Quarta, 29 Março 2017 14:26

Nesta quarta-feira (29), a Comissão Organizadora da Soea (ConSoea) se reúne, em Brasília, para dar sequência às discussões sobre os preparativos da 74ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) e de sua Solenidade de Lançamento. A 74ª Soea será realizada nos dias 8 a 11 de agosto, em Belém (PA). Já mais próxima, a Solenidade de Lançamento será realizada no próximo dia 10 de abril, também na capital paraense.

Pela Mútua participam da reunião o diretor-presidente, eng. civil Paulo de Queiroz Guimarães, o diretor de Tecnologia, eng. civil Marcelo de Oliveira Morais e a gerente de Comunicação da instituição, Margareth Vicente. Dentre os itens debatidos estão a definição da representatividade entre os participantes do evento no âmbito do Sistema e a solicitação de infraestrutura e outros itens necessários para a realização do 12º Fórum Jovem.

São debatidos, ainda, temas levantados pela Comissão do Mérito – que é responsável pela organização da Cerimônia do Mérito que marca a abertura da Soea todos os anos - e pela Comissão Temática do Contecc - Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia que também acontece, com apoio da Mútua, paralelamente à 74ª Soea.

A Comissão da 74ªSoea tem como coordenador o presidente do Confea, eng.civil José Tadeu da Silva, e o presidente do Crea-PA, eng. agr. Elias da Silva Lima como coordenador adjunto.

 

Fonte e fotos: Gecom/Mútua

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Em Campinas, preparatório para 8º Fórum Mundial da Água tem participação da Mútua

Segunda, 27 Março 2017 15:58

O Plenário do Conselho Federal aprovou na sexta-feira (17) o uso de sistema eletrônico nas eleições 2017 do Confea, dos Creas e da Mútua. A votação será por meio de urnas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou da internet, conforme já está previsto nas Resoluções nº 1.021 e 1.022, ambas de 2007. “Com isso, a Comissão Eleitoral Federal já pode começar a trabalhar, a fim de viabilizar esse novo procedimento”, comentou o presidente do Confea, José Tadeu da Silva.

A decisão plenária definiu ainda que, em caso de utilização de um sistema eletrônico que não seja o do TRE, o assunto deverá retornar ao plenário para nova apreciação e aprovação.

Neste ano, as eleições são para os cargos de presidente do Confea e dos 27 Creas, diretores das Caixas de Assistência da Mútua dos 27 estados e conselheiros federais representantes de instituições de ensino, do Acre (civil), Alagoas (industrial), Amapá (agronomia), Rio de Janeiro (elétrica) e Sergipe (agronomia).

 

Fonte: Confea

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Quarta, 29 Março 2017 17:15

Ganhadores do Prêmio Gairdner são considerados como potenciais candidatos à indicação para o Prêmio Nobel

O professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Cesar Victora, de 65 anos, está entre os sete cientistas que receberam nesta terça-feira, 28, a mais importante premiação científica do Canadá, o Prêmio Gairdner. Ganhadores desse título são considerados como potenciais candidatos à indicação para o Prêmio Nobel.

Victora recebeu o prêmio na categoria Saúde Global, concedido àqueles que, com seus achados em pesquisas, contribuem de forma positiva para a saúde de países em desenvolvimento.

O título foi concedido a Victora em reconhecimento ao conjunto de estudos sobre amamentação e nutrição materno-infantil. O pesquisador brasileiro liderou uma pesquisa, iniciada na década de 1980, considerada um divisor de águas na área de alimentação infantil.

O trabalho foi o primeiro a mostrar que a amamentação exclusiva (sem oferta de águas ou chás para bebês) ajudava a reduzir a morte dos bebês no primeiro período da vida.

De acordo com estudo, o aleitamento exclusivo até seis meses reduzia em 14 vezes o risco de morte por diarreia e em 3,6 vezes o risco de morte infantil por doenças respiratórias. A pesquisa, que mais tarde foi reaplicada em outros países, alterou totalmente a recomendação da alimentação infantil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a indicar que bebês nos primeiros meses de vida se alimentassem exclusivamente com leite materno.

Victora também liderou em 2006 um consórcio internacional que reuniu dados de 11 mil crianças, acompanhadas desde o nascimento até a vida adulta. O trabalho mostrou a importância dos primeiros mil dias na vida da criança: desde o útero até o 2º ano de vida. A partir da análise, pesquisadores criaram o conceito de “janela de oportunidades”, indicando que as intervenções nessa fase são prioritárias.

O professor também liderou estudos que indicaram, pela primeira vez, que a amamentação não está apenas relacionada à redução de mortalidade, mas à inteligência.

De acordo com o trabalho, crianças amamentadas até 2 anos apresentam maiores níveis de inteligência, escolaridade e renda. O anúncio da premiação foi realizado em uma cerimônia em Toronto, no Canadá.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

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Terça, 04 Novembro 2014 10:41

BNDES e poupança, porém, estão no limite, e faltam opções para projetos de longo prazo

Com juros entre os mais altos do mundo, o Brasil tem dificuldade para viabilizar investimentos de longo prazo de maturação e de baixo retorno, como habitação, saneamento e infraestrutura.

Os poucos projetos que saem do papel recorrem aos juros subsidiados do BNDES e ao dinheiro carimbado da poupança.

Em outubro de 2012, quando o Banco Central reduziu a taxa básica de juros, Selic, para 7,25% (ou 2%, se descontada a inflação), os bancos e os investidores começaram a cogitar financiar esses projetos como ocorre no restante do mundo. Para dar impulso, o governo concedeu isenção de IR (Imposto de Renda) para quem investisse nos projetos, como já ocorre com os papéis e fundos imobiliários.

A aventura brasileira pelos juros baixos, no entanto, durou pouco, e o BC voltou a subir as taxas em abril de 2013 para combater a inflação, adiando seus planos de investimento em infraestrutura.

Para viabilizar a construção, por exemplo, de uma ferrovia que só entrará em operação em dez anos, há uma engenharia financeira que busca emprestar os recursos hoje tendo como garantia a receita da própria ferrovia, que só virá no futuro.

A conta não fecha quando a taxa de retorno do investimento em infraestrutura é muito inferior aos juros do mercado -no caso, a Selic, considerada livre de risco.

Só que os riscos de uma obra como uma ferrovia ou uma usina hidrelétrica são relevantes. Há risco de engenharia, trabalhista, de a licença ambiental não sair (ou atrasar) e até de os juros subirem no país.

BNDES 

 É aí que entra o BNDES com as taxas subsidiadas.

O problema é que o banco de fomento não tem mais recursos para bancar sozinho obras de infraestrutura estimadas pelo Ministério da Fazenda em mais de R$ 1,5 trilhão até 2025. E o SFH (Sistema Financeiro da Habitação) também não disporá de recursos das poupanças para financiar sozinho R$ 800 milhões na construção de 6,6 milhões de casas, o deficit habitacional brasileiro.

Nos governos Dilma e Lula, o BNDES cresceu e espalhou sua atuação para áreas que estão longe daquelas que antes eram prioritárias. Os críticos da mudança fazem restrição a ações como financiar empresas com a finalidade de estimular o consumo.

Esses mesmos críticos afirmam que o orçamento atual do banco e seus juros abaixo dos praticados pelo mercado distorcem a economia, ao impedir o avanço do crédito privado para financiamento de longo prazo.

Outro ponto de contestação é o uso do dinheiro do Tesouro -que registrou em setembro seu primeiro deficit em duas décadas- para emprestar a empresas que podem ser atendidas pelo mercado externo de captações ou mesmo por bancos brasileiros. É o caso de gigantes como Vale, Petrobras, Ambev, JBS, entre outros.

Em 2008 e 2009, a crise justificava essa atuação, inclusive como provedor de capital de giro, porque era uma emergência, avaliam.

Para esses analistas, o retorno social do financiamento é baixo. Melhor seria direcionar recursos para crédito à exportação e à infraestrutura, argumentam.

O BNDES diz que seu foco é o investimento, sobretudo para máquinas e equipamentos -o que eleva a capacidade produtiva da economia.

LIMITES 

 Desde 2011, porém, a estratégia parece ter efeito limitado. A taxa de investimento não decola. Passou de 18,9% no segundo trimestre de 2011 para 16,5% no mesmo período deste ano. Calcula-se que seria necessária uma taxa de 22% a 23% para possibilitar uma expansão do PIB de 4%.

Luiz de Magalhães Ozório, economista do Ibmec, diz que a atuação do banco é necessária e seus processos de concessão de crédito são rigorosos. "O BNDES atua quando há uma falha no mercado de capitais, emprestando para projetos que são relevantes."

Para o economista, o banco poderia focar infraestrutura e ampliar o acesso de médias e pequenas empresas. "Muitas não se enquadram nas regras e pegam dinheiro, a custo maior, nos bancos."
Fonte: Folha de S. Paulo

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