Quinta, 23 Fevereiro 2017 16:52


Em sua fala de encerramento, Paulo Guimarães, presidente da Mútua, ressaltou os projetos prioritários para o ano

A manhã de quinta-feira (23) foi destinada ao encerramento do 6º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua. Com os trabalhos dos três dias do evento concluídos, os cerca de 900 participantes saíram do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF), com novas perspectivas, metas e anseios de melhorias para o Sistema Confea/Crea e Mútua, para os profissionais e, também, para o país. Configurando-se como o principal momento de planejamento do ano, as lideranças e colegiados definiram seus calendários e ações de 2017.

Durante a solenidade de encerramento, Paulo Guimarães, presidente da Mútua, mais uma vez salientou a importância deste ano para a Caixa de Assistência e agradeceu o apoio e parceria das instituições e líderes ao longo dos 40 anos da Mútua. “Neste momento em que comemoramos os 40 anos da Mútua, agradecemos todos os dirigentes que passaram pela Mútua e deram sua contribuição, desde sua fundação, pelo engenheiro e arquiteto Enildo Barros. Nossos cumprimentos ao presidente do Confea, José Tadeu, pela realização de mais esse Encontro de Líderes e nosso agradecimento ao estímulo e parceria do Confea, dos conselheiros federais, dos Creas, entidades de classe e de todas as lideranças”, lembrou.

Da mesma forma que os fóruns do Confea, Creas e entidades, a Mútua também ratificou no Encontro suas ações do ano, conforme salientou o presidente da Instituição. “Neste evento, nossos diretores regionais se envolveram com os projetos para 2017, priorizando a bolsa de estudos para estudantes carentes da área e filhos de associados, a Universidade Corporativa do Sistema Confea/Crea e Mútua, a questão da inclusão da pessoa com deficiência - que é algo real entre os profissionais e seus dependentes - e, também, a sustentabilidade das nossas Regionais, com formatação de um modelo em que possamos dar assistência aos nossos associados de forma igual, pois a Mútua é federativa”, elencou Paulo Guimarães.

Aproveitando a presença do diretor-secretário da Secretaria Especial da Presidência da República da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Fábio Silva, o presidente da Mútua ainda falou sobre os programas e projetos de incentivo e custeio de ações de empreendedorismo e inovação aos associados, profissionais e estudantes da área tecnológica.

Apoio parlamentar

Presente também no encerramento do evento, o deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL), presidente da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional. Engenheiro civil, Lessa se mostrou grande entusiasta da categoria e dos interesses do país, reforçando seu papel de defensor das causas elencadas pelo Sistema. Em sua fala, o parlamentar citou projetos pelos quais pretende, com o apoio do Sistema, lutar pela aprovação, como o de federalização do Plenário do Confea e o que torna a Engenharia Pública carreira de Estado. O encerramento do evento ainda contou com a participação do senador Pedro Chaves (PSC-MS) e da deputada distrital Celina Leão (PPS-DF).


Os novos coordenadores nacionais dos fóruns consultivos do Sistema Confea/Crea e Mútua receberam o diploma de posse, na solenidade de encerramento

 

Fonte: Gecom/Mútua

Fotos: Gecom/Mútua e Confea

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Quarta, 08 Fevereiro 2017 11:24

A partir de 11 de abril você poderá se inscrever para o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc), que neste ano será no Hangar-Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA), entre 8 e 11 de agosto. O prazo final para envio dos trabalhos é 5 de maio.

CONFIRA COMO FOI A EDIÇÃO ANTERIOR DO CONTECC

Em sua quarta edição, o Congresso objetiva divulgar trabalhos técnicos científicos desenvolvidos nas mais diversas instituições brasileiras. Os estudos são publicados nos anais do evento, como também em revistas científicas. Será realizado paralelamente à 74ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), que neste ano tem como tema “A responsabilidade da Engenharia e da Agronomia para o desenvolvimento do País”. Já os eixos temáticos serão Cenário Socioeconômico e Ambiental, Recursos Hídricos – Abordagens Sustentáveis e Ética/Medidas Anticorrupção.

Acompanhe outras novidades do Contecc na página oficial do evento, que será lançada em 11 de abril.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Confea

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Quinta, 23 Fevereiro 2017 18:15

Minha terra tem palmeiras… e terremotos também! Desde pequenos ouvimos falar que o Brasil não sofre terremotos porque está em cima de uma única placa tectônica e não no encontro das placas. Porém, a cada cinco anos, mais ou menos, acontece um terremoto considerado robusto em solo nacional.

As placas tectônicas podem se movimentar de formas diferentes: convergente (quando colidem), divergente (em direções opostas) e transformante (separação de placas que se deslocam lateralmente). Quando as placas colidem, originam os terremotos de borda de placa, que são mais fortes. Os terremotos intraplaca são, normalmente, mais fracos, como os que ocorrem no Nordeste do Brasil.Minha terra tem palmeiras… e terremotos também! Desde pequenos ouvimos falar que o Brasil não sofre terremotos porque está em cima de uma única placa tectônica e não no encontro das placas. Porém, a cada cinco anos, mais ou menos, acontece um terremoto considerado robusto em solo nacional.

As placas tectônicas podem se movimentar de formas diferentes: convergente (quando colidem), divergente (em direções opostas) e transformante (separação de placas que se deslocam lateralmente). Quando as placas colidem, originam os terremotos de borda de placa, que são mais fortes. Os terremotos intraplaca são, normalmente, mais fracos, como os que ocorrem no Nordeste do Brasil.

O Brasil localiza-se sobre a placa Sul Americana e, embora esteja sobre uma única placa, ela possui falhas geológicas que podem originar os terremotos. Em 2002, pesquisadores brasileiros identificaram 48 falhas/fissuras geológicas no país. Em 2016, foram registrados 221 tremores no Brasil, um valor considerado dentro da média. Nos primeiros dias de 2017, um terremoto de 4.6 graus na escala Richter atingiu o Maranhão.

A escala Richter é uma escala logarítmica que mede a magnitude de um terremoto. Por exemplo, a magnitude 7 é dez vezes maior que a 6 e cem vezes maior que a magnitude 5.

A primeira morte relacionada a um terremoto no Brasil ocorreu em 2007, em Caraíbas, no norte de Minas Gerais, com intensidade de 4.9 graus na escala Richter. Porém, esse não foi o maior tremor que atingiu o país: em 1955, um terremoto no Mato Grosso atingiu 6.2 graus de magnitude.

Além de ter seus “próprios” terremotos, o Brasil ainda é suscetível aos efeitos dos tremores em países vizinhos. Em 1994, Porto Alegre foi atingida pelos efeitos de um terremoto na Bolívia (a mais de 2000 km de distância) que ocorreu a 600km abaixo da superfície. Além do Rio Grande do Sul, outros nove estados também sentiram os tremores.

Mapa interativo

Os tremores que ocorrem no Brasil são raramente notados porque são, em maior parte, de baixa magnitude. Alguns são confundidos pela população com detonações em áreas de mineração, por exemplo. É possível ver um mapa interativo dos terremotos do mundo no site do USGS (United States Geological Survey)  e no site do Centro de Sismologia da USP.

Referências: CPRM; IGC-UFMG; Super; Correa (2010); Fundamentos de Geologia: Wicander e Monroe (2010).

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

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Terça, 04 Novembro 2014 10:41

BNDES e poupança, porém, estão no limite, e faltam opções para projetos de longo prazo

Com juros entre os mais altos do mundo, o Brasil tem dificuldade para viabilizar investimentos de longo prazo de maturação e de baixo retorno, como habitação, saneamento e infraestrutura.

Os poucos projetos que saem do papel recorrem aos juros subsidiados do BNDES e ao dinheiro carimbado da poupança.

Em outubro de 2012, quando o Banco Central reduziu a taxa básica de juros, Selic, para 7,25% (ou 2%, se descontada a inflação), os bancos e os investidores começaram a cogitar financiar esses projetos como ocorre no restante do mundo. Para dar impulso, o governo concedeu isenção de IR (Imposto de Renda) para quem investisse nos projetos, como já ocorre com os papéis e fundos imobiliários.

A aventura brasileira pelos juros baixos, no entanto, durou pouco, e o BC voltou a subir as taxas em abril de 2013 para combater a inflação, adiando seus planos de investimento em infraestrutura.

Para viabilizar a construção, por exemplo, de uma ferrovia que só entrará em operação em dez anos, há uma engenharia financeira que busca emprestar os recursos hoje tendo como garantia a receita da própria ferrovia, que só virá no futuro.

A conta não fecha quando a taxa de retorno do investimento em infraestrutura é muito inferior aos juros do mercado -no caso, a Selic, considerada livre de risco.

Só que os riscos de uma obra como uma ferrovia ou uma usina hidrelétrica são relevantes. Há risco de engenharia, trabalhista, de a licença ambiental não sair (ou atrasar) e até de os juros subirem no país.

BNDES 

 É aí que entra o BNDES com as taxas subsidiadas.

O problema é que o banco de fomento não tem mais recursos para bancar sozinho obras de infraestrutura estimadas pelo Ministério da Fazenda em mais de R$ 1,5 trilhão até 2025. E o SFH (Sistema Financeiro da Habitação) também não disporá de recursos das poupanças para financiar sozinho R$ 800 milhões na construção de 6,6 milhões de casas, o deficit habitacional brasileiro.

Nos governos Dilma e Lula, o BNDES cresceu e espalhou sua atuação para áreas que estão longe daquelas que antes eram prioritárias. Os críticos da mudança fazem restrição a ações como financiar empresas com a finalidade de estimular o consumo.

Esses mesmos críticos afirmam que o orçamento atual do banco e seus juros abaixo dos praticados pelo mercado distorcem a economia, ao impedir o avanço do crédito privado para financiamento de longo prazo.

Outro ponto de contestação é o uso do dinheiro do Tesouro -que registrou em setembro seu primeiro deficit em duas décadas- para emprestar a empresas que podem ser atendidas pelo mercado externo de captações ou mesmo por bancos brasileiros. É o caso de gigantes como Vale, Petrobras, Ambev, JBS, entre outros.

Em 2008 e 2009, a crise justificava essa atuação, inclusive como provedor de capital de giro, porque era uma emergência, avaliam.

Para esses analistas, o retorno social do financiamento é baixo. Melhor seria direcionar recursos para crédito à exportação e à infraestrutura, argumentam.

O BNDES diz que seu foco é o investimento, sobretudo para máquinas e equipamentos -o que eleva a capacidade produtiva da economia.

LIMITES 

 Desde 2011, porém, a estratégia parece ter efeito limitado. A taxa de investimento não decola. Passou de 18,9% no segundo trimestre de 2011 para 16,5% no mesmo período deste ano. Calcula-se que seria necessária uma taxa de 22% a 23% para possibilitar uma expansão do PIB de 4%.

Luiz de Magalhães Ozório, economista do Ibmec, diz que a atuação do banco é necessária e seus processos de concessão de crédito são rigorosos. "O BNDES atua quando há uma falha no mercado de capitais, emprestando para projetos que são relevantes."

Para o economista, o banco poderia focar infraestrutura e ampliar o acesso de médias e pequenas empresas. "Muitas não se enquadram nas regras e pegam dinheiro, a custo maior, nos bancos."
Fonte: Folha de S. Paulo

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