado em conversar com equipe econômica para encontrar caminhos diante dessa adversidade — disse.

Cenário

Durante a audiência pública debatedores traçaram o atual cenário no setor de inovação, ciência e tecnologia e afirmaram que o país reúne as condições para se tornar uma nação de economia forte puxada pelas startups inovadoras. Eles apontaram contudo que para impulsionar o desenvolvimento tecnológico é preciso, entre outros pontos, avançar na aproximação entre empresas e academia; investir na formação de mão de obra qualificada e traçar uma estratégia mais clara de investimento.

Para Álvaro Toubes Prata, secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, é fundamental melhorar o ordenamento jurídico de forma a favorecer a relação entre universidades e empresas:

—  Estamos finalizando decreto que regula o Código Nacional de Ciência e Tecnologia para que essa relação entre ambiente acadêmico e industrial possa ser melhorada — disse Prata.

Na avaliação do Presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Ruben Delgado, o Brasil deve se posicionar melhor no setor de inovações científicas e tecnológicas. Ele citou os exemplos da Índia, que revolucionou a economia com avanços em tecnologia; e de Israel, que conquistou o mercado de software de segurança.

— O Brasil tem que se posicionar em alguma coisa que os outros países venham comprar da gente. Não dá para ser bom em 13 coisas. Hoje o país é um consumidor de tecnologia — apontou.

 

Fonte: http://www12.senado.leg.br/

O salário durante o curso de formação é R$ 6.625, mas chega a R$ 9 mil após a nomeação como primeiro-tenente

Marinha divulgou edital de concurso para ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar (CP-T) em 2017. São oferecidas 29 vagas para candidatos de nível superior. O salário durante o curso de formação é R$ 6.625, mas chega a R$ 9 mil após a nomeação. As inscrições estarão abertas entre 26 de abril e 29 de maio, pela internet, nos sites www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br.

As vagas disponíveis estão distribuídas entre as áreas de Comunicação Social (2), Direito (4), Educação Física (2), Estatística (2), Informática (6), Meteorologia (2), Oceanografia (2), Pedagogia (3), Psicologia (2), Serviço Social (2) e Segurança do Tráfego Aquaviário (2), composta pelas profissões de Engenharia Naval e Ciências Náuticas.

A seleção contará com prova objetiva, com 50 questões de conhecimentos profissionais e redação (eliminatórias e classificatórias), além de inspeção de saúde (eliminatória); teste de aptidão física (eliminatório) — natação e corrida; verificação de dados biográficos (eliminatória); prova discursiva de conhecimentos profissionais para graduados em Direito (eliminatória e classificatória); e prova de títulos.

Os cargos exigem formação de nível superior (Bacharelado/Licenciatura) na respectiva área de atuação. O candidato deve ter também idade máxima de 35 anos (não completar 36 anos em 2018). Do total de vagas abertas, três serão reservadas a candidatos negros.

A remuneração inicial, R$ 6.625, será paga durante o curso de formação, no qual o candidato terá direito a alimentação e uniforme, além de assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa.

Ao longo curso, o aprovado passará pelo estágio de aplicação (EA), que terá a duração de seis semanas. Após a aprovação no curso, os candidatos serão nomeados oficiais da Marinha, no posto de primeiro-tenente, com salários de cerca de R$ 9.000.

 

Fonte: http://www.metropoles.com/

Só em Minas Gerais, o SENAI tem 3.860 vagas gratuitas em cursos como Redes de Telecomunicações, Instalação Elétrica Industrial e muitas outras opções. Separamos oportunidades também em outros estados. Confira as vagas disponíveis

Que tal fazer um curso no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), sem ter de pagar mensalidade? Gostou da ideia? Então, chegou a oportunidade que você esperava. A Agência CNI de Notícias selecionou alguns cursos totalmente gratuitos do SENAI. Todos são na modalidade presencial. É a sua chence de aprender uma profissão e quem sabe garantir o seu primeiro emprego ou uma melhor colocação no mercado de trabalho. Apenas em Minas Gerais, o SENAI tem 3.860 vagas em diversas áreas. Mas também há oportundiades em Brasília, Piauí e Tocantins. Veja as oportunidades em seu estado:

1 . Padeiro
Esta é a oportunidade para quem mora no Distrito Federal. O curso tem 200 horas, será realizado à tarde e as aulas começam dia 24 de abril, na unidade do SENAI Gama. Para fazer a inscrição, o interessado deve comparecer na unidade com duas fotos 3x4, cópia e original de RG e CPF, além de comprovantes de residência e escolaridade. Para mais informações acesse o site do SENAI do Distrito Federal ou ligue para (61) 3966 - 9306.

2 . Aprendizagem Industrial 
Esses cursos do SENAI são a porta de entrada para a indústria, já que você pode ser contratado como um jovem aprendiz e ainda tem a oportunidade de aprender uma profissão. Em Minas Gerais, o SENAI está com inscrições abertas para 3.860 vagas gratuitas em várias cidades do estado. Tem opções como: Instalação Elétrica Industrial, Operação de Mina e Tratamento de Minério, Redes de Telecomunicações, Desenho Mecânico, Manutenção Mecânica de Automóveis e tantas outras opções. A partir de 14 anos, você já pode se inscrever em alguns cursos. Outros têm idade mínima de 16 anos. Os cursos têm duração entre seis meses e um ano e meio. Acesse o site do SENAI de Minas Gerais para ver o edital e fazer sua inscrição. O prazo termina dia 30 de abril.

3 . Pedreiro de Acabamento
Este curso é oferecido pelo SENAI de Tocantins. O interessado deve ter concluído a 4ª série ou 5º ano do Ensino Fundamental e ter idade mínima de 18. Para fazer a matrícula é preciso apresentar cópia do RG, CPF ou CNH, além de comprovantes de escolaridade e de endereço atual (pelo menos dos últimos 3 meses). As aulas começam dia 24 de março, no SENAI de Araguaína. Para mais informações, acesse o site do SENAI de Tocantins.

4 . Pintor de Obras Imobiliárias
Para fazer o curso oferecido pelo SENAI do Piaui é preciso ter concluído o 7º ano do Ensino Fundamental, no ato da inscrição, ou equivalente ao 3ª Ciclo da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A idade mínima exigida é de 16 anos completos. São 40 vagas para dois turnos: tarde e noite. Um teste seletivo será realizado no dia 3 de maio. As aulas começam dia 22 de maio. Veja outros detalhes no site do SENAI do Piauí.

5 . Eletricista Instalador Residencial
O curso de 200 horas também é oferecido pela unidade do SENAI do Gama, no Distrito Federal. Para fazer a inscrição, o interessado deve comparecer na unidade com duas fotos 3x4, cópia e original de RG e CPF, além de comprovantes de residência e escolaridade. Para mais informações acesse o site do SENAI do Distrito Federal ou ligue para (61) 3966 - 9306. As aulas começam dia 22 de maio.

 

Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/

Medidas anunciadas hoje pelo governo agilizarão a análise de patentes para indústria farmacêutica e simplificarão a transferência de tecnologia em todos os setores

O presidente da República, Michel Temer, anunciou nesta quarta (12) medidas para tornar o sistema brasileiro de propriedade intelectual mais eficiente. Entre elas, uma portaria com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece o papel de cada instituição para concessão de patentes para produtos e processos farmacêuticos. A mudança significa a retomada da análise de pedidos para o setor, que enfrentava problemas desde 2001.

Até então, a atribuição conjunta deixava vários pedidos de patente de medicamentos à espera de análise. A nova norma estabelece que a competência para analisar os critérios de patenteabilidade – novidade, atividade inventiva e aplicação industrial – é exclusiva do INPI. A Anvisa opinará sobre o risco do produto ou processo à saúde pública. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida coloca fim às incertezas que comprometiam o desenvolvimento do setor no país e contribui para a disponibilidade de novos tratamentos para a população.

“A insegurança quanto à validade da patente depositada, que preencha os requisitos determinados, prejudica o depositante, os concorrentes e a sociedade. Com a definição das atribuições de cada órgão, a análise dos pedidos de patentes farmacêuticas terá segurança jurídica e tempo de espera pelo exame reduzido”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi. A mudança anunciada hoje atende antigo pleito da CNI.

Impacto Ambiental

Além do benefício doméstico, a mudança terá impacto positivo na reputação do Brasil. Por se tratar de uma peculiaridade do sistema brasileiro – a anuência prévia de um órgão sanitário para a concessão de patentes –  a indefinição sobre a atribuição de cada instituição é frequentemente objeto de críticas internacionais.

Transferência de Tecnologia

Outra medida anunciada nesta manhã se refere à averbação de contratos de tecnologia, de responsabilidade do INPI. A partir de agora, o órgão não poderá mais interferir no mérito das cláusulas do contrato e alterar o que foi definido pelas empresas envolvidas.

O Certificado de Averbação é necessário para a realização de remessas de pagamentos ao exterior relacionadas a contratos que envolvam transferência de tecnologia. “A interferência no mérito e no valor dos contratos extrapola a competência do INPI e dificulta operações que são fundamentais para que a indústria nacional tenha acesso a novas tecnologias. A internvençãp contribui para o aumento da espera pelo exame de patentes ao desviar servidores da principal atividade do INPI, que é avaliar pedidos de marcas e patentes, além de aumentar ajudicialização”, esclarece Carlos Eduardo Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI.

 

Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/

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